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	<title>Câncer &#8211; Farmácias MonizSilva</title>
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	<description>Angola com Saúde</description>
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		<title>Cancro do Esófago: Causas, Sintomas, Prevenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2018 07:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O esófago é um órgão do sistema digestivo que fica localizado entre a faringe e o estômago e que se estende por 25 centímetros. Trata-se de um tubo muscular essencial para o processo de digestão, responsável por conduzir o alimento da boca até ao estômago. O cancro do esófago é uma doença na qual células  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="11">
<div id="11-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<p>O esófago é um órgão do sistema digestivo que fica localizado entre a faringe e o estômago e que se estende por 25 centímetros. Trata-se de um tubo muscular essencial para o processo de digestão, responsável por conduzir o alimento da boca até ao estômago. O cancro do esófago é uma <a href="https://monizsilva.co.ao/saude/doencas">doença</a> na qual células malignas começam a se desenvolver no revestimento interno do órgão.</p>
<p><strong>Tipos:</strong></p>
<p><strong>Carcinoma epidermoide escamoso</strong>: O tipo mais comum de todos, responsável por quase a totalidade dos casos de cancro do esófago, desenvolve-se na região superior ou média do músculo e tem, como o próprio nome diz, origem nas células escamosas. As suas causas mais frequentes estão relacionadas ao consumo exacerbado de álcool e ao tabagismo.</p>
</div>
</div>
<div id="16">
<div id="16-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<p><strong>Adenocarcinoma: </strong>Este, que é o segundo tipo mais comum, surge de células glandulares geralmente da parte inferior do esófago, e está relacionado à doença do refluxo gastroesofágico, à obesidade e também ao tabagismo.</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #800000;">CAUSAS</span></h3>
<div>
<div id="12-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<p>As causas exatas do cancro do esófago ainda não estão totalmente esclarecidas, mas sabe-se que a doença ocorre quando as células do esófago desenvolvem mutações no ADN. As células que sofrem este processo determinam o tipo de cancro que o paciente tem. Essas mutações fazem com que as células cresçam e se dividam a um ritmo acelerado e descontrolado. As que se acumulam formam um tumor no esófago que pode se disseminar para outros órgãos e outras partes do corpo.</p>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="accordion-dois"><span style="color: #800000;">FATORES DE RISCO</span></h3>
<div id="110-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<p>Acredita-se que a irritação crónica do esófago pode contribuir para as mudanças no ADN das células que revestem o órgão, levando ao cancro. Fatores que causam essa irritação e que, portanto, aumentam o risco de cancro de esófago incluem:</p>
<ul>
<li>Ingestão exacerbada de bebidas alcoólicas</li>
<li>Refluxo biliar</li>
<li>Acalasia</li>
<li>Ingestão de líquidos muito quentes</li>
<li>Adotar uma dieta pobre em frutas e verduras</li>
<li>Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)</li>
<li><a href="https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/obesidade">Obesidade</a></li>
<li>Radiação na região do peito ou do abdómen superior</li>
<li>Tabagismo</li>
<li>Tilose</li>
<li>Síndrome de Plummer-Vinson.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<h3><span style="color: #800000;">SINTOMAS</span></h3>
<p>Na sua fase inicial, o cancro do esófago não apresenta quaisquer sinais ou sintomas. No entanto, com o progresso da doença, alguns sintomas característicos deste tipo de cancro começam a aparecer, tais como:</p>
<ul>
<li>Dificuldade ou dor ao engolir</li>
<li>Dor retroesternal (atrás do osso do meio do peito)</li>
<li>Dor torácica</li>
<li>Sensação de obstrução à passagem do alimento</li>
<li>Náuseas e vómito</li>
<li>Perda de apetite.</li>
</ul>
<p>Na maioria das vezes, a dificuldade de engolir, também chamada de disfagia, é um sinal de que o cancro já se encontra em estado avançado. Por causa dos sintomas, é comum que pacientes com cancro de esófago percam muito peso. Casos extremos podem chegar a até 10% do peso corporal perdido.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #800000;">DIAGNÓSTICO</span></h3>
<p>O diagnóstico do cancro do esófago é feito principalmente por endoscopia digestiva, que é um exame de imagem que investiga o interior do tubo digestivo. O médico também pode optar por estudos citológicos (das células) e por métodos com colorações especiais para realizar o diagnóstico. Com o diagnóstico precoce, as chances de cura atingem 98%. Na presença de disfagia para alimentos sólidos, o que provavelmente significa que a doença encontra-se em estado mais avançado, é recomendado um estudo radiológico contrastado e também uma endoscopia com biópsia ou citologia para confirmação.</p>
<p>O diagnóstico também ajudará o médico a determinar em qual o estágio se encontra o cancro do paciente. Para isso, é necessário seguir alguns critérios específicos com a extensão do tumor, ou seja, até onde as células cancerosas já se disseminaram. Conhecer o estágio exato do cancro ajuda a determinar, entre outros detalhes, as opções de tratamento mais eficazes.</p>
<p>Para saber o estágio do tumor, são feitos alguns exames específicos, como uma tomografia computadorizada e uma tomografia por emissão de pósitrons. Os estágios do cancro de esófago são:</p>
<h4>Estágio I</h4>
<p>O cancro ocorre nas camadas superficiais das células que revestem o esófago.</p>
<h4>Estágio II</h4>
<p>O cancro já invadiu camadas mais profundas da mucosa do esófago e pode se espalhar para os nódulos linfáticos próximos.</p>
<h4>Estágio III</h4>
<p>O cancro espalhou-se para as camadas mais profundas da parede do esófago, para os tecidos próximos ou, ainda, para os gânglios linfáticos.</p>
<h4>Estágio IV</h4>
<p>O cancro espalhou-se para outras partes do corpo.</p>
<div></div>
<div></div>
<h3><span style="color: #800000;">TRATAMENTO</span></h3>
<p>O tratamento do cancro do esófago pode ser feito em três abordagens distintas ou combinadas:</p>
<ul>
<li>Cirurgia</li>
<li>Radioterapia</li>
<li>Quimioterapia</li>
</ul>
<p>Geralmente, uma combinação dos três tipos pode ser mais eficiente do que qualquer um deles isoladamente, mas o médico avaliará qual a melhor opção para o seu caso.</p>
<p>Para tumores em estágios iniciais, a ressecção endoscópica ainda pode ser um procedimento viável. Trata-se de uma intervenção em que o tumor é retirado por meio da boca, sem necessidade de cortes. No entanto, este tipo de tratamento é bastante raro para pacientes com cancro do esófago.</p>
<p>Na maioria dos casos, a opção mais indicada é a cirurgia, que pode focar tanto na retirada do tumor quanto na retirada de uma parte do esófago, recomendada quando o tumor já se espalhou para estruturas vizinhas e gânglios linfáticos.</p>
<p>Há casos ainda em que há necessidade cirúrgica de se retirar tanto uma parte do esófago quanto uma pequena parte da porção superior do estômago.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="accordion-dois"><strong><span style="color: #800000;">PREVENÇÃO</span></strong></h3>
<div id="69-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<p>É possível pode tomar algumas medidas para reduzir o risco de cancro do esófago. Confira:</p>
<ul>
<li>Pare de fumar</li>
<li>Ingira bebidas alcóolicas com moderação</li>
<li>Adote uma dieta com mais frutas e legumes</li>
<li>Mantenha um peso saudável</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-18823" src="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2018/02/tabagismo-fumar.jpg" alt="tabagismo-fumar" width="471" height="314" srcset="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2018/02/tabagismo-fumar-200x133.jpg 200w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2018/02/tabagismo-fumar-300x200.jpg 300w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2018/02/tabagismo-fumar-400x267.jpg 400w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2018/02/tabagismo-fumar-500x333.jpg 500w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2018/02/tabagismo-fumar-600x400.jpg 600w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2018/02/tabagismo-fumar-700x467.jpg 700w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2018/02/tabagismo-fumar.jpg 750w" sizes="(max-width: 471px) 100vw, 471px" /></p>
</div>
</div>
<div id="square2"></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Cancro Ovários: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/cancro-ovarios-causas-sintomas-e-prevencao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2018 07:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cancro de ovário é que se caracteriza pelo desenvolvimento de um tecido doente nos ovários. As mulheres têm dois ovários, um de cada lado do útero, sendo suas funções a produção de óvulos e dos hormónios sexuais femininos estrógenio e progesterona. Este tipo de cancro pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas acomete principalmente mulheres acima de  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="paragraph"><strong>O cancro de ovário é que se caracteriza pelo desenvolvimento de um tecido doente nos ovários. As mulheres têm dois ovários, um de cada lado do útero, sendo suas funções a produção de óvulos e dos hormónios sexuais femininos estrógenio e progesterona. Este tipo de cancro pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas acomete principalmente mulheres acima de 50 anos.</strong></p>
<p class="paragraph">O cancro de ovário tem um diagnóstico precoce dificultado devido ao fato de que as suas manifestações clínicas tornam-se aparentes nos estágios mais avançados da doença, quando já ocorreu disseminação da doença pela pelve ou abdómen superior ou mesmo para outros órgãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Tipos:</strong></h3>
<p class="paragraph">O tipo de célula em que o cancro começa determina o tipo de cancro de ovário. Confira:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Tumores epiteliais: Que começam na fina camada de tecido que cobre o lado de fora dos ovários. Cerca de 90% dos casos são tumores epiteliais</li>
<li>Tumores do estroma: Que começam no tecido ovariano que contém células produtoras de hormónios. Estes tumores são geralmente diagnosticados em um estágio mais inicial do que outros tumores ovarianos. Cerca de 7% dos tumores ovarianos são do tipo estromal</li>
<li>Tumores de células germinativas: Que começam nas células produtoras de óvulos. Esse tipo é raro, e tende a ocorrer em mulheres mais jovens.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>O cancro de ovário não tem causa completamente esclarecida. Sabe-se que se inicia a partir de mutações genéticas que alteram as características das células, tornando-as alteradas em sua capacidade de multiplicarem-se rapidamente, invadirem os tecidos vizinhos, obterem irrigação dos vasos sanguíneos vizinhos e de disseminar-se formando aglomerados celulares denominados tumores no local onde se iniciou ou formando tumores distantes do inicial chamados de metástases.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;"><strong>FACTORES DE RISCO</strong></span></h2>
<p class="paragraph">Os principais fatores de risco para o câncer de ovário incluem:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Histórico familiar da doença: Ter uma mãe, irmã ou filha que teve câncer de ovário aumentará o risco. E se dois parentes próximos com cancro, o risco será mais elevado.</li>
<li>Herança genética: o cancro pode ser causado por uma alteração genética que é passada de mãe para filha. Essas alterações ocorrem principalmente no genes BRCA 1 e BRCA 2</li>
<li>Ausência de histórico de gravidez</li>
<li>Início dos ciclos menstruais antes dos 12 anos</li>
<li>Menopausa após os 50 anos</li>
<li>Uso de terapia hormonal para tratar os sintomas da menopausa</li>
<li>Tratamentos para fertilidade</li>
<li>Tabagismo</li>
<li>Uso de dispositivo intrauterino (DIU)</li>
<li>Síndrome dos ovários policísticos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p class="paragraph">Raramente a doença causará sintomas em seu estágio inicial. No entanto, em alguns casos, eles podem aparecer. Veja:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Aumento do volume do abdómen</li>
<li>Dor abdominal ou na pelve</li>
<li>Dificuldade para comer ou rápida sensação de plenitude</li>
<li>Distúrbios urinários, tais como a necessidade urgente de urinar ou urinar mais frequentemente do que o habitual.</li>
</ul>
<div id="QuickSurveyModule" data-button-color="" data-answers="[&quot;Só estou curiosa a respeito&quot;,&quot;Tenho a doença, mas ainda não comecei o tratamento&quot;,&quot;Tenho a doença e estou em tratamento&quot;,&quot;Conheço alguém com a doença&quot;,&quot;Acho que posso ter a doença&quot;]" data-title="Responda nossa pesquisa sobre Cancêr de Ovário" data-survey-text="Qual é o seu interesse no tema?" data-id="1161" data-name="Câncer de ovário: sintomas, tratamentos e causas" data-send-button-text="" data-external-link-button-text="" data-external-link-button-disclaimer-text="" data-external-link-url="">
<div data-reactroot="">
<div class="card wide flex-container">
<div class="icon task"> Se você tiver um ou mais destes sintomas, e isso ocorre quase diariamente por mais de duas ou três semanas, marque uma consulta médica.</div>
<div class="icon task">Outros sintomas que afetam algumas mulheres com câncer de ovário incluem:</div>
</div>
</div>
</div>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Fadiga</li>
<li>Indigestão</li>
<li>Dor nas costas</li>
<li>Dor durante o sexo</li>
<li>Prisão de ventre</li>
<li>Alterações do ciclo menstrual.</li>
</ul>
<p class="paragraph">Mas estes sintomas também não indicam necessariamente a presença do tumor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;"><strong>DIAGNÓSTICO</strong></span></h2>
<p class="paragraph">Provavelmente, consulta ginecológica começará com um exame pélvico:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>A parte externa de seus órgãos genitais é cuidadosamente inspecionada</li>
<li>O exame pélvico se continua pela introdução de dois dedos para pelo canal vaginal e, simultaneamente, pressiona a outra mão em seu abdômen para buscar sentir o útero e ovários</li>
<li>Um dispositivo (espéculo) é inserido na vagina, de modo que seja possível verificar visualmente a anomalias.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;"><strong>TRATAMENTO</strong></span></h2>
<p class="paragraph">A escolha do tratamento e os resultados a longo prazo para paciente com câncer de ovário dependem do tipo e estágio do cancro. Sua idade, saúde geral, qualidade de vida e desejo de ter filhos também devem ser considerados. As principais opções de tratamento são:</p>
<h3 class="subtitle">Cirurgia</h3>
<p class="paragraph">A cirurgia é o principal tratamento. Entre as opções de cirurgia estão:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Histerectomia total: remove o útero e do colo do útero</li>
<li>Salpingo-ooforectomia unilateral: remove um ovário e uma trompa de Falópio</li>
<li>Salpingo-ooforectomia bilateral: remove os ovários e as duas trompas de falópio.</li>
</ul>
<p class="paragraph">A busca por gestações após cancro de ovário diagnosticado em estágio inicial deve ser discutida com seu médico, já que a orientação varia caso a caso.</p>
<p class="paragraph">Buscar oncologistas ginecológicos experientes irá ajudá-la a obter o melhor tratamento possível e viver mais tempo. Os efeitos colaterais da sua cirurgia podem incluir problemas urinários ou intestinais, como obstipação ou diarreia. Sua capacidade de ter ou desfrutar de relações sexuais também pode ser afetada. Se os ovários são removidos, você pode ter os sintomas da menopausa.</p>
<h3 class="subtitle">Quimioterapia</h3>
<p class="paragraph">A quimioterapia é utilizada para diminuir o crescimento do tumor ou destruí-lo em muitos casos. A quimioterapia é recomendada para a maioria dos casos após a cirurgia inicial. Mas às vezes a quimioterapia é dada para reduzir o cancro antes da cirurgia. O número de ciclos de tratamento vai depender da fase da sua doença.</p>
<p class="paragraph">Medicamentos de quimioterapia para o cancro de ovário podem ser tomado por via oral, intravenosa (IV) ou através de um tubo introduzido no abdómen por onde será administrada a quimioterapia diretamente no peritónio. Às vezes, os tratamentos podem ser combinados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;"><strong>PREVENÇÃO</strong></span></h2>
<p class="paragraph">Não há nenhuma maneira de prevenir o cancro de ovário. Mas alguns fatores estão associados com menor risco:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Uso de contraceptivos orais</li>
<li>Gravidez anterior</li>
<li>Amamentação.</li>
</ul>
<p class="paragraph">Além disso, se houver histórico familiar de cancro de ovário, sugere-se o exame genético de BRCA 1 e de BRCA 2. Nesse exame genético, será verificado se há mutações que possam aumentar o risco de cancro. Em caso positivo, o oncologista discutirá com o paciente sobre medidas preventivas para que esse cancro e o cancro de mama não se desenvolvam. Entre essas medidas encontramos:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Combate ou prevenção à obesidade, já que o processo inflamatório da doença está ligado a diversos tipos de câncer</li>
<li>Atividades físicas, que também reduzem o risco de diversos tipos de cancro</li>
<li>Redução alimentos com corantes, espessantes, conservantes e outros aditivos, além de reduzir os defumados</li>
<li>Abandono do cigarro (se a pessoa tiver esse hábito)</li>
<li>Redução da ingestão de álcool.</li>
</ul>
<p class="paragraph">Além disso, existe a opção da retirada preventiva dos ovários, uma cirurgia chamada de ooforectomia preventiva, contudo ela é muito controversa no meio da medicina, já que a possibilidade de desenvolvimento do cancro em que apresenta o BRCA1 ou 2 positivo não é de 100%. Outro ponto é que essa cirurgia, por afetar diretamente a fertilidade da mulher e a produção de seus hormónios, logo precisa ser muito bem pensada e conversada com o seu médico.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cancro do Fígado: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/cancro-do-figado-causas-sintomas-e-prevencao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2017 07:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cancro de fígado é dividido em duas categorias: o primário do fígado e o secundário, ou metastático (originado em outro órgão e que atinge também o fígado). O termo "primário do fígado" é usado nos tumores originados no fígado, como o hepatocarcinoma ou carcinoma hepatocelular (tumor maligno primário mais frequente), o colangiocarcinoma, angiossarcoma (tumor  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O cancro de fígado é dividido em duas categorias: o primário do fígado e o secundário, ou metastático (originado em outro órgão e que atinge também o fígado). O termo &#8220;primário do fígado&#8221; é usado nos tumores originados no fígado, como o hepatocarcinoma ou carcinoma hepatocelular (tumor maligno primário mais frequente), o colangiocarcinoma, angiossarcoma (tumor do vaso sanguíneo) e, na criança, o hepatoblastoma.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Tipos de Cancro de Figado:</span></strong></p>
<p><strong>Hepatocarcinoma</strong>: O sudeste da Ásia, Japão e África do Sul apresentam uma incidência particularmente alta de carcinoma hepatocelular. O carcinoma hepatocelular ocorre em uma frequência três vezes maior em homens do que em mulheres. A forma fibrolamelar do carcinoma hepatocelular acomete pacientes mais jovens (5-35 anos) e, quando ressecável, o seu prognóstico é tido por alguns como melhor em comparação com os outros hepatocarcinomas.</p>
<p><strong>Colangiocarcinoma</strong>: O colangiocarcinoma é responsável por 5% dos casos de tumor primário do fígado e ocorre geralmente entre a 6ª e 7ª década de vida.</p>
<p><strong>Metástases</strong> <strong>Hepáticas</strong>: Estudos de necrópsia mostraram que pacientes que morrem de alguma forma de cancro podem apresentar metástase para o fígado em até 35% das vezes durante o curso da doença. Os tipos que mais dão metástase para o fígado são:</p>
<ul>
<li>Carcinoma do pâncreas</li>
<li>Carcinoma colo-retal</li>
<li>Carcinoma de estômago</li>
<li>Carcinoma da mama</li>
<li>Carcinoma do esófago</li>
<li>Carcinoma do pulmão</li>
<li>Tumor carcinóide.</li>
</ul>
<h3>&#8220;Estima-se que 23% dos casos novos de pacientes com cancro colo-retal apresentem-se já com metástase hepática isolada. Estes casos são tratáveis com cirurgia.&#8221;</h3>
<p><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-18742" src="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/11/celula-doença.jpg" alt="celula-doença" width="505" height="359" srcset="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/11/celula-doença-300x214.jpg 300w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/11/celula-doença.jpg 750w" sizes="(max-width: 505px) 100vw, 505px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">CAUSAS</span></strong></h2>
<p>O cancro do fígado pode surgir devido a problemas como uma cirrose hepática, causada por infecções virais como a <a href="https://monizsilva.co.ao/hepatite-b">Hepatite B</a> e C e também pelo abuso de álcool. O acúmulo de gordura no fígado ou obesidade, hipotireoidismo e síndroma metabólica são também causas deste cancro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">FACTORES DE RISCO</span></strong></h2>
<p><strong>Hepatocarcinoma</strong>: Cerca de 50% dos pacientes com carcinoma hepatocelular apresentam cirrose hepática, que pode estar associada ao alcoolismo ou hepatite crónica, cujo fator etiológico predominante é a infecção pelo vírus da hepatite B e C, que estão relacionados ao desenvolvimento de câncer de fígado. Em áreas pendémicas, a esquistossomose é considerada fator de risco.</p>
<p>Atenção especial deve ser dada à ingestão de grãos e cereais. Quando armazenados em locais inadequados e húmidos, esses alimentos podem ser contaminados pelo fungo aspergillus flavus, que produz a aflatoxina, substância cancerígena ligada ao Hepatocarcinoma, além de doenças relacionadas com o depósito de ferro no fígado. O tempo de vida após o diagnóstico de um paciente com o hepatocarcinoma clinicamente detectável é extremamente curto. Assim considerando, o índice de incidência passa a ser equivalente ao de mortalidade.</p>
<p>O hepatocarcinoma possui a possibilidade de prevenção, sendo essa classificada em primária e secundária. A prevenção primária é baseada principalmente na interrupção da transmissão do vírus da hepatite B, através da utilização de vacinas. A prevenção secundária depende da detecção precoce do tumor, constando da remoção cirúrgica quando o tumor ainda não produziu repercussão clínica, mas já foi detectado pela dosagem no sangue de um marcador tumoral chamado alfafeto-proteína, que é uma substância produzida em 40% a 70% dos fígados acometidos pelo cancro, mas não pelo fígado normal.</p>
<p><strong>Colangiocarcinoma</strong>: O colangiocarcinoma está relacionado com afecções inflamatórias das vias biliares, principalmente com a infestação por um trematódio, bastante frequente nos países asiáticos e africanos, entre outros fatores, alguns desconhecidos.</p>
<p><strong>Angiosarcoma</strong>: O potencial carcinogénico das substâncias químicas como o cloreto de vinil, os arsenicais inorgânicos e o Thorotraste está associado ao angiossarcoma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">SINTOMAS</span></strong></h2>
<p>Os sinais e sintomas dos pacientes com o carcinoma hepatocelular são:</p>
<ul>
<li>Dor abdominal</li>
<li>Massa abdominal</li>
<li>Distensão</li>
<li>Anorexia</li>
<li>Mal-estar</li>
</ul>
<p>Alguns pacientes poderão evoluir com ruptura espontânea do tumor, caracterizada por dor súbita no hipocôndrio direito de forte intensidade, seguida de choque hipodérmico por sangramento intra-abdominal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>DIAGNOSTICO</strong></span></h2>
<p>A tomografia computorizada, quando realizada com contraste endovenoso dinâmico, isto é, com cortes sem contraste, com contraste no tempo arterial, portal e supra-hepático, consegue identificar lesões neoplásicas do fígado com exatidão de 75% a 90%. Porém, lesões menores do que 3 cm têm a sua detecção prejudicada devido à densidade do parênquima hepático normal.</p>
<p>O exame através da Ressonância Nuclear Magnética não apresenta grande diferença em relação ao estudo pela Tomografia Computorizada, quanto à capacidade de identificar os tumores hepáticos primários ou metastáticos. Este exame pode definir um pouco melhor a extensão do tumor nos pacientes com cirrose hepática, assim como demonstrar os vasos principais sem a necessidade de administração de contraste venoso e diferenciar lesões císticas.</p>
<p>A laparoscopia permite uma visualização direta e a biopsia do tumor, além de avaliar a presença ou ausência de disseminação peritoneal. A sua eficácia aumenta quando associada à ultrassonografia videolaparoscópica, aumentando o índice de ressecabilidade dos pacientes selecionados para a laparotomia.</p>
<p>A colangioressonância, a colangiotomografia, a colangiografia endoscópica retrógrada ou percutânea transhepática podem ser úteis no diagnóstico e no planeamento do tratamento dos tumores, principalmente das vias biliares.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18740" src="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/11/teste-medico.jpg" alt="teste-medico" width="750" height="500" srcset="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/11/teste-medico-200x133.jpg 200w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/11/teste-medico-300x200.jpg 300w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/11/teste-medico-400x267.jpg 400w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/11/teste-medico-500x333.jpg 500w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/11/teste-medico-600x400.jpg 600w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/11/teste-medico-700x467.jpg 700w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/11/teste-medico.jpg 750w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>TRATAMENTO</strong></span></h2>
<p><strong>Tratamento cirúrgico</strong>: O tratamento cirúrgico é o mais indicado nos tumores hepáticos primários, na ausência de metástase à distância e nos tumores hepáticos metastáticos em que a lesão primária foi ressecada ou é passível de ser ressecada de maneira curativa. A eficácia e segurança na recessão hepática são fundamentadas no conhecimento da anatomia e compreensão da fisiologia do fígado. A indicação de uma cirurgia de recessão hepática dependerá do estado clínico do paciente e da quantidade prevista de parênquima hepático restante, que deve ser em torno de 10% do peso corporal. Nos pacientes cirróticos, somente os com a classificação de Child A (cirrose inicial) são candidatos a recessão hepática segura.</p>
<p>Nos últimos anos, o INCA vem incorporando novas práticas, tendo aumentado o número de casos de adultos tratados em 300%, com resultados significativos na redução da morbidade (17,5%) e mortalidade (5,2%) por este tipo de câncer. A adoção da embolização portal, que gera um aumento do fígado sadio, a segmentectomia anatômica, preservando mais fígado, radioablação destruição dos tumores pelo calor e a re-ressecção (ressecções repetidas) têm contribuído para este avanço técnico-científico.</p>
<p><strong>Métodos de controle da perda sanguínea intra-operatória</strong>: Pode-se diminuir a necessidade de hemotransfusão durante a ressecção hepática utilizando técnicas de exclusão vascular, hipotermia, hipotensão controlada, aspiração ultra-sónica, coagulação com argônio ou simplesmente atendo às técnicas convencionais de ressecção.</p>
<p><strong>Tratamento complementar</strong>: A radioterapia nos tumores hepáticos é limitada pela baixa tolerância do parênquima hepático à radiação. A dose tolerada fica abaixo da necessária para uma efetiva ação antitumoral e controle da lesão, mas acarreta alívio temporário de sintomatologia. É necessário avaliar os riscos de lesão do parênquima hepático normal, limitando muito o emprego desta terapêutica.</p>
<p>A droga mais ativa até o momento (quimioterapia) é a Doxorubicina, para o tratamento de tumores primários e as taxas de resposta giram em torno de 10%. O 5-fluoracil, por via sistémica é a droga mais comum, utilizada de forma isolada ou em associação com o ácido fólico e a Oxiplatina no tratamento de doença colo-retal metastática com respostas em torno de 20% a 30%. A quimioterapia intra-arterial hepática possibilita maior concentração da droga no fígado com menor efeito tóxico sistémico. Por esta via, o Floxuridine tem sido a droga mais empregada no tratamento do câncer colo-retal metastático para o fígado.</p>
<p>Na quimioembolização emprega-se a combinação de drogas e partículas de gel insolúvel, que são infundidas até que haja uma estagnação do fluxo arterial para o tumor, determinando um aumento da concentração local da droga com simultânea isquemia e necrose.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>PREVENÇÃO</strong></span></h2>
<p>Muitos cancros de fígado poderiam ser evitados reduzindo-se a exposição aos fatores de risco conhecidos para a doença, tais como:</p>
<p><strong>Evitando infecções por Hepatite</strong>: O fator de risco mais significativo é a infecção crónica por hepatite B e C. Estes fatores podem ser evitados não compartilhando agulhas e realizando práticas sexuais seguras. Já existe vacina para prevenção da hepatite B para pessoas em situação de risco. Mas, ainda não existe vacina para a prevenção da hepatite C. Pessoas com alto risco para hepatite B ou C devem fazer testes para essas infecções e tratadas, se necessário.</p>
<p><strong>Redução de álcool e cigarro</strong>: O abuso de álcool é uma das principais causas da cirrose, que pode levar ao cancro de fígado. A prevenção dos tumores relacionados ao consume de álcool em excesso continua sendo um desafio. <a href="https://monizsilva.co.ao/reduza-consumo-tabaco">Parar de fumar pode também diminuir ligeiramente o risco</a>, bem como muitas outras doenças potencialmente fatais.</p>
<p><strong>Mantendo um Peso Saudável:</strong> <a href="https://monizsilva.co.ao/torne-se-mais-atraente-com-a-alimentacao">Evitar a obesidade pode ser outra maneira para ajudar a se proteger contra o cancro de fígado</a>. Pessoas obesas têm mais chances de ter esteatose hepática (fígado gorduroso) e<a href="https://monizsilva.co.ao/insight-diabetes"> diabetes</a>, doenças que têm sido relacionadas com cancro de fígado.</p>
<p><strong>Limitando a exposição a produtos químicos cancerígenos</strong>: Mudar a forma como certos grãos são armazenados em países tropicais e subtropicais poderia reduzir a exposição às substâncias causadoras de cancro, como as aflatoxinas. A maioria dos países desenvolvidos têm regulamentos para proteger os consumidores e trabalhadores de determinados produtos químicos conhecidos por causar o cancro de fígado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cancro de Cólon: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/cancro-de-colon-causas-sintomas-e-prevencao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2017 07:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cancro de cólon abrange tumores que acometem um segmento do intestino grosso (o cólon) e o reto, sendo um dos tipos de cancro mais incidentes no mundo. É tratável e curável na maioria dos casos se detectado precocemente. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos (lesões benignas que podem crescer na  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O cancro de cólon abrange tumores que acometem um segmento do intestino grosso (o cólon) e o reto, sendo um dos tipos de cancro mais incidentes no mundo. É tratável e curável na maioria dos casos se detectado precocemente. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos (lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso). Uma maneira de prevenir o aparecimento dos tumores seria a detecção e a remoção dos pólipos antes de eles se tornarem malignos, por meio de procedimentos como a colonoscopia.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>O <strong>cancro</strong> de cólon resulta da interação de fatores genéticos, ambientais e dietéticos. Algumas síndromes genéticas são responsáveis por uma minoria dos casos, sendo a maioria dos casos ocorridos ao acaso devido a intereção dos fatores de risco que seguem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>FACTORES DE RISCO</strong></span></h2>
<p><strong>Pólipos adenomatosos</strong>: Os pólipos adenomatosos vão em algum momento se alterar (displasia), até evoluírem para adenocarcinoma, que é o cancro de cólon mais comum. Este é o principal motivo para se indicar a colonoscopia de rastreamento, pois esses pólipos podem ser retirados quando pequenos e ainda benignos. O processo de transformação de um pólipo em um tumor invasivo pode durar 7 a 10 anos.</p>
<p><strong>Idade</strong>: A incidência é maior em homens e mulheres com idade superior a 50 anos. Não se sabe ao certo porque isso acontece. Uma possibilidade é a de que essas pessoas tenham sido expostas ao fatores de risco por mais tempo.</p>
<p><strong>Diabete e obesidade</strong>: Pessoas com diabetes e resistência à insulina podem ter um risco aumentado de cancro de cólon. Além disso, pessoas com obesidade tem mais chances de sofrer com o cancro de cólon e de sofrer complicações da doença.</p>
<p><strong>Tabagismo e alcoolismo</strong>: A relação direta entre álcool e cancro de cólon não está completamente estabelecida, como acontece com carne vermelha, frutas e verduras e exercício físico. Entretanto, é sabido que pessoas que ingerem grandes quantidades de álcool estão em maior risco para desenvolver a doença. Este risco é maior para pessoas que ingerem mais de 45 g de álcool por dia (equivalente a aproximadamente três latas de cerveja de 350 mL, três taças de vinho de 150 mL ou três doses de uísque de 40 mL. Além disso, sabe-se que o tabagismo também aumenta o risco de cancro de cólon, uma vez que as substâncias nocivas do cigarro podem afetar as células do intestino.</p>
<p><strong>Doença inflamatória intestinal</strong>: O cancro de cólon está relacionado com a retocolite ulcerativa, uma doença auto imune que agride a mucosa colorretal, cujo dano crónico nas células da mucosa favorecem o surgimento da displasia que dará origem à lesão maligna. A retocolite sub-tratada e em atividade e de longa data são fatores que possibilitam a degeneração para o cancro de cólon. Colonoscopia periódicas mantém estes pacientes em vigilância e identifica precocemente lesões suspeitas.</p>
<p><strong>Histórico familiar</strong>: Estatisticamente, parece realmente tratar-se de doença hereditária, não obrigatória. Acredita-se que pessoas com avós, pais e irmãos com cancro de cólon expostos a fatores de risco têm muito mais chance de desenvolver a doença, daí a necessidade de se realizarem exames preventivos.</p>
<p><strong>Polipose adenomatosa familiar</strong>: Essa é uma doença hereditária, determinada quando há mais de 100 pólipos adenomatosos pelos segmentos dos cólons. Na maioria das vezes, o diagnóstico é feito quando já há o desenvolvimento do cancro de cólon em pacientes jovens. Nesse caso, todos os familiares diretos devem ser submetidos a colonoscopia para que o diagnóstico seja feito o mais precocemente possível.</p>
<p><strong>Síndrome de Lynch</strong>: Doença hereditária autossômica dominante, responsável por cerca de 3 a 5% dos tumores colorretais. Cerca de 70% dos pacientes com a síndrome tem chance de desenvolver câncer de cólon. Pacientes jovens, com manifestações principalmente no cólon direito. Observar esses critérios é importante para avaliar a presença da Síndrome de Lynch:</p>
<ul>
<li>Três ou mais familiares com cancro de cólon, duas gerações sucessivas afetadas e pelo menos um com idade inferior a 50 anos</li>
<li>Três ou mais familiares com um dos tumores a seguir: cancro colo-retal, endométrio, intestino delgado e pélvis renal</li>
<li>Pelo menos duas gerações sucessivas e pelo menos um dos tumores diagnosticados em idade inferior a 50 anos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p>Muitas pessoas com cancro de cólon não têm quaisquer sintomas nos estágios iniciais da doença. Quando os sintomas aparecem, eles podem variar, dependendo do tamanho e localização do câncer no seu intestino grosso. Os sintomas mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Uma mudança em seus hábitos intestinais, incluindo diarreia ou constipação</li>
<li>Fezes pastosas de cor escura</li>
<li>Sangramento retal ou sangue nas fezes</li>
<li>Desconforto abdominal persistente, como cólicas, gases ou dor</li>
<li>Sensação de que o seu intestino não esvazia completamente</li>
<li>Fraqueza ou fadiga</li>
<li>Perda de peso inexplicável</li>
<li>Náuseas e vómito</li>
<li>Sensação dolorida na região anal, com esforço ineficaz para evacuar.</li>
</ul>
<h3>&#8220;Ao notar quaisquer sintomas de cancro colorretal, tais como sangue nas fezes ou uma alteração persistente nos hábitos intestinais, marque uma consulta com seu médico.&#8221;</h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>DIAGNOSTICO</strong></span></h2>
<p>O cancro de cólon pode ser detectado precocemente usando de dois exames: pesquisa de sangue oculto nas fezes e colonoscopia. Pessoas com mais de 50 anos devem se submeter anualmente à pesquisa de sangue oculto nas fezes. Caso o resultado seja positivo, é recomendada a colonoscopia. Converse com o médico sobre quando você deve começar a fazer exames de cancro de cólon, pois ele pode recomendar que você inicie a triagem mais cedo se você tiver outros fatores de risco, como história familiar da doença ou doença inflamatória intestinal.</p>
<p>Imediatamente após o diagnóstico de cancro de cólon, o próximo passo é a realização de exames para estadiamento da doença, que irão identificar a sua extensão. Nesses casos, estão incluídos os exames físicos, laboratorias, radiografias, tomografias, exames de ressonância magnética e, algumas vezes, o PET-CT.</p>
<p>A indicação e a sequência correta desses exames dependem da localização do tumor (cólon ou reto) e da suspeita de metástases. Todo o tratamento é planejado a partir do estadiamento, portanto não é correto iniciar o tratamento antes da identificação do grau de estadiamento, salvo em casos de urgência (perfuração do intestino, por exemplo). Os estágios (estadios) para cancro de cólon são:</p>
<ul>
<li>Estagio I: câncer crescendo no revestimento superficial (mucosa) do cólon ou do reto, mas que não se espalhou além da parede do cólon ou reto</li>
<li>Estagio II: o câncer já se espalhou através da parede do cólon ou reto, mas não invadiu os linfonodos próximos</li>
<li>Estagio III: o câncer invadiu os nódulos linfáticos próximos, mas não está a afetando em outras partes do corpo</li>
<li>Estagio IV: O câncer se espalhou para outros órgãos, tais como fígado ou pulmão.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">TRATAMENTO</span></strong></h2>
<p>O que vai determinar a escolha é o estadiamento do tumor e se já apresenta o diagnóstico com metástase ou não. Outro fator determinante para o tratamento do câncer de cólon é o paciente e qual o seu estado de saúde e época da vida. Trata o cancro de cólon em uma mulher de 45 anos, saudável, é completamente diferente de fazer o tratamento em uma mulher com 80 anos e doenças relacionadas – ainda que o tipo e extensão do cancro sejam exatamente iguais. Nesse caso, deve ser levado em conta o impacto dos tratamentos e se eles irão interferir na qualidade de vida do paciente.</p>
<p><strong>Cirurgia para câncer de cólon em estágio inicial</strong>: Se o cancro é pequeno e em um estágio muito inicial, o médico pode ser capaz de removê-lo completamente durante uma colonoscopia. Pólipos maiores podem ser removidos com a ressecção endoscópica da mucosa.</p>
<p>Pólipos que não conseguem ser removidos durante uma colonoscopia podem ser retirados através de cirurgia laparoscópica. Nesse procedimento, o cirurgião realiza a operação fazendo várias pequenas incisões na sua parede abdominal e inserindo instrumentos com câmeras anexadas que mostram seu cólon em um monitor de vídeo. Após retirar o tumor, o médico também pode retirar amostras de seus gânglios linfáticos, a fim de saber se o câncer está se espalhando.</p>
<p><strong>Cirurgia invasiva para câncer de cólon</strong>: Se o seu cancro de cólon cresceu para além das paredes do cólon, pode ser recomendada uma colectomia parcial, ou hemicolectomia. Essa cirurgia remove a parte do cólon que contém o câncer, juntamente com uma margem de tecido normal em ambos os lados do câncer. Os gânglios linfáticos regionais são removidos e testados normalmente também para o cancro.</p>
<p>Muitas vezes, o cirurgião é capaz de reconectar as partes saudáveis do seu cólon ou reto. Mas isso não é possível quando, por exemplo, o câncer está na saída do seu reto, você pode precisar de ter uma colostomia temporária ou permanente. A colostomia envolve a criação de uma abertura na parte abdominal do corpo a partir de uma porção do intestino remanescente, para a eliminação de resíduos do corpo dentro de um saco especial. Às vezes, a colostomia é apenas temporária, até o cólon ou reto se curar após a cirurgia. Em alguns casos, no entanto, a colostomia pode ser permanente.</p>
<p><strong>Quimioterapia</strong>: A quimioterapia utiliza medicamentos para destruir as células cancerosas. Em casos de cancro de cólon, ela geralmente é indicada após a cirurgia quando o cancro se espalhou para os gânglios linfáticos. Desta forma, pode ajudar a reduzir o risco de recorrência do cancro.</p>
<p>A quimioterapia pode ser dada para alívio dos sintomas de cancro de cólon que se espalhou para outras áreas do corpo, ou então antes da cirurgia, para reduzir o cancro antes de uma operação. Em pessoas com cancro retal, a quimioterapia pode ser utilizada junto da radioterapia.</p>
<p><strong>Radioterapia</strong>: A radioterapia que usa radiação ionizante no local do tumor, normalmente indicada para eliminar células cancerosas que restaram no tecido colorretal após uma cirurgia para retirada do tumor, ou então para reduzir tumores grandes antes de uma cirurgia, de modo que eles possam ser removidos mais facilmente. O médico também pode indicar a radioterapia para aliviar os sintomas de cancro de cólon e cancro retal.</p>
<p>A radioterapia é raramente usada para cancro de cólon em estágio inicial, mas é parte da rotina de tratamento do câncer retal, especialmente se o cancro penetrou na parede do reto ou para os nódulos linfáticos próximos. A radioterapia, combinada com a quimioterapia, podem ser indicadas após a cirurgia para reduzir o risco de o cancro reaparecer.</p>
<p><strong>Terapia alvo</strong>: A terapia alvo usa drogas ou outras substâncias que tem a função de identificar e atacar as células cancerígenas com pouco dano às células normais. Cada tipo de terapia alvo funciona de uma maneira diferente, mas todas alteram a forma como uma célula cancerígena cresce, se divide, se auto repara, ou como interage com outras células. A terapia alvo é indicada para pacientes que tem alterações específicas em seus tumores, e nem sempre pode ser indicado como tratamento, pois não beneficia a todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>PREVENÇÃO</strong></span></h2>
<p>Faça os exames regularmente: O teste mais específico para avaliação direta do intestino grosso e reto é a colonoscopia. Trata-se de uma endoscopia feita pelo ânus, que permite a visualização direta de toda a mucosa intestinal em sua circunferência, desde o reto até o íleo terminal (fim do intestino delgado) e possibilitando coleta de material para análise. A cápsula endoscópica é um exame que também permite a visualização da luz intestinal, mas não permite biópsias, e é utilizado quando existem lesões obstrutivas que impossibilitam a passagem do colonoscópio ou quando quer se avaliar o intestino delgado, segmento de difícil acesso pelos endoscópios. Existem também testes indiretos radiológicos dos cólons, que são o clister opaco e a colonoscopia virtual. Esses exames desenham a luz intestinal e podem encontrar lesões de mucosa maiores que 6 mm. Antes dos exames invasivos, o médico pode pedir um exame de sangue oculto nas fezes, e só com esse resultado positivo encaminhar para uma colonoscopia.</p>
<p><strong>Cuide de doenças do cólon e reto</strong>: Além da história genética, a presença de doenças inflamatórias intestinais crônicas, como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, aumenta o risco de câncer de cólon e reto. Isso acontece devido ao estímulo inflamatório constante, que culmina acelerando a multiplicação celular. Portanto, pacientes portadores dessas doenças devem manter uma regularidade maior dos exames: de um modo geral, anualmente após oito anos de doença se portador de colites ou uma vez a cada dois anos se tiver uma doença que afeta um segmento específico do intestino, como diverticulite.</p>
<p><strong>Evite alguns alimentos</strong>: Hábitos alimentares nocivos, como o consumo excessivo de carne vermelha, embutidos, enlatados e defumados excessivamente não são saudáveis para o intestino. A digestão desses alimentos resulta na produção de metabólitos, substâncias tóxicas que podem ser o estopim para transformação genética das células da mucosa no intestino grosso, se muito tempo em contato com a mucosa intestinal. O consumo de carne vermelha deve ser limitado a 200g por semana &#8211; entre uma a duas vezes por semana &#8211; para aqueles em grupo de risco para doenças do intestino, enquanto os outros tipos de alimento devem ser evitados ao máximo. Estudos demonstraram que as carnes processadas aumentam o risco de câncer mais do que o consumo de carne não processada. O motivo é o mesmo: substâncias cancerígenas que são formadas a partir do método de processamento da carne.</p>
<p><strong>Coma mais fibras</strong>: O consumo de frutas, legumes, verduras e grãos integrais aumenta a quantidade de bactérias do intestino, ajudando no seu pleno funcionamento. Com a microbiota (flora intestinal) funcionando a todo vapor, é mais fácil para o órgão suprimir a atividade de outras bactérias que são nocivas e podem formar substancias tóxicas. Além disso, um intestino saudável ajuda a eliminar com regularidade os metabólitos tóxicos do organismo na evacuação. As fibras das frutas, verduras e cereais regularizam o trânsito, diminuindo o tempo de exposição da mucosa intestinal a substâncias potencialmente cancerígenas.</p>
<p><strong>Controle o peso</strong>: Estar com o peso acima do que é considerado saudável também pode ser um fator de risco para o câncer de cólon. Um estudo publicado no American Journal of Epidemiology revelou que a obesidade e acúmulo de gordura abdominal aumentam a probabilidade de uma pessoa desenvolver câncer de cólon e reto. A análise foi liderada por uma especialista da Maastricht University, na Holanda, e contou com a participação de 120 mil adultos holandeses com idade entre 55 e 69 anos. Após avaliar cada um dos indivíduos, os cientistas constataram que homens com sobrepeso significativo ou em início de obesidade tinham um risco 25% maior de ter câncer colorretal. Além disso, aqueles cujo tamanho da cintura era significativamente maior apresentaram um risco 63% maior de ter esse tipo de cancro.</p>
<p>O desequilíbrio metabólico, que inclui sobrepeso, obesidade e diabetes, aumenta o risco de câncer de intestino. E a diminuição da circunferência abdominal interfere nos níveis de insulina e glicose, contribuindo para uma melhor regularização do metaboslismo. O papel da atividade física regular é fundamental para esse equilíbrio.</p>
<p><strong>Faça exercícios</strong>: A prática de exercícios físicos regularmente pode reduzir a incidência de câncer de intestino. Inclua pelo menos de 30 minutos de atividade física moderada em cinco dias da semana &#8211; isso ajudará seu intestino a funcionar melhor, estimulando a movimentação do órgão, além de contribuir para diminuição do estresse e controle do peso, ambos fatores conhecidos para aumentar o risco de câncer.</p>
<p><strong>Modere no álcool</strong>: A relação direta entre álcool e cancro de intestino não está completamente estabelecida, como acontece com carne vermelha, frutas e verduras e exercício físico. Entretanto, é sabido que pessoas que ingerem grandes quantidades de álcool estão em maior risco para desenvolver a doença. Este risco é maior para pessoas que ingerem mais de 45 g de álcool por dia (equivalente a aproximadamente três latas de cerveja de 350 mL, três taças de vinho de 150 mL ou três doses de uísque de 40 mL. Entretanto, é importante lembrar que pequenas quantidades de álcool podem ter efeitos benéficos para a saúde, mas por outro lado mesmo pequenas doses podem ser problemáticas para pessoas com risco para alcoolismo. Dessa forma, é importante ficar atento para o histórico familiar do problema e conversar com seu médico, verificando se é adequado manter o consumo moderado da bebida.</p>
<p><strong>Pare de fumar</strong>: Hoje existem mais de 100 estudos científicos comprovando que o cigarro é causa de cancro de intestino. De forma global, quem fuma tem 18% mais chance de desenvolver cancro de cólon e reto quando comparado ao não-fumante. Isso acontece porque as substâncias tóxicas do cigarro estimulam mutações genéticas em todo o organismo, podendo favorecer uma série de cancros.</p>
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		<title>Cancro de Estômago: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/cancro-estomago</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jul 2017 22:51:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Também conhecido como cancro gástrico, os tumores do estômago aparecem em terceiro lugar na incidência entre homens e em quinto entre as mulheres. O cancro de estômago se apresenta, geralmente, em três tipos distintos: Adenocarcinoma (correspondente a 95% dos casos), Linfoma (3% dos casos) e Leiomiossarcoma (2% dos casos). Adenocarcinomas são um tipo maligno de  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Também conhecido como cancro gástrico, os tumores do estômago aparecem em terceiro lugar na incidência entre homens e em quinto entre as mulheres. O cancro de estômago se apresenta, geralmente, em três tipos distintos: Adenocarcinoma (correspondente a 95% dos casos), Linfoma (3% dos casos) e Leiomiossarcoma (2% dos casos).</p>
<p>Adenocarcinomas são um tipo maligno de tumor que acometem células secretoras e que podem acontecer em qualquer parte do corpo. Já os linfomas são um tipo específico de tumor que afeta células do sistema linfático. Um leiomiossarcoma, por sua vez, é um tipo de tumor que afeta os tecidos que dão origem aos ossos e músculos do corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>Não se sabe ao certo o que causa o cancro de estômago, mas sabe-se que há uma forte correlação entre a infecção pelo H. pilory, uma dieta rica em sal e em alimentos defumados e em conserva e o desenvolvimento de cancro gástrico. Em geral, o cancro de estômago começa quando ocorre um erro no DNA da célula. Essa mutação faz com que a célula cresça e se multiplique rapidamente. As células cancerosas acumuladas formam aquilo que chamamos de tumor, podendo invadir outras partes do corpo também, podendo se espalhar por todo o organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<span style="color: #800000;"><strong>FACTORES DE RISCO</strong></span></h2>
<p>Os médicos apontam alguns fatores como de risco para o desenvolvimento de um cancro no estômago. Conheça-os aqui:</p>
<ul>
<li>Alimentar-se por uma dieta rica em alimentos salgados, defumados e em alimentos de conserva</li>
<li>Ter uma dieta pobre em frutas e legumes</li>
<li>Comer alimentos contaminados</li>
<li>Ter histórico familiar de câncer de estômago</li>
<li>Ter uma infecção pela a bactéria Helicobacter pylori</li>
<li>Sofrer de uma inflamação do estômago a longo prazo</li>
<li>Ter anemia perniciosa</li>
<li>Ser fumante</li>
<li>Apresentar pólipos do estômago</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<strong><span style="color: #800000;">SINTOMAS</span></strong></h2>
<p>Não há sintomas específicos do câncer de estômago, alguns sinais da doença podem, na verdade, ser confundidos com outras doenças gástricas, a exemplo da gastrite, úlcera e outros problemas. Os principais sintomas são:</p>
<ul>
<li>Fadiga</li>
<li>Sensação de inchaço após comer</li>
<li>Sensação de saciedade após ingerir pequenas quantidades de alimentos</li>
<li>Azia grave e persistente</li>
<li>Indigestão grave</li>
<li>Náuseas persistentes e aparentemente sem explicação</li>
<li>Dor de estômago</li>
<li>Vómitos persistentes</li>
<li>Perda de peso não intencional</li>
</ul>
<p>Vómito com sangue ocorre em cerca de 10 a 15% dos casos de câncer de estômago. Também podem surgir sangue nas fezes, fezes escurecidas, pastosas e com odor muito forte (indicativo de sangue digerido). Quando o exame físico está sendo realizado, o paciente com câncer pode sentir dor no momento em que o estômago é apalpado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">DIAGNOSTICO</span></strong></h2>
<p>Para realizar o diagnóstico, o médico pedirá alguns exames específicos, como:</p>
<ul>
<li>Endoscopia</li>
<li>Exames de imagem, especialmente raios-X e tomografia computorizada</li>
</ul>
<p>Outros testes podem ser feitos para determinar a extensão do tumor, como a biopsia, que é o exame feito para confirmar se o tecido afetado é mesmo canceroso. Além disso, é feita uma análise histológica do tumor, que pode se enquadra em um desses quatro estágios:</p>
<p><strong>Estágio I</strong>: Neste estágio, o tumor é limitado à camada de tecido que reveste o interior do estômago. As células cancerosas também podem se espalhar para gânglios linfáticos próximos.</p>
<p><strong>Estágio II</strong>: O cancro cresceu, crescendo para dentro da camada muscular da parede do estômago. Ele também pode se espalhar para mais dos gânglios linfáticos.</p>
<p><strong>Estágio III</strong>: Aqui, o cancro pode ter crescido por meio de todas as camadas do estômago. Ou pode ser um câncer menor que se espalhou de forma mais ampla para os gânglios linfáticos.</p>
<p><strong>Estágio IV</strong>: O cancro se espalhou para áreas mais distantes do corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<strong><span style="color: #800000;">TRATAMENTO</span></strong></h2>
<p>As opções de tratamento disponíveis para o cancro de estômago dependem do estágio da doença. A cirurgia é, geralmente, o meio mais utilizado para curar o paciente. Se estiver com diagnóstico positivo para cancro de estômago, consulte com o seu médico sobre a melhor opção de procedimento cirúrgico. Sessões de quimioterapia e radioterapia também podem ajudar. Elas podem ser feitas também após ou antes da cirurgia, aumentando as possibilidades de cura do paciente. O médico também poderá descrever alguns medicamentos que agem sobre algumas células tumorais específicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<strong><span style="color: #800000;">PREVENÇÃO</span></strong></h2>
<p>Como ainda não está claro o que causa o cancro do estômago, ainda não se sabe uma única maneira de prevenir. Mas pode tomar medidas para reduzir o risco da doença fazendo pequenas mudanças em sua vida quotidiana. Tais como:</p>
<ul>
<li>Comer mais frutas e legumes</li>
<li>Reduzir a quantidade de alimentos salgados e defumados em sua dieta</li>
<li>Parar de fumar</li>
</ul>
<p>Pergunte ao seu médico sobre o seu risco de cancro de estômago para que, juntos, possam encontrar opções de prevenção e tratamentos eficazes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cancro de Pele: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/cancro-de-pele</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 19:56:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cancro da pele é o tipo de tumor mais incidente na população, cerca de 25% dos cancros do corpo humano são de pele. O cancro de pele é definido pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Qualquer célula que compõe a pele pode originar um cancro, logo existem diversos tipos  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O cancro da pele é o tipo de tumor mais incidente na população, cerca de 25% dos cancros do corpo humano são de pele. O cancro de pele é definido pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Qualquer célula que compõe a pele pode originar um cancro, logo existem diversos tipos de cancro de pele. Os cancros de pele podem ser divididos em cancro de pele não melanoma e cancro de pele melanoma. Fique a conhecer os vários tipos de cancro de pele:</strong></p>
<p><strong>Carcinoma Basocelular (Não melanoma)</strong>: O carcinoma basocelular é o tipo de cancro de pele mais comum, constituindo cerca de 70% dos casos mas, felizmente, é o tipo menos agressivo. Este tipo de cancro tem este nome por ser um tumor constituído de células basais, comuns da pele. Essas células começam a se multiplicar de forma desordenada, dando origem ao tumor. O carcinoma basocelular apresenta um crescimento muito lento, que dificilmente invade outros tecidos e causa metástase. Este cancro é encontrado frequentemente nas partes do corpo que ficam mais expostas ao sol, como o rosto e o pescoço. O nariz é a localização mais frequente, com cerca de 70% dos casos, mas também pode ocorrer na orelha, canto interno do olho e outras partes do rosto. Quando o tumor é retirado precocemente, as chances de cura são altas.</p>
<p><strong>Carcinoma Espinocelular (Não melanoma)</strong>: O carcinoma espinocelular é o segundo tipo mais comum de cancro de pele, sendo responsável por cerca de 20% dos tumores cutâneos não melanoma. Frequentemente, o carcinoma espinocelular cresce nas áreas mais expostas ao sol, como couro cabeludo e orelhas, sendo mais predominante em pacientes a partir da sexta ou sétima década de vida. O carcinoma espinocelular se forma a partir das células epiteliais e do tegumento (todas as camadas da pele e mucosa), ocorrendo em todas as etnias e com maior frequência no sexo masculino. A sua evolução é mais agressiva e pode atingir outros órgãos, caso não seja retirado com rapidez. Ele apresenta uma maior capacidade de metástase do que o carcinoma basocelular.</p>
<p><strong>Melanoma</strong>: O cancro de pele melanoma é o tumor maligno originário dos melanócitos (células que produzem pigmento) e ocorre em partes como pele, olhos, orelhas, trato gastrointestinal, membranas mucosas e genitais. Um dos tumores mais perigosos, o melanoma tem a capacidade de invadir qualquer órgão, criando metástases, inclusive no cérebro e coração. Portanto, é um cancro letal, o melanoma cutâneo tem incidência bem inferior aos outros tipos de cancros de pele, mas a sua incidência está a aumentar no mundo inteiro. Há diversos tipos clínicos de melanoma, como o melanoma nodular, melanoma lentigioso acral, melanoma maligno disseminado e melanoma maligno lentigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o cancro de pele não está relacionada apenas à radiação solar. Outros fatores, como úlceras, processos inflamatórios crónicos na pele, exposição no trabalho ao arsénico, radioterapia e cicatrizes ou queimaduras na pele também podem contribuir para o desenvolvimento do cancro de pele. Ter um histórico familiar de melanoma também aumenta o risco de ocorrência do cancro de pele. Há também as pintas espalhadas pelo corpo, pois algumas são mais propensas a desenvolver a doença. Pessoas que já tiveram algum melanoma também têm maior risco de ter outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>FACTORES DE RISCO</strong></span></h2>
<p>O cancro de pele tem como principais fatores de risco:</p>
<p><strong>Exposição solar</strong>: Pessoas que se expuseram muito tempo ao sol ao longo da vida sem proteção adequada têm um risco aumentado para cancro de pele. Isso porque a exposição solar desprotegida agride a pele, causando alterações celulares que podem levar ao cancro de pele. Quantas mais queimaduras solares a pessoa sofreu durante a vida, maior é o risco do um cancro de pele.</p>
<p><strong>Idade e sexo</strong>: O cancro de pele incide preferencialmente na idade adulta, a partir da quinta década de vida, uma vez que quanto mais avançada a idade maior é o tempo de exposição solar da pele. Também é um cancro que atinge homens com mais frequência do que mulheres.</p>
<p><strong>Características da pele</strong>: Pessoas com a pele, cabelos e olhos claros têm mais chances de sofrer cancro de pele, assim como aquelas que têm albinismo ou sardas pelo corpo. Uma pele que sempre se queima e nunca bronzeia quando exposta ao sol também corre mais risco. Aqueles que têm muitos nevos (pintas) espalhados pelo o corpo também devem ficar atentos a qualquer mudança, como aparecimento de novas pintas ou alterações na cor e formato daquelas que já existem. Pessoas com pintas ou manchas de tamanhos grandes também devem ficar atentas.</p>
<p><strong>Histórico familiar</strong>: O cancro de pele é mais comum em pessoas que têm antecedentes familiares da doença. Nesses casos, principalmente se associado a outros fatores de risco, o rastreamento com o dermatologista deve ser mais intenso.</p>
<p><strong>Histórico pessoal</strong>: Pessoas que já tiveram um cancro de pele ou uma lesão pré-cancerosa anteriormente têm mais chances de sofrer com o tumor. Caso a pessoa já tenha sido tratada para um determinado tipo de cancro de pele e ele retorna, o processo é chamado de recidiva.</p>
<p><strong>Imunidade enfraquecida</strong>: Pessoas com o sistema imunológico enfraquecido têm um risco aumentado de cancro de pele. Isso inclui as pessoas que têm a leucemia ou linfoma, pacientes que tomam medicamentos que suprimem o sistema imunológico, ou então aqueles que foram submetidos a transplantes de órgãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p>O cancro de pele varia muito na aparência. Alguns podem mostrar várias alterações na pele, enquanto outros podem ter apenas uma ou duas características incomuns. Por isso, como regra geral, qualquer novo sinal na pele ou mudança em uma pinta/mancha que já existia deve servir de alerta para procurar um dermatologista. É importante procurar um médico sempre que notar uma nova lesão, ou quando uma lesão antiga tiver algum tipo de modificação. Existe uma regra didática para os pacientes, cujo objetivo é reconhecer um cancro de pele no seu estágio inicial:</p>
<ul>
<li>Assimetria: Imagine uma divisão no meio da pinta e verifique se os dois lados são iguais. Se apresentarem diferenças deve ser investigado</li>
<li>Bordas irregulares: Verifique se a borda está irregular, serrilhada, não uniforme.</li>
<li>Cor: Verificar se há várias cores misturadas em uma mesma pinta ou mancha.</li>
<li>Diâmetro: Veja se a pinta ou mancha está a crescer progressivamente.</li>
</ul>
<p>Fique a conhecer os diferentes sintomas para os diferentes tipos de cancro da pele:</p>
<p><strong>Carcinoma basocelular</strong><br />
O carcinoma basocelular pode apresentar apenas uma aparência levemente diferente da pele normal, sendo mais comum no rosto, pescoço e outras partes que ficam muito expostas ao sol. Ele se parece com uma protuberância (nódulo) que:</p>
<ul>
<li>Tem aparência perolada, como se fosse recoberto de cera</li>
<li>Pode ser branca, rosa claro, bege ou marrom</li>
<li>Sangra com facilidade</li>
<li>Se parece com uma ferida que não cicatriza</li>
<li>Pode formar crosta e vazar algum líquido.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Carcinoma espinocelular</strong><br />
As localizações mais comuns para o aparecimento do carcinoma espinocelular são as áreas expostas ao sol, sendo que 70% dos casos ocorrem sobre a cabeça (couro cabeludo e orelhas), pescoço e dorso das mãos, e 15% desses tumores acometem os membros superiores. É comum na boca e pode ocorrer também nas membranas mucosas e genitais. Ele apresenta como uma mancha ou caroço (nódulo) que:</p>
<ul>
<li>Mostra sinais de dano solar na pele, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade</li>
<li>Tem cor avermelhada</li>
<li>Tem aparência mais endurecida, com descamação e crostas no local, podendo vazar algum líquido</li>
<li>Tem crescimento rápido (em geral meses)Se parece com uma ferida que não cicatriza.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Melanoma</strong><br />
O melanoma pode ocorrer na pele, olhos, nas orelhas, no trato gastrointestinal, nas membranas mucosas e genitais. As áreas mais comuns são o dorso para os homens e os braços e pernas para as mulheres. Os primeiros sinais e sintomas de melanoma são frequentemente:</p>
<ul>
<li>Uma mudança em uma mancha ou pinta existente</li>
<li>O desenvolvimento de uma nova mancha ou pinta bem pigmentada ou de aparência incomum em sua pele</li>
<li>Outras mudanças suspeitas podem incluir coceira, comichão, sangramento e a não cicatrização da área.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>DIAGNOSTICO</strong></span></h2>
<p>O diagnóstico é feito pela avaliação clínica e um exame anátomo patológico do tecido suspeito, conhecido por biopsia, dermatoscopia e/ou microscopia confocal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>TRATAMENTO</strong></span></h2>
<p>O tratamento mais indicado para o cancro de pele é a cirurgia para retirada do tumor. Entretanto, algumas pessoas podem não ter indicação para cirurgia, no geral, idosos com alguma comodidade ou pessoas acamadas, que tem dificuldade de locomoção. Há outras situações em que a cirurgia somente pode não ser suficiente para a retirada total do tumor, ou que o comportamento deste possa pedir outras medidas. Nesses casos, o médico pode indicar outros tratamentos para erradicação do cancro de pele, que variam conforme o tipo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>PREVENÇÃO</strong></span></h2>
<p>Previna-se sempre da exposição do sol, mesmo nas horas onde a força do sol é mais fraco. Fique a conhecer como se prevenir:</p>
<p><strong>Cuidado com a exposição solar</strong>: É extremamente importante evitar a exposição solar sem proteção adequada para prevenir o cancro de pele. Para isso, é necessário adotar uma série de hábitos:</p>
<ul>
<li>Usar <a href="https://monizsilva.co.ao/p/avene-solar-spf30-50ml">filtro solar FPS no mínimo 30</a>, diariamente. Reaplique-o pelo menos mais duas vezes durante o dia e espere pelo menos 30 minutos após a aplicação para se expor ao sol.</li>
<li>Procure evitar os momentos de maior insolação do dia e fique na sombra o máximo tempo que puder. O sol emite vários tipos de radiação, sendo os tipos UVA e UVB os mais conhecidos. Os raios UVB são os mais prejudiciais, responsáveis por aquela pele avermelhada, que fica arder, e sua concentração é maior nos horários centrais do dia, quando o sol está mais forte. Já os raios UVA são aqueles que deixam a pele bronzeada e oferecem menos risco</li>
<li>Além do protetor solar, use protetores físicos, como chapéus e óculos de sol.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conheça sua pele</strong>: Examinar a sua pele periodicamente é uma maneira simples e fácil de detectar precocemente o cancro de pele. Com a ajuda de um espelho, o paciente pode enxergar áreas que raramente consegue visualizar. É importante observar se há manchas que coçam, descamam ou sangram e que não conseguem cicatrizar, além de perceber se há pintas que mudaram de tamanho, forma ou cor. O diagnóstico precoce é muito importante, já que a maioria dos casos detectados no início apresenta bons índices de cura.</p>
<p><strong>Procure um dermatologista</strong>: É importante que as pessoas com fatores de risco sejam acompanhadas por um dermatologista. Em casos mais arriscados, a recomendação do médico pode ser a prevenção absoluta contra exposição solar. Nessas situações, pode ser que o especialista receite suplementação de <a href="https://monizsilva.co.ao/importancia-vitamina-d">vitamina D</a>, para evitar a deficiência e conseguir manter o paciente o mais longe possível do sol. Para pacientes que já sofreram como cancro de pele e foram tratados, é ainda mais importante o acompanhamento de um dermatologista. Uma vez tratado, o paciente com cancro de pele não deve ser abandonado nunca. O dermatologista irá acompanhar o local de onde o cancro foi retirado, principalmente a pele no entorno, e cuidar para que o tumor tenha sido completamente removido e tratado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cancro do Pulmão: Causas, Sintomas e Tratamento</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/cancro-do-pulmao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 19:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cancro de pulmão é um dos tipos de cancro mais comuns. É agressivo e tem as maiores taxas de mortalidade de cancro no mundo. Atinge ambos os sexos, mas com maior incidência em homens do que em mulheres e a faixa etária frequentemente acometida é de 60 anos a 70 anos. O cancro de  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O cancro de pulmão é um dos tipos de cancro mais comuns. É agressivo e tem as maiores taxas de mortalidade de cancro no mundo. Atinge ambos os sexos, mas com maior incidência em homens do que em mulheres e a faixa etária frequentemente acometida é de 60 anos a 70 anos. O cancro de pulmão desenvolve-se a partir do crescimento desordenado das células provocando o aparecimento de um tumor. Este tumor tem a capacidade de se disseminar para outras partes do corpo.</strong></p>
<p>Os diferentes tipos de cancro de pulmão podem aparecer também em diferentes tipos de células que pertencem ao órgão, por exemplo, células dos brônquios, dos bronquíolos ou dos alvéolos e são divididos em carcinoma de pequenas células e carcinoma de células não pequenas, o mais comum, subdividido ainda em adenocarcinomas e os carcinomas epidermóide.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>O hábito de fumar ou de estar exposto ao cigarro mesmo não sendo fumante (conhecido como fumo passivo) é uma das principais causas do cancro de pulmão. Dados mostram que 9 dentre 10 casos de cancro de pulmão são devidos ao cigarro. O fumo do cigarro é repleta de agentes causadores de cancro, os carcinógenos. Esses compostos, quando em contato com as células do tecido pulmonar, causam lesões que levam ao surgimento da massa tumoral. Quanto maior o período da exposição, ou seja, quanto mais tempo e mais cigarros a pessoa fumar, maior será a lesão e os riscos de cancro. Além do fumo, há outros agentes químicos que atuam como carcinógenos e lesionam as células pulmonares. Dentre eles:</p>
<ul>
<li>Arsénio</li>
<li>Asbestos</li>
<li>Poluentes, pesticidas e herbicidas</li>
<li>Radônio</li>
<li>Solventes químicos, cloreto de vinila</li>
<li>Metais como crómio, níquel, cádmio</li>
<li>Berílio</li>
</ul>
<p>A exposição a esses compostos normalmente se dá em trabalhadores de mineração, lavouras ou laboratórios químicos. Por fim, cientistas têm mostrado que causas genéticas podem também ser a causa do cancro de pulmão, especialmente em não fumantes e fumantes passivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>FACTORES DE RISCO</strong></span></h2>
<p>O principal fator de risco para o desenvolvimento do cancro de pulmão é o tabagismo. Estima-se que 90% dos casos de cancro são associados com a prática de tabagismo. Aparentemente, indivíduos que tem no histórico familiar parentes de primeiro grau com cancro de pulmão apresentam risco levemente aumentado para o desenvolvimento da doença. A exposição à poluição do ar, infecções pulmonares de repetição, deficiência e excesso de vitamina A, doença pulmonar obstrutiva crónica e fatores genéticos também favorecem o desenvolvimento deste tipo de cancro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p>Na fase inicial, o cancro de pulmão não apresenta sintomas e quando os sintomas se manifestam a doença pode estar em estágio avançado. Os sintomas podem ser variados e dependem do estágio da doença e dos outros locais em que as metástases se espalharam. Os sintomas mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Tosse</li>
<li>Falta de ar</li>
<li>Perda de peso</li>
<li>Tosse com sangue</li>
<li>Cansaço</li>
<li>Dor torácica</li>
<li>Náuseas</li>
<li>Vómitos</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>DIAGNÓSTICO</strong></span></h2>
<p>É difícil estabelecer o diagnóstico precoce da doença, quando realizado o paciente já é sintomático e pode estar com metástases espalhadas em outras regiões do corpo. Exames de imagem para o estadiamento da doença e a broncoscopia (endoscopia respiratória) deve ser realizada para avaliar a árvore traqueobrônquica e, eventualmente, permitir a biopsia. A biopsia permite a identificação do tipo de cancro para definir o melhor tratamento.</p>
<p>Existe um método que auxilia no diagnóstico precoce, indicado para pacientes acima de 55 anos e fumantes que é a tomografia computadorizada de baixa radiação. Nesses casos, as chances de o tratamento ser cirúrgico e as taxas de cura são altas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">TRATAMENTO</span></strong></h2>
<p>O melhor tratamento para cada caso é indicado após resultado da biopsia, pois cada subtipo do cancro de pulmão é tratado de forma específica, dependendo do tipo do cancro, do estágio da doença e das condições gerais do paciente. O tratamento pode ser cirúrgico, com quimioterapia ou radioterapia, que podem ser isolados ou em combinação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>PREVENÇÃO</strong></span></h2>
<p>A grande maioria dos casos de cancro de pulmão são associados com o tabagismo, sendo assim, a maioria dos casos poderiam ser evitados com a diminuição do vício de fumar. Uma vez que o consumo de derivados do tabaco está na origem de 90% dos casos, independentemente do tipo, não fumar é o primeiro cuidado para prevenir a doença. Uma <a href="https://monizsilva.co.ao/como-emagrecer-com-saude">dieta saudável</a> com consumo de frutas e verduras também é recomendado e ao primeiro sinal de sintomas deve procurar ajuda médica.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://monizsilva.co.ao/cancro-do-pulmao">Cancro do Pulmão: Causas, Sintomas e Tratamento</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://monizsilva.co.ao">Farmácias MonizSilva</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça os Hábitos que Reduzem o Risco de Cancro</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/conheca-habitos-que-reduzem-risco-cancro</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Feb 2017 23:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reduzir o risco de cancro pode ser um passo importante na luta contra este mal, apesar de não ser algo que possa ser evitado tão facilmente por causa de sua natureza complexa, podemos mudar alguns hábitos que favorecem diretamente essa doença como tabagismo e má alimentação, entre muitos outros.     O QUE É O  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Reduzir o risco de cancro pode ser um passo importante na luta contra este mal, apesar de não ser algo que possa ser evitado tão facilmente por causa de sua natureza complexa, podemos mudar alguns hábitos que favorecem diretamente essa doença como tabagismo e má alimentação, entre muitos outros.</strong></p>
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<p><span style="color:#660000;"><span style="font-size:22px;"><strong>O QUE É O CANCRO?</strong></span></span></p>
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<p>A palavra cancro é utilizada genericamente para identificar um vasto conjunto de doenças que são os tumores malignos. Os tumores malignos são muito diversos, havendo causas, formas de evolução e tratamentos diferentes para cada tipo. Há, porém, uma característica comum a todos eles: a divisão e o crescimento descontrolado das células.</p>
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<p><span style="color:#660000;"><span style="font-size:22px;"><strong>QUAIS SÃO OS TIPOS DE CANCRO?</strong></span></span></p>
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<p>Os cancros classificam-se de acordo com o tipo de células avaliado pela anatomia patológica, em:<br /><strong>Carcinoma</strong>: Tumor maligno que se origina em tecidos que são compostos por células epiteliais, ou seja, que estão em contacto umas com as outras, formando estruturas contínuas, como, por exemplo, a pele, as glândulas, as mucosas. Aproximadamente 80 por cento dos tumores malignos são carcinomas.</p>
<p><strong>Sarcoma</strong>: Tumor maligno que tem origem em células que estão em tecidos de ligação, por exemplo ossos, ligamentos, músculos, etc. Nestes, as células estão unidas por substância intercelular e não são epitélios, são tecidos conjuntivos.</p>
<p><strong>Leucemia</strong>: Vulgarmente conhecida como o cancro no sangue. As pessoas com leucemia apresentam um aumento considerável dos níveis de glóbulos brancos (leucócitos). Neste caso, as células cancerosas circulam no sangue e não há normalmente um tumor propriamente dito.</p>
<p><strong>Linfoma</strong>: Cancro no sistema linfático. O sistema linfático é uma rede de gânglios e pequenos vasos que existem em todo o nosso corpo e cuja função é a de combater as infecções. O linfoma afecta um grupo de células chamadas linfócitos. Os dois tipos de linfomas principais são o linfoma de Hodgkin e o linfoma não Hodgkin.</p>
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<p><strong><span style="color:#660000;"><span style="font-size:22px;">HÁBITOS QUE AJUDAM A PREVENIR O C</span></span></strong><strong><span style="color:#660000;"><span style="font-size:22px;">ANCRO</span></span></strong></p>
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<p><strong>Reduza o consumo de gordura e açúcar</strong>: Menos é mais quando se trata deste grupo de alimentos que são muito prejudiciais para a saúde global de todas as pessoas.</p>
<p><strong>Reduza o consumo de álcool</strong>: O consumo exagerado de bebidas alcoólicas é um fator de risco para alguns tipos de cancro, como o da boca e da garganta, beber menos é uma forma inteligente de reduzir o risco de cancro.</p>
<p><strong>Comer menos sal</strong>: Esteja ciente, não só do sal que você adiciona à sua comida, mas também o teor de sal de outros alimentos como pão, embutidos e outros alimentos industrializados.</p>
<p><strong>Deixe de fumar</strong>: O tabaco é o responsável mais direto do cancro do pulmão. Também está associado ao cancro da boca, laringe e bexiga.</p>
<p><strong>Sedentarismo</strong>: A atividade física diária é de extrema importância para uma vida mais saudável. Uma dica é caminhar, por cerca de 30 minutos, todos os dias da semana.</p>
<p><strong>Alimentação</strong>: Se alimentar bem, com alimentos ricos em nutrientes, como frutas, legumes, verduras, cereais, pode evitar o surgimento de diversas doenças, inclusive o cancro.</p>
<p><strong>Proteja-se do sol</strong>: O protetor solar não deve andar apenas no saco da praia. Deve aplicar protetor solar diariamente nas zonas que vão estar expostas, como o rosto e a zona do decote.</p>
<p><strong>Mantenha um peso adequado</strong>: Manter um peso saudável ajuda a diminuir o risco de vários tipos de cancro, como o cancro da mama, próstata, pulmão, cólon e rim.</p>
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<p><span style="color:#660000;"><span style="font-size:22px;"><strong>CONSIDERAÇÕES FINAIS</strong></span></span><br />
Ao contrário do que se possa pensar, a maioria dos cancros não resulta de fatores hereditários que passam de geração em geração. Segundo a American Cancer Society, apenas 5 a 10% dos cancros são hereditários pelo que a esmagadora maioria das vezes, o cancro resulta de fatores ambientes, como o meio em que a pessoa vive e o seu estilo de vida. Por isso, na luta contra o cancro é muito importante adotar hábitos saudáveis e, ao mesmo tempo, fazer exames de rastreio regulares para detectar eventuais doenças de forma precoce.</p>
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		<title>Luanda Ganha Unidade de Diagnóstico Precoce do Cancro da Mama</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/luanda-ganha-unidade-diagnostico-precoce-cancro-mama</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 23:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova unidade de prevenção, monitoramento e tratamento do cancro da mama desde 21 de Fevereiro, funciona na capital angolana, numa iniciativa da Luanda Medical Center destinada ao diagnóstico precoce deste. A propósito, a cirurgiã oncológica da Luanda Medical Center, Irina Jacinto, disse que o centro visa o diagnóstico precoce do cancro da mama, através  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma nova unidade de prevenção, monitoramento e tratamento do cancro da mama desde 21 de Fevereiro, funciona na capital angolana, numa iniciativa da Luanda Medical Center destinada ao diagnóstico precoce deste.</strong></p>
<p>A propósito, a cirurgiã oncológica da Luanda Medical Center, Irina Jacinto, disse que o centro visa o diagnóstico precoce do cancro da mama, através do rastreio e acompanhamento ao eventual paciente, a ser levado a cabo por uma equipa multidisciplinar, constituída por radiologistas, patologistas e cirurgião.</p>
<p>Apelou as mulheres a procurarem o médico sempre que detectarem algo estranho na mama. Por sua vez, o director do Instituto Angolano de Controlo de Cancro, Fernando Miguel, louvou a iniciativa desta instituição privada, alegando que o cancro da mama deve ser combatido juntando os vários esforços existentes no país.</p>
<p>Frisou que esta doença lidera as estatísticas do instituto e, por isso, tem merecido uma especial atenção. Aconselhou as mulheres a partir dos 35 anos para procurarem um profissional de saúde para o exame de mamografia, de modo a saber o seu estado de saúde.</p>
<p><strong>O cancro da mama quando começa não é visível, nem palpável. A mamografia pode ajudar na sua descoberta e facilitar o controlo da doença.</strong></p>
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		<title>Conhece os Vários Sintomas do Cancro da Mama?</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/conhece-varios-sintomas-cancro-mama</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2017 23:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, o cancro da mama é o cancro mais comum diagnosticado em mulheres. Ele ocorre quando as células cancerosas crescem a partir de tecido mamário. O tecido da mama inclui os lóbulos e ductos da mama, juntamente com o tecido adiposo e conjuntivo. Este cancro  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de <a href="/saude/doencas">Doenças</a>, o cancro da mama é o cancro mais comum diagnosticado em mulheres. Ele ocorre quando as células cancerosas crescem a partir de tecido mamário. O tecido da mama inclui os lóbulos e ductos da mama, juntamente com o tecido adiposo e conjuntivo. Este cancro é mais frequente em <a href="/saude/categoria/mulher">mulheres</a>, embora possa ocorrer em homens, estes representam menos de 1% dos casos. A maioria dos diagnósticos são feitos após os 50 anos, sendo que, menos de 5% dos casos surgem em mulheres abaixo dos 30 anos.</p>
<h2>QUAIS OS SINTOMAS DO CANCRO DA MAMA?</h2>
<p>Cada tipo de cancro de mama pode causar uma variedade de sintomas. Às vezes não há sintomas, especialmente em seus estágios iniciais, além disso, o tumor pode ser muito pequeno para ser sentido, mas uma anormalidade pode ser vista em uma mamografia. Quanto mais cedo o cancro da mama for detectado, mais fácil pode ser o tratamento. É por isso que a detecção precoce é tão importante. Aqui estão alguns sintomas do cancro de mama que você deve estar consciente.</p>
<p><strong>Nódulo na mama</strong>: Para muitas mulheres, sentir um nódulo na mama é um dos primeiros sintomas do cancro de mama. Ele não tem de ser um nódulo doloroso, embora alguns sejam. É uma boa ideia fazer o exame de cancro da mama todos os meses para conhecer o seu tecido mamário. Desta forma, você vai notar se um nódulo suspeito se formou.</p>
<p><strong>Alterações na pele da mama</strong>: Algumas mulheres notam uma mudança na sua pele do seio. Existem vários subtipos raros de cancro da mama que apresentem alterações na pele, e estes sintomas podem ser confundidos com uma infecção. Alterações que precisa ficar em alerta incluem:</p>
<ul>
<li>Irritação</li>
<li>Mamas quentes</li>
<li>Coceira</li>
<li>Endurecimento</li>
<li>Vermelhidão</li>
<li>Espessamento da pele</li>
<li>Ondulações do tecido</li>
<li>Textura semelhante à de uma laranja</li>
</ul>
<p><strong>Alterações no mamilo</strong>: O seu mamilo também pode exibir sintomas do cancro de mama. <a href="/farmacias">Consulte o seu médico</a> se você notar uma inversão súbita dos mamilos para dentro, dor, secreção, crostas ou descamação no mamilo, que é um caso raro de cancro de mama chamado doença de Paget.</p>
<p><a href="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/02/como-fazer-o-autoexame-da-mama_20392_l.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-16376" src="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/02/como-fazer-o-autoexame-da-mama_20392_l.jpg" alt="como-fazer-o-autoexame-da-mama_20392_l" width="640" height="427" srcset="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/02/como-fazer-o-autoexame-da-mama_20392_l-200x133.jpg 200w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/02/como-fazer-o-autoexame-da-mama_20392_l-300x200.jpg 300w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/02/como-fazer-o-autoexame-da-mama_20392_l-400x267.jpg 400w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/02/como-fazer-o-autoexame-da-mama_20392_l-500x334.jpg 500w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/02/como-fazer-o-autoexame-da-mama_20392_l-600x400.jpg 600w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/02/como-fazer-o-autoexame-da-mama_20392_l.jpg 640w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p><strong>Dor e alterações nas axilas</strong>: O tecido da mama se estende sob os braços, e o cancro pode se espalhar através dos gânglios linfáticos sob os braços. Embora esses nódulos são geralmente indolores, eles podem ser sensíveis. Consulte o seu médico se detectar quaisquer caroços ou áreas anormais no espaço em torno de seus seios até as axilas.</p>
<p><strong>Dor na mama ou no mamilo</strong>: A dor geralmente não é um sintoma do cancro de mama, mas é algo que você deve consultar com o seu médico, particularmente se for uma dor na mama ou mamilo que não desaparece.</p>
<p><strong>Secreção no mamilo</strong>: Se você notar alguma libertação de líquido pelo mamilo, especialmente sangue, seja nas duas ou somente uma mama, você deve consultar um médico para uma avaliação.</p>
<p><strong>Assimetria entre as duas mamas</strong>: Compare as suas duas mamas em frente ao espelho e observe se há alguma diferença de tamanhos, como por exemplo, uma maior que a outra. Fique atenta também a presença de um sulco na mama, como se fosse um afundamento de uma parte da mama.</p>
<h2>CONSIDERAÇÕES FINAIS</h2>
<p>Se tiver algum destes sintomas, isso não significa que você definitivamente tem cancro de mama. Infecções, por exemplo, também podem causar sintomas como estes. No entanto, é preciso consultar um médico para fazer os exames necessários e tirar qualquer dúvida. <strong>O exame do cancro da mama deve fazer parte da sua rotina mensal de cuidados de saúde!</strong></p>
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