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	<title>Info &#8211; Farmácias MonizSilva</title>
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		<title>Dor de Cabeça: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/dor-de-cabeca</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jul 2017 23:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[Outras Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dor de cabeça é a dor em qualquer região da cabeça, as dores de cabeça podem ocorrer em um ou em ambos os lados da cabeça, serem isoladas em determinada localização, irradiarem pela cabeça de um ponto ou a outro, serem latejantes ou uma sensação de dor surda. As dores de cabeça podem aparecer gradualmente  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dor de cabeça é a dor em qualquer região da cabeça, as dores de cabeça podem ocorrer em um ou em ambos os lados da cabeça, serem isoladas em determinada localização, irradiarem pela cabeça de um ponto ou a outro, serem latejantes ou uma sensação de dor surda. As dores de cabeça podem aparecer gradualmente ou de repente, e podem durar menos de uma hora ou durante vários dias.</p>
<p>Existem mais de 200 tipos de dor de cabeça. Seus sintomas de dor de cabeça podem ajudar o médico a determinar a causa e o tratamento adequado. A maioria das dores de cabeça não é resultado de uma doença grave, mas algumas podem resultar de uma condição com risco de vida que requer cuidados de emergência. Dores de cabeça são geralmente classificados por causa:</p>
<p><strong>Cefaleias primárias</strong>: Uma dor de cabeça primária é causada por problemas com hiperatividade ou a partir de estruturas sensíveis à dor em sua cabeça. A cefaleia primária não é um sintoma de uma doença subjacente &#8211; ou seja, a dor é o mal por si só. Entre os gatilhos para cefaleias primárias estão atividade química cerebral alterada e os nervos ou vasos sanguíneos de seu crânio contraídos ou os músculos da cabeça e pescoço contraídos. A dor de cabeça também pode ser causada por uma combinação desses fatores. Algumas pessoas podem carregar genes que os tornam mais propensos a desenvolver essas dores de cabeça.</p>
<p><strong>Cefaleias secundárias</strong>: Uma dor de cabeça secundária é um sintoma de uma doença. Existem diversas condições que podem causar dor de cabeça, a depender da gravidade do problema. Fontes de cefaleias secundárias incluem:</p>
<ul>
<li>Sinusite aguda</li>
<li>Coágulo de sangue (trombose venosa) dentro do cérebro</li>
<li>Aneurisma cerebral</li>
<li>Cérebro com malformação arteriovenosa ou uma formação anormal de vasos sanguíneos do cérebro</li>
<li>Tumor cerebral</li>
<li>Intoxicação por monóxido de carbono</li>
<li>Concussão</li>
<li>Desidratação</li>
<li>Problemas dentários</li>
<li>Otite</li>
<li>Arterite (inflamação do revestimento das artérias)</li>
<li>Glaucoma</li>
<li>Ressaca</li>
<li>Gripe</li>
<li>Rupturas de vasos sanguíneos no cérebro</li>
<li>Medicamentos para o tratamento de outras doenças</li>
<li>Meningite</li>
<li>Uso excessivo de medicação para a dor</li>
<li>Ataques de pânico</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">CAUSAS</span></strong></h2>
<p>Existem diversos gatilhos para a dor de cabeça. Conheça as causas mais comuns:</p>
<p><strong>Stress</strong>: Sabe-se que o stress liberta doses dos hormônios adrenalina e cortisol, responsáveis por um aumento da frequência cardíaca. Isso pode causar dor de cabeça por conta de uma vaso-constrição dos vasos que irrigam a cabeça. A rotina stressante e a pressão da chefia podem ser a causa das dores constantes. A pressão, as cobranças e o medo de perder um cargo cobiçado geram mais stress.</p>
<p><strong>Muito calor</strong>: Um estudo realizado com sete mil pacientes do Centro Médico Beth Israel Deaconess, nos Estados Unidos, descobriu que a incidência de dores na cabeça causadas por enxaqueca, tensão ou outras causas aumenta cerca de 7,5% para cada 5°C a mais na temperatura. Além do calor, outros fatores ambientais como pressão, humidade e poluição do ar influenciam no aparecimento das dores. Isso ocorre porque o calor, ao facilitar a desidratação, desequilibra o processo de entrada e saída de sódio e potássio das células, causando um distúrbio metabólico que facilita a cefaleia.</p>
<p><strong>Dormir mal</strong>: Dormir mal faz com que a quantidade do hormônio melatonina diminua. Esse hormônio ajuda a evitar o a dor, especialmente a enxaqueca, ao favorecer a síntese de analgésicos naturais. Além disso, quem dorme mal tende a sofrer mais com stress.</p>
<p><strong>Alguns alimentos</strong>: Se tem enxaqueca, sofre de dores de cabeça facilmente, ou está com aquela dor chata, evite os seguintes alimentos:</p>
<ul>
<li>Chocolate</li>
<li>Café</li>
<li>Chás pretos</li>
<li>Queijos amarelos</li>
<li>Álcool</li>
<li>Frutas cítricas</li>
<li>Cebola</li>
<li>Alho</li>
<li>Gelados</li>
</ul>
<p>Estes alimentos possuem substâncias que podem disparar o gatilho da dor. No caso do gelado, há uma contração dos vasos, através da sensação de frio que o palato sofre. É como se o organismo estivesse dando um alerta para a diminuição repentina da temperatura.</p>
<p><strong>Pular refeições</strong>: Ficar muito tempo sem comer pode causar hipoglicemia, ou seja, uma baixa nos níveis de açúcar no sangue. Essa baixa pode estimular indiretamente a libertação de adrenalina, que provoca a vasoconstrição, causando dor.</p>
<p><strong>Postura incorreta</strong>: A má postura pode causar uma dor conhecida como cefaleia tensional. Os nervos da coluna acabam ficando comprimidos com a posição incorreta e a dor é irradiada para a cabeça. Além disso, no caso das dores crónicas, a causa pode ser uma hérnia de disco, cervical, bico de papagaio e osteoporose.</p>
<p><strong>Esforço exagerado</strong>: Depois da academia e até do sexo, muita gente sente uma leve dor incómoda que, no caso de quem tem enxaqueca, pode ser até uma dor mais intensa. Existe uma causa conhecida pelos médicos como cefaleia pós-esforço. No entanto, essa dor de cabeça também pode ser indício de algo mais sério, como um aneurisma. O efeito também pode ser inverso &#8211; ou seja, o sedentarismo pode aumentar o risco de enxaqueca, uma vez que a prática de exercício regular, sem exagero, ajuda na vasodilatação, reduzindo os episódios de dor de cabeça.</p>
<p><strong>Cheiros fortes</strong>: Não se conhece a fundo a relação entre alguns cheiros e a dor de cabeça, mas existem odores desencadeantes da cefaleia. Perfumes fortes, gasolina, solventes e cheiro de cigarro, quando em uma exposição prolongada, facilitam o aparecimento da dor de cabeça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<span style="color: #800000;"><strong>FACTORES DE RISCO</strong></span></h2>
<p>Preocupação frequente entre quem sofre de dores de cabeça fortes e constantes, na maioria dos casos o que pode ser a possibilidade de um aneurisma cerebral não passa de um caso de cefaleia crónica. A dor de cabeça pode ser, sim, um indício de aneurisma, mas isso só quando apresenta um início súbito, rapidamente progressivo e diferente das dores de cabeça habituais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<span style="color: #800000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p>O reconhecimento de fatores precipitantes pode ajudar no estabelecimento do diagnóstico da cefaleia, um exemplo bem típico é o desencadeamento instantâneo de crises de cefaleia em salvas após ingestão de álcool, ou àquelas desencadeadas por consumo de queijos, vinhos. Algumas cefaleias podem ser acompanhadas de sintomas que antecedem a dor propriamente dita, como alterações visuais de curta duração (aura visual), pontos luminosos na visão (escotomas cintilantes) , irritação, astenia, falta de apetite e depressão.</p>
<p>A dor pode ser de característica pulsátil, latejante, pressão, aperto, fincadas, ardência, lancinante, além de fraca, moderada, intensa, constante ou em salvas. Também pode ser unilateral, bilateral, holocraniana (toda cabeça), frontal, retrocular, occiptal ou mesmo seguindo o padrão de distribuição das divisões do nervo trigêmio na face.</p>
<p>As dores de cabeça também podem se manifestar associadas à sintomatologia autômica (náuseas, vómitos, hiperemia ocular, lacrimejamento, obstrução nasal, sensibilidade à luz e ao som) ou mesmo sistémica, como perda de peso recente, febre, mal estar, cansaço e inapetência, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">DIAGNOSTICO</span></strong></h2>
<p>O diagnóstico é baseado na compreensão da fisiopatologia das dores de cabeça, na obtenção de uma história clínica e realização de um exame físico e neurológico cuidadoso e completos, afim de formular um diagnóstico diferencial. Dependendo do caso, geralmente naquelas de caráter secundário, pode ser necessário exames subsidiários, como estudo radiológico funcional da coluna, tomografia e/ou ressonância magnética de crânio, eletroencefalograma , exames laboratorias com análise do líquor e sangue ,além de biopsia de artéria temporal , afim de melhor estabelecer o diagnóstico. Todavia, o diagnóstico das cefaleias e dores faciais é eminentemente clínico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>TRATAMENTO</strong></span></h2>
<p>O tratamento das cefaleias e dores faciais dependerá do diagnóstico e das causas de base estabelecidos. Ele pode ser apenas de natureza medicamentosa, porém há casos mais graves , como nas hemorragias intracranianas ou mesmo meningites/encefalites, que há necessidade de internação hospitalar, com passagem por unidades de tratamento cirúrgico e mesmo procedimentos neuro-cirúrgicos. Os medicamentos utilizados podem ser:</p>
<ul>
<li>Analgésicos comuns</li>
<li>Relaxantes musculares</li>
<li>Anticonvulsivantes</li>
<li>Drogas específicas para tratamento de enxaqueca (ergotamínicos e triptanos).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<span style="color: #800000;"><strong>PREVENÇÃO</strong></span></h2>
<p>Os seguintes hábitos saudáveis podem diminuir o stress e reduzir sua chance de ter dor de cabeça:</p>
<ul>
<li>Dormir o suficiente</li>
<li>Ter uma alimentação saudável</li>
<li>Praticar exercícios regularmente</li>
<li>Aprender a postura adequada</li>
<li>Aprender a relaxar utilizando meditação, respiração profunda, yoga ou outras técnicas</li>
<li>Parar de fumar</li>
<li>Alongar o pescoço e a parte superior do corpo, especialmente se seu trabalho envolve digitar ou usar o computador</li>
<li>Usar óculos adequados, se necessário.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cancro de Estômago: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/cancro-estomago</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jul 2017 22:51:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Também conhecido como cancro gástrico, os tumores do estômago aparecem em terceiro lugar na incidência entre homens e em quinto entre as mulheres. O cancro de estômago se apresenta, geralmente, em três tipos distintos: Adenocarcinoma (correspondente a 95% dos casos), Linfoma (3% dos casos) e Leiomiossarcoma (2% dos casos). Adenocarcinomas são um tipo maligno de  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Também conhecido como cancro gástrico, os tumores do estômago aparecem em terceiro lugar na incidência entre homens e em quinto entre as mulheres. O cancro de estômago se apresenta, geralmente, em três tipos distintos: Adenocarcinoma (correspondente a 95% dos casos), Linfoma (3% dos casos) e Leiomiossarcoma (2% dos casos).</p>
<p>Adenocarcinomas são um tipo maligno de tumor que acometem células secretoras e que podem acontecer em qualquer parte do corpo. Já os linfomas são um tipo específico de tumor que afeta células do sistema linfático. Um leiomiossarcoma, por sua vez, é um tipo de tumor que afeta os tecidos que dão origem aos ossos e músculos do corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>Não se sabe ao certo o que causa o cancro de estômago, mas sabe-se que há uma forte correlação entre a infecção pelo H. pilory, uma dieta rica em sal e em alimentos defumados e em conserva e o desenvolvimento de cancro gástrico. Em geral, o cancro de estômago começa quando ocorre um erro no DNA da célula. Essa mutação faz com que a célula cresça e se multiplique rapidamente. As células cancerosas acumuladas formam aquilo que chamamos de tumor, podendo invadir outras partes do corpo também, podendo se espalhar por todo o organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<span style="color: #800000;"><strong>FACTORES DE RISCO</strong></span></h2>
<p>Os médicos apontam alguns fatores como de risco para o desenvolvimento de um cancro no estômago. Conheça-os aqui:</p>
<ul>
<li>Alimentar-se por uma dieta rica em alimentos salgados, defumados e em alimentos de conserva</li>
<li>Ter uma dieta pobre em frutas e legumes</li>
<li>Comer alimentos contaminados</li>
<li>Ter histórico familiar de câncer de estômago</li>
<li>Ter uma infecção pela a bactéria Helicobacter pylori</li>
<li>Sofrer de uma inflamação do estômago a longo prazo</li>
<li>Ter anemia perniciosa</li>
<li>Ser fumante</li>
<li>Apresentar pólipos do estômago</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<strong><span style="color: #800000;">SINTOMAS</span></strong></h2>
<p>Não há sintomas específicos do câncer de estômago, alguns sinais da doença podem, na verdade, ser confundidos com outras doenças gástricas, a exemplo da gastrite, úlcera e outros problemas. Os principais sintomas são:</p>
<ul>
<li>Fadiga</li>
<li>Sensação de inchaço após comer</li>
<li>Sensação de saciedade após ingerir pequenas quantidades de alimentos</li>
<li>Azia grave e persistente</li>
<li>Indigestão grave</li>
<li>Náuseas persistentes e aparentemente sem explicação</li>
<li>Dor de estômago</li>
<li>Vómitos persistentes</li>
<li>Perda de peso não intencional</li>
</ul>
<p>Vómito com sangue ocorre em cerca de 10 a 15% dos casos de câncer de estômago. Também podem surgir sangue nas fezes, fezes escurecidas, pastosas e com odor muito forte (indicativo de sangue digerido). Quando o exame físico está sendo realizado, o paciente com câncer pode sentir dor no momento em que o estômago é apalpado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">DIAGNOSTICO</span></strong></h2>
<p>Para realizar o diagnóstico, o médico pedirá alguns exames específicos, como:</p>
<ul>
<li>Endoscopia</li>
<li>Exames de imagem, especialmente raios-X e tomografia computorizada</li>
</ul>
<p>Outros testes podem ser feitos para determinar a extensão do tumor, como a biopsia, que é o exame feito para confirmar se o tecido afetado é mesmo canceroso. Além disso, é feita uma análise histológica do tumor, que pode se enquadra em um desses quatro estágios:</p>
<p><strong>Estágio I</strong>: Neste estágio, o tumor é limitado à camada de tecido que reveste o interior do estômago. As células cancerosas também podem se espalhar para gânglios linfáticos próximos.</p>
<p><strong>Estágio II</strong>: O cancro cresceu, crescendo para dentro da camada muscular da parede do estômago. Ele também pode se espalhar para mais dos gânglios linfáticos.</p>
<p><strong>Estágio III</strong>: Aqui, o cancro pode ter crescido por meio de todas as camadas do estômago. Ou pode ser um câncer menor que se espalhou de forma mais ampla para os gânglios linfáticos.</p>
<p><strong>Estágio IV</strong>: O cancro se espalhou para áreas mais distantes do corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<strong><span style="color: #800000;">TRATAMENTO</span></strong></h2>
<p>As opções de tratamento disponíveis para o cancro de estômago dependem do estágio da doença. A cirurgia é, geralmente, o meio mais utilizado para curar o paciente. Se estiver com diagnóstico positivo para cancro de estômago, consulte com o seu médico sobre a melhor opção de procedimento cirúrgico. Sessões de quimioterapia e radioterapia também podem ajudar. Elas podem ser feitas também após ou antes da cirurgia, aumentando as possibilidades de cura do paciente. O médico também poderá descrever alguns medicamentos que agem sobre algumas células tumorais específicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<strong><span style="color: #800000;">PREVENÇÃO</span></strong></h2>
<p>Como ainda não está claro o que causa o cancro do estômago, ainda não se sabe uma única maneira de prevenir. Mas pode tomar medidas para reduzir o risco da doença fazendo pequenas mudanças em sua vida quotidiana. Tais como:</p>
<ul>
<li>Comer mais frutas e legumes</li>
<li>Reduzir a quantidade de alimentos salgados e defumados em sua dieta</li>
<li>Parar de fumar</li>
</ul>
<p>Pergunte ao seu médico sobre o seu risco de cancro de estômago para que, juntos, possam encontrar opções de prevenção e tratamentos eficazes.</p>
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		<item>
		<title>Pneumonia: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/pneumonia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jul 2017 22:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[Outras Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pneumonia é uma infecção que se instala nos pulmões. Pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro). Basicamente, são provocadas pela penetração de um agente infeccioso ou irritante (bactérias, vírus, fungos e por reações alérgicas) no espaço alveolar,  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pneumonia é uma infecção que se instala nos pulmões. Pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro). Basicamente, são provocadas pela penetração de um agente infeccioso ou irritante (bactérias, vírus, fungos e por reações alérgicas) no espaço alveolar, onde ocorre a troca gasosa. Esse local deve estar sempre muito limpo, livre de substâncias que possam impedir o contato do ar com o sangue. Diferentes do vírus da gripe, que é uma doença altamente infectante, os agentes infecciosos da pneumonia não costumam ser transmitidos facilmente. Pode afetar crianças, adultos e idosos da mesma forma, no entanto, as crianças e os idosos estão em maior risco de infecção devido a um sistema imunológico relativamente mais fraca. Existem diversos tipos de pneumonia. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>Pneumonia provocada por vírus</li>
<li>Pneumonia provocada por fungos</li>
<li>Pneumonia provocada por bactérias</li>
<li>Pneumonia química.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>Muitos germes diferentes podem causar pneumonia, incluindo tipos diferentes de bactérias, vírus e, menos frequentemente, fungos. Na maior parte do tempo, o corpo filtra os germes do ar que respiramos para proteger os pulmões de infecções. Porém, algumas vezes os germes conseguem entrar nos pulmões e causar infecções. Isso acontece mais provavelmente quando:</p>
<ul>
<li>O sistema imunológico está fraco.</li>
<li>O germe é muito forte.</li>
<li>O corpo falha ao filtrar germes do ar que respira.</li>
</ul>
<p>A sua boca e passagens aéreas são expostas aos germes que inala pelo nariz e boca. O sistema imunológico, formato do nariz e boca, capacidade de tossir, e estruturas finas chamadas cílios ajudam a impedir os germes de alcançar os pulmões. Por exemplo, tossir é uma forma do corpo impedir germes de alcançarem os pulmões. Algumas pessoas podem não ser capazes de tossir por terem tido derrame ou estarem sedadas. Isso significa que os germes podem permanecer nas passagens aéreas ao invés de ser expelidos pela tosse.</p>
<p>Quando os germes alcançam os pulmões, o sistema imunológico entra em ação. Ele manda muitos tipos de células para atacar os germes. Essas células fazem os alvéolos (sacos de ar nos pulmões) ficarem vermelhos e inflamados, e se encherem de fluido e pus. Isso ocasiona os sintomas de pneumonia.</p>
<p>As bactérias são a causa mais comum de pneumonia em adultos. Algumas pessoas, especialmente idosos, pode ter pneumonia bacteriana depois de gripe ou resfriado. Vários tipos diferentes de bactérias podem causar pneumonia. A bacteriana pode ocorrer sozinha ou se desenvolver depois de gripe ou resfriado. Esse tipo de pneumonia geralmente afeta um lobo, ou área, de um pulmão. Quando isso ocorre, é chamado pneumonia lombar. Outro tipo de pneumonia bacteriana é chamada pneumonia atípica, a qual inclui: Legionella pneumophila, Mycoplasma pneumonia e Chlamydophila pneumoniae.</p>
<p>Os vírus respiratórios causam até 1/3 dos casos de pneumonia nos EUA. Esses vírus são a causa mais comum em crianças de menos de 5 anos de idade. A maioria dos casos de pneumonia viral é moderada. Os pacientes ficam bons entre 1 e 3 semanas sem tratamento. Alguns casos são mais sérios e requerem tratamento em hospital. As pessoas com pneumonia viral ficam sob risco de contrair a bacteriana também. O vírus da gripe é a causa mais comum de pneumonia viral em adultos. Outros vírus que a causam incluem rinovírus, herpes simplex, vírus respiratório sincitial, entre outros.</p>
<p>Infecções sérias por fungos são mais comuns em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido, como em decorrência da AIDS ou de uso prolongado de medicamentos supressores do sistema imunológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>FACTORES DE RISCO</strong></span></h2>
<p>A pneumonia é uma infecção perigosa que preenche os alvéolos, pequenos sacos de ar nos pulmões, com pus e fluido, o que torna a respiração difícil e dolorosa. É classificado como um dos mais comuns entre as crianças menores de cinco anos de idade, como infecções respiratórias, no entanto, pode afetar adultos. Existem vários tipos de pneumonia, de acordo com o agente causador da infecção. A pneumonia causada por vírus, tais como influenza (gripe) e o resfriado comum são comuns em crianças. Os fatores de risco de pneumonia geralmente classificados de acordo com a doença específica causada por esses microorganismos são os seguintes:</p>
<ul>
<li>Os idosos e mais jovens</li>
<li>Pessoas com problemas de pulmão, doenças cardíacas e câncer e doenças neurológicas.</li>
<li>As pessoas mais velhas que se submeteram a cirurgia.</li>
<li>Pacientes internados em UTI (crianças/ano).</li>
<li>Os doentes tratados com sedação.</li>
<li>As pessoas que experimentam a doença pulmonar obstrutiva crónica DPOC.</li>
<li>As pessoas com sistemas imunológicos debilitados.</li>
<li>Pessoas que sofrem de doenças de AIDS que enfraquecem o sistema imunitário.</li>
<li>As crianças com asma.</li>
<li>As condições que levam a problemas com a deglutição, tais como a demência.</li>
<li>A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p>Os sintomas da pneumonia variam de moderados a severos. Muitos fatores afetam a gravidade, incluindo o tipo de germe que causa a infecção, idade, e saúde geral do paciente. Deve-se procurar rapidamente um médico se tiver os seguintes sinais e sintomas:</p>
<ul>
<li>Febre alta</li>
<li>Calafrios com tremores.</li>
<li>Tosse com catarro, que não melhora.</li>
<li>Falta de ar para atividades quotidianas.</li>
<li>Dor no peito quando respira ou tosse.</li>
<li>Sentir-se subitamente pior depois de gripe ou resfriado.</li>
</ul>
<p>Pessoas com pneumonia podem ter outros sintomas, como náusea, vómito e diarreia. Os sintomas podem variar em certas populações. Bebés e recém-nascidos podem não mostrar qualquer sinal de infecção, ou podem vomitar, ter febre, tosse, agitação e falta de energia.</p>
<p>Idosos, pessoas com doenças sérias, e aqueles com sistema imunológico fraco podem ter febre e sintomas mais moderados. Eles podem até ter temperatura mais baixa que o normal. Se o paciente já tiver <a href="https://monizsilva.co.ao/cancro-do-pulmao">doença pulmonar,</a> ela pode piorar, idosos com pneumonia podem algumas vezes ter alterações súbitas na percepção mental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>DIAGNOSTICO</strong></span></h2>
<p>A pneumonia é de difícil diagnóstico porque ela pode parecer com gripe ou resfriado. A pessoa pode não perceber que é mais sério até que ela dure mais que seria comum em uma gripe ou resfriado. O médico fará o diagnóstico baseado no histórico médico e resultados de exames e testes físicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>TRATAMENTO</strong></span></h2>
<p>O tratamento da pneumonia depende do seu tipo e gravidade. A maioria das pessoas com pneumonia comunitária &#8211; o tipo mais comum, é tratada em casa. Os objetivos do tratamento são curar a infecção e prevenir complicações.</p>
<p><strong>Tratamento geral para pneumonia</strong>: É importante seguir o plano de tratamento, tomar todos os medicamentos como prescrito, e ter cuidados médicos de acompanhamento. Embora o paciente possa começar a sentir-se melhor em alguns dias ou semanas, a fadiga pode persistir por um mês ou mais. Pessoas tratadas no hospital podem precisar de pelo menos 3 semanas antes de voltar à rotina normal.</p>
<p><strong>Tratamento de pneumonia bacteriana</strong>: O tratamento da pneumonia bacteriana é feito com antibióticos. O paciente deve tomar antibióticos da forma prescrevida pelo médico. O paciente pode sentir-se melhor antes de terminar o medicamento, mas deve continuar tomando da forma prescrevida. Se parar mais cedo, a pneumonia pode retornar. A maioria das pessoas começa a melhorar depois de 1 a 3 dias de tratamento com antibióticos. Isso significa que devem se sentir melhor e ter menos sintomas, como tosse e febre.</p>
<p><strong>Tratamento de pneumonia viral</strong>: A pneumonia viral não é tratada com antibióticos. Esse tipo de medicamento não funciona quando é um vírus que causa a pneumonia. O médico pode receitar medicamento antiviral para tratar esse tipo de pneumonia. A pneumonia viral geralmente melhora em 1 a 3 semanas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">PREVENÇÃO</span></strong></h2>
<p>A pneumonia pode ser muito séria e até fatal, quando possível, tome medidas para prevenir a infecção, especialmente se estiver em grupo de alto risco. Há vacinas disponíveis para pneumonia pneumocócica e gripe. Vacinas não podem prevenir todos os casos de infecção porém, caso ocorra, tende a ser menos grave. Existe vacina disponível para prevenir pneumonia pneumocócica. Na maioria das pessoas a validade da vacina é de 5 anos de proteção. Esta vacina é frequentemente recomendada para:</p>
<ul>
<li>Pessoas acima de 65 anos de idade.</li>
<li>Pessoas com doença crónica ou sistema imunológico enfraquecido.</li>
<li>Crianças de menos de 2 anos, ou entre 2 e 5 anos e que tenham doença crónica.</li>
</ul>
<p>Outras medidas que podem ser tomadas para ajudar a prevenir a pneumonia são:</p>
<ul>
<li>Lavar as mãos para matar os germes.</li>
<li>Não fumar, o fumo prejudica a capacidade do pulmão filtras germes e se defender deles.</li>
<li>Manter o sistema imunológico forte. Ter descanso suficiente, praticar exercícios físicos e seguir uma alimentação saudável.</li>
</ul>
<p>Se tiver pneumonia, limite o contato com família e amigos. Cubra o nariz e boca ao tossir ou espirrar e deite fora imediatamente o tecido usado. Essas medidas ajudam a impedir que a infecção se espalhe.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HPV: Causas, Sintomas e Tratamento</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/hpv</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 19:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Sexualmente Transmissíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>HPV é um vírus que atinge a pele e as mucosas, podendo causar verrugas ou lesões percursoras de cancro, como o cancro de colo de útero, garganta ou ânus. O nome HPV é uma sigla inglesa para "Papiloma Vírus Humano" e cada tipo de HPV pode causar verrugas em diferentes partes do corpo. O HPV  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>HPV é um vírus que atinge a pele e as mucosas, podendo causar verrugas ou lesões percursoras de cancro, como o cancro de colo de útero, garganta ou ânus. O nome HPV é uma sigla inglesa para &#8220;Papiloma Vírus Humano&#8221; e cada tipo de HPV pode causar verrugas em diferentes partes do corpo.</strong></p>
<p>O HPV é um vírus que se transmite no contato pele com pele, por isso pode ser considerado uma doença sexualmente transmissível. No primeiro contato sexual 1 em cada 10 meninas chega a entrar em contato com o vírus. Conforme o tempo passa, entre 80 e 90% da população já entrou em contato com o vírus alguma vez na vida, mesmo que não tenha desenvolvido a lesão. Mas é importante lembrar que mais de 90% das pessoas conseguem eliminar o vírus do organismo naturalmente, sem ter manifestações clínicas.</p>
<p>Existem mais de 200 tipos de HPV. Até hoje 150 deles já foram identificados e sequenciados geneticamente. Entre esses tipos, 14 apenas podem causar lesões precursoras de cancro, como o cancro de colo de útero, garganta ou ânus. 70% dessas lesões são causadas pelos HPVs tipo 16 e 18, enquanto o HPV 31, 33, 45 e outros tipos menos comuns são encontradas nos casos restantes. Já os HPVs tipo 6 e 11 também são bastante comuns em mulheres, mas causam apenas verrugas genitais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">CAUSAS</span></strong></h2>
<p>O HPV é um vírus que se transmite no contato pele com pele, por isso pode ser considerado uma doença sexualmente transmissível, até porque 98% das transmissões ocorrem através do contato sexual. Mas diferente das outras DSTs, não é preciso haver troca de fluídos para que a transmissão ocorra: só o contato do pénis com a vagina, por exemplo, já ocasiona a transmissão do vírus.</p>
<p>Outras formas de transmissão, muito mais raras, são pelo contato com verrugas de pele, compartilhamento de roupas íntimas ou toalhas e, por fim, a transmissão vertical, ou seja, da mãe para o feto, que pode ocorrer durante o parto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">FACTORES DE RISCO</span></strong></h2>
<p>Quaisquer pessoas que tenham uma vida sexual ativa estão em risco de entrar em contato com algum dos tipos de HPV. No entanto alguns fatores de risco aumentam a chance de esse contato ocorrer:</p>
<ul>
<li>Sexo sem proteção</li>
<li>Vida sexual precoce</li>
<li>Múltiplos parceiros</li>
<li>Não fazer exames de rotina</li>
<li>Imunodepressão, ou seja, a queda do sistema imunológico</li>
<li>Presença de outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, os fatores de risco para cancro associado ao HPV são alterações da resposta imunológica em nosso organismo, como:</p>
<ul>
<li>Múltiplas gestações</li>
<li>Uso de contraceptivos orais de alta dose por tempo prolongado</li>
<li>Tabagismo</li>
<li>Infecção pelo HIV</li>
<li>Tratamento com quimioterapia, radioterapia ou imunossupressores</li>
<li>Presença de outras doenças sexualmente transmitidas, como herpes simples e clamídia.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p>O principal sintoma do HPV é o surgimento de verrugas ou lesões na pele, normalmente uma manchinha branca ou acastanhada que coça. Muitas vezes, no entanto, a lesão pode não ser visível a olho nu, aparecendo em exames como colposcopia, vulvoscopia e peniscopia. Normalmente as lesões do HPV aparecem na região genital, mas podem ocorrer em outras partes do corpo. Veja as mais comuns:</p>
<ul>
<li>No organismo feminino, as lesões costumam se desenvolver na vulva, vagina, colo do útero</li>
<li>Na genitália masculina, o pênis é o local mais comum para aparecimento do HPV</li>
<li>Em ambos os gêneros, o ânus, garganta, boca, pés e mãos são locais em que o vírus do HPV costuma-se manifestar.</li>
</ul>
<h3>&#8220;Mais de 90% das pessoas conseguem eliminar o vírus do HPV do organismo naturalmente, sem ter manifestações clínicas&#8221;</h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>DIAGNOSTICO</strong></span></h2>
<p>Normalmente a descoberta do HPV acontece em algum exame de rotina, como o papanicolau, colposcopia, vulvoscopia, peniscopia ou anuscopia. Nesses exames pode ser usado um reagente corante, que facilitará na procura de lesões feitas com um aparelho especial, que permite visualizar com um aumento a superfície da pele e das mucosas. Quando a lesão é encontrada, é feita uma biopsia em que parte da lesão é retirada para análise do tecido e DNA do vírus causador da lesão. Exames como o teste genético PCR e o teste de captura híbrida podem trazer informações como o tipo, a carga viral ou até marcar se esse HPV é ou não oncogénico, ou seja, se pode evoluir para um câncer.</p>
<p>Além disso, existem testes genéticos capazes de detectar a presença do vírus HPV no organismo, o chamado teste do HPV. Normalmente ele é indicado para mulheres com mais de 30 anos, época em que a maioria das mulheres já teve chance de eliminar os vírus que pode ter adquirido no começo da vida sexual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>TRATAMENTO</strong></span></h2>
<p>Existem diversas opções de tratamento para os sintomas do HPV, que são usadas conforme o tipo de manifestação do HPV (se ele é uma lesão ou uma verruga) e também o seu grau e a localização da lesão ou verruga. Elas podem ser feitas nas lesões clínicas e sub-clínicas. Veja a seguir as formas de tratamento mais comuns:</p>
<p><strong>Cremes</strong>: Lesões pequenas, em pequena quantidade ou mais externas podem ser tratadas como cremes e ácidos. Um dos mais usados é o ácido tricloroacético, mas existem outras opções. Além disso, cremes imunoterápicos também são opções, mas costumam ser usados por um período mais prolongado.</p>
<p><strong>Retirada da lesão</strong>: A retirada da lesão pode ser feita de diversas formas. Uma das técnicas mais utilizadas é a cauterização a laser, em que o feixe de luz é direcionado na lesão, queimando-a. Além disso, ela também pode ser feita com gelo seco (crioterapia), ácidos (cauterização comum) ou usando radiofrequência.</p>
<p><strong>Medicamentos para HPV</strong>: Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e nunca se auto-medique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita,.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">PREVENÇÃO</span></strong></h2>
<p>A vacina do HPV é uma forma de prevenir a doença. Existem duas vacinas para prevenção HPV aprovadas e registadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e que estão comercialmente disponíveis.</p>
<ul>
<li>Vacina quadrivalente, que confere proteção contra HPV 6, 11, 16 e 18.</li>
<li>Vacina bivalente, que confere proteção contra HPV 16 e 18.</li>
</ul>
<p>De acordo com a literatura científica, as vacinas contra o HPV previnem aproximadamente 70% dos casos de cancro de colo do útero, aqueles causados pelos HPV 16 e 18. Isso não elimina, porém, a necessidade de as mulheres passarem por consultas de rotina ao ginecologista para a realização de exames preventivos.</p>
<p>A vacina contra o HPV é mais uma estratégia possível para enfrentar o problema e um momento importante para avaliar se há existência de DST. Ela funciona estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo.</p>
<p>A medida preventiva mais preconizada para o HPV é o uso de preservativo. A maior parte das transmissões do vírus são sexuais e ao impedir o contato da pele entre os parceiros, o preservativo é uma das melhores formas de prevenir o problema.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cancro de Pele: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/cancro-de-pele</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 19:56:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cancro da pele é o tipo de tumor mais incidente na população, cerca de 25% dos cancros do corpo humano são de pele. O cancro de pele é definido pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Qualquer célula que compõe a pele pode originar um cancro, logo existem diversos tipos  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O cancro da pele é o tipo de tumor mais incidente na população, cerca de 25% dos cancros do corpo humano são de pele. O cancro de pele é definido pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Qualquer célula que compõe a pele pode originar um cancro, logo existem diversos tipos de cancro de pele. Os cancros de pele podem ser divididos em cancro de pele não melanoma e cancro de pele melanoma. Fique a conhecer os vários tipos de cancro de pele:</strong></p>
<p><strong>Carcinoma Basocelular (Não melanoma)</strong>: O carcinoma basocelular é o tipo de cancro de pele mais comum, constituindo cerca de 70% dos casos mas, felizmente, é o tipo menos agressivo. Este tipo de cancro tem este nome por ser um tumor constituído de células basais, comuns da pele. Essas células começam a se multiplicar de forma desordenada, dando origem ao tumor. O carcinoma basocelular apresenta um crescimento muito lento, que dificilmente invade outros tecidos e causa metástase. Este cancro é encontrado frequentemente nas partes do corpo que ficam mais expostas ao sol, como o rosto e o pescoço. O nariz é a localização mais frequente, com cerca de 70% dos casos, mas também pode ocorrer na orelha, canto interno do olho e outras partes do rosto. Quando o tumor é retirado precocemente, as chances de cura são altas.</p>
<p><strong>Carcinoma Espinocelular (Não melanoma)</strong>: O carcinoma espinocelular é o segundo tipo mais comum de cancro de pele, sendo responsável por cerca de 20% dos tumores cutâneos não melanoma. Frequentemente, o carcinoma espinocelular cresce nas áreas mais expostas ao sol, como couro cabeludo e orelhas, sendo mais predominante em pacientes a partir da sexta ou sétima década de vida. O carcinoma espinocelular se forma a partir das células epiteliais e do tegumento (todas as camadas da pele e mucosa), ocorrendo em todas as etnias e com maior frequência no sexo masculino. A sua evolução é mais agressiva e pode atingir outros órgãos, caso não seja retirado com rapidez. Ele apresenta uma maior capacidade de metástase do que o carcinoma basocelular.</p>
<p><strong>Melanoma</strong>: O cancro de pele melanoma é o tumor maligno originário dos melanócitos (células que produzem pigmento) e ocorre em partes como pele, olhos, orelhas, trato gastrointestinal, membranas mucosas e genitais. Um dos tumores mais perigosos, o melanoma tem a capacidade de invadir qualquer órgão, criando metástases, inclusive no cérebro e coração. Portanto, é um cancro letal, o melanoma cutâneo tem incidência bem inferior aos outros tipos de cancros de pele, mas a sua incidência está a aumentar no mundo inteiro. Há diversos tipos clínicos de melanoma, como o melanoma nodular, melanoma lentigioso acral, melanoma maligno disseminado e melanoma maligno lentigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o cancro de pele não está relacionada apenas à radiação solar. Outros fatores, como úlceras, processos inflamatórios crónicos na pele, exposição no trabalho ao arsénico, radioterapia e cicatrizes ou queimaduras na pele também podem contribuir para o desenvolvimento do cancro de pele. Ter um histórico familiar de melanoma também aumenta o risco de ocorrência do cancro de pele. Há também as pintas espalhadas pelo corpo, pois algumas são mais propensas a desenvolver a doença. Pessoas que já tiveram algum melanoma também têm maior risco de ter outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>FACTORES DE RISCO</strong></span></h2>
<p>O cancro de pele tem como principais fatores de risco:</p>
<p><strong>Exposição solar</strong>: Pessoas que se expuseram muito tempo ao sol ao longo da vida sem proteção adequada têm um risco aumentado para cancro de pele. Isso porque a exposição solar desprotegida agride a pele, causando alterações celulares que podem levar ao cancro de pele. Quantas mais queimaduras solares a pessoa sofreu durante a vida, maior é o risco do um cancro de pele.</p>
<p><strong>Idade e sexo</strong>: O cancro de pele incide preferencialmente na idade adulta, a partir da quinta década de vida, uma vez que quanto mais avançada a idade maior é o tempo de exposição solar da pele. Também é um cancro que atinge homens com mais frequência do que mulheres.</p>
<p><strong>Características da pele</strong>: Pessoas com a pele, cabelos e olhos claros têm mais chances de sofrer cancro de pele, assim como aquelas que têm albinismo ou sardas pelo corpo. Uma pele que sempre se queima e nunca bronzeia quando exposta ao sol também corre mais risco. Aqueles que têm muitos nevos (pintas) espalhados pelo o corpo também devem ficar atentos a qualquer mudança, como aparecimento de novas pintas ou alterações na cor e formato daquelas que já existem. Pessoas com pintas ou manchas de tamanhos grandes também devem ficar atentas.</p>
<p><strong>Histórico familiar</strong>: O cancro de pele é mais comum em pessoas que têm antecedentes familiares da doença. Nesses casos, principalmente se associado a outros fatores de risco, o rastreamento com o dermatologista deve ser mais intenso.</p>
<p><strong>Histórico pessoal</strong>: Pessoas que já tiveram um cancro de pele ou uma lesão pré-cancerosa anteriormente têm mais chances de sofrer com o tumor. Caso a pessoa já tenha sido tratada para um determinado tipo de cancro de pele e ele retorna, o processo é chamado de recidiva.</p>
<p><strong>Imunidade enfraquecida</strong>: Pessoas com o sistema imunológico enfraquecido têm um risco aumentado de cancro de pele. Isso inclui as pessoas que têm a leucemia ou linfoma, pacientes que tomam medicamentos que suprimem o sistema imunológico, ou então aqueles que foram submetidos a transplantes de órgãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p>O cancro de pele varia muito na aparência. Alguns podem mostrar várias alterações na pele, enquanto outros podem ter apenas uma ou duas características incomuns. Por isso, como regra geral, qualquer novo sinal na pele ou mudança em uma pinta/mancha que já existia deve servir de alerta para procurar um dermatologista. É importante procurar um médico sempre que notar uma nova lesão, ou quando uma lesão antiga tiver algum tipo de modificação. Existe uma regra didática para os pacientes, cujo objetivo é reconhecer um cancro de pele no seu estágio inicial:</p>
<ul>
<li>Assimetria: Imagine uma divisão no meio da pinta e verifique se os dois lados são iguais. Se apresentarem diferenças deve ser investigado</li>
<li>Bordas irregulares: Verifique se a borda está irregular, serrilhada, não uniforme.</li>
<li>Cor: Verificar se há várias cores misturadas em uma mesma pinta ou mancha.</li>
<li>Diâmetro: Veja se a pinta ou mancha está a crescer progressivamente.</li>
</ul>
<p>Fique a conhecer os diferentes sintomas para os diferentes tipos de cancro da pele:</p>
<p><strong>Carcinoma basocelular</strong><br />
O carcinoma basocelular pode apresentar apenas uma aparência levemente diferente da pele normal, sendo mais comum no rosto, pescoço e outras partes que ficam muito expostas ao sol. Ele se parece com uma protuberância (nódulo) que:</p>
<ul>
<li>Tem aparência perolada, como se fosse recoberto de cera</li>
<li>Pode ser branca, rosa claro, bege ou marrom</li>
<li>Sangra com facilidade</li>
<li>Se parece com uma ferida que não cicatriza</li>
<li>Pode formar crosta e vazar algum líquido.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Carcinoma espinocelular</strong><br />
As localizações mais comuns para o aparecimento do carcinoma espinocelular são as áreas expostas ao sol, sendo que 70% dos casos ocorrem sobre a cabeça (couro cabeludo e orelhas), pescoço e dorso das mãos, e 15% desses tumores acometem os membros superiores. É comum na boca e pode ocorrer também nas membranas mucosas e genitais. Ele apresenta como uma mancha ou caroço (nódulo) que:</p>
<ul>
<li>Mostra sinais de dano solar na pele, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade</li>
<li>Tem cor avermelhada</li>
<li>Tem aparência mais endurecida, com descamação e crostas no local, podendo vazar algum líquido</li>
<li>Tem crescimento rápido (em geral meses)Se parece com uma ferida que não cicatriza.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Melanoma</strong><br />
O melanoma pode ocorrer na pele, olhos, nas orelhas, no trato gastrointestinal, nas membranas mucosas e genitais. As áreas mais comuns são o dorso para os homens e os braços e pernas para as mulheres. Os primeiros sinais e sintomas de melanoma são frequentemente:</p>
<ul>
<li>Uma mudança em uma mancha ou pinta existente</li>
<li>O desenvolvimento de uma nova mancha ou pinta bem pigmentada ou de aparência incomum em sua pele</li>
<li>Outras mudanças suspeitas podem incluir coceira, comichão, sangramento e a não cicatrização da área.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>DIAGNOSTICO</strong></span></h2>
<p>O diagnóstico é feito pela avaliação clínica e um exame anátomo patológico do tecido suspeito, conhecido por biopsia, dermatoscopia e/ou microscopia confocal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>TRATAMENTO</strong></span></h2>
<p>O tratamento mais indicado para o cancro de pele é a cirurgia para retirada do tumor. Entretanto, algumas pessoas podem não ter indicação para cirurgia, no geral, idosos com alguma comodidade ou pessoas acamadas, que tem dificuldade de locomoção. Há outras situações em que a cirurgia somente pode não ser suficiente para a retirada total do tumor, ou que o comportamento deste possa pedir outras medidas. Nesses casos, o médico pode indicar outros tratamentos para erradicação do cancro de pele, que variam conforme o tipo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>PREVENÇÃO</strong></span></h2>
<p>Previna-se sempre da exposição do sol, mesmo nas horas onde a força do sol é mais fraco. Fique a conhecer como se prevenir:</p>
<p><strong>Cuidado com a exposição solar</strong>: É extremamente importante evitar a exposição solar sem proteção adequada para prevenir o cancro de pele. Para isso, é necessário adotar uma série de hábitos:</p>
<ul>
<li>Usar <a href="https://monizsilva.co.ao/p/avene-solar-spf30-50ml">filtro solar FPS no mínimo 30</a>, diariamente. Reaplique-o pelo menos mais duas vezes durante o dia e espere pelo menos 30 minutos após a aplicação para se expor ao sol.</li>
<li>Procure evitar os momentos de maior insolação do dia e fique na sombra o máximo tempo que puder. O sol emite vários tipos de radiação, sendo os tipos UVA e UVB os mais conhecidos. Os raios UVB são os mais prejudiciais, responsáveis por aquela pele avermelhada, que fica arder, e sua concentração é maior nos horários centrais do dia, quando o sol está mais forte. Já os raios UVA são aqueles que deixam a pele bronzeada e oferecem menos risco</li>
<li>Além do protetor solar, use protetores físicos, como chapéus e óculos de sol.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conheça sua pele</strong>: Examinar a sua pele periodicamente é uma maneira simples e fácil de detectar precocemente o cancro de pele. Com a ajuda de um espelho, o paciente pode enxergar áreas que raramente consegue visualizar. É importante observar se há manchas que coçam, descamam ou sangram e que não conseguem cicatrizar, além de perceber se há pintas que mudaram de tamanho, forma ou cor. O diagnóstico precoce é muito importante, já que a maioria dos casos detectados no início apresenta bons índices de cura.</p>
<p><strong>Procure um dermatologista</strong>: É importante que as pessoas com fatores de risco sejam acompanhadas por um dermatologista. Em casos mais arriscados, a recomendação do médico pode ser a prevenção absoluta contra exposição solar. Nessas situações, pode ser que o especialista receite suplementação de <a href="https://monizsilva.co.ao/importancia-vitamina-d">vitamina D</a>, para evitar a deficiência e conseguir manter o paciente o mais longe possível do sol. Para pacientes que já sofreram como cancro de pele e foram tratados, é ainda mais importante o acompanhamento de um dermatologista. Uma vez tratado, o paciente com cancro de pele não deve ser abandonado nunca. O dermatologista irá acompanhar o local de onde o cancro foi retirado, principalmente a pele no entorno, e cuidar para que o tumor tenha sido completamente removido e tratado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lúpus: Causas, Sintomas e Tratamento</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/lupus</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 19:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[Outras Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O lúpus eritematoso sistémico (LES), conhecido popularmente apenas como lúpus, é uma doença auto-imune que pode afetar principalmente pele, articulações, rins, cérebro mas também todos os demais órgãos. Doenças auto-imunes ocorrem quando o sistema imunológico ataca tecidos saudáveis do corpo por engano. Dentre mais de 80 doenças auto-imunes conhecidas, o lúpus é uma das mais  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O lúpus eritematoso sistémico (LES), conhecido popularmente apenas como lúpus, é uma doença auto-imune que pode afetar principalmente pele, articulações, rins, cérebro mas também todos os demais órgãos. Doenças auto-imunes ocorrem quando o sistema imunológico ataca tecidos saudáveis do corpo por engano. Dentre mais de 80 doenças auto-imunes conhecidas, o lúpus é uma das mais importantes.</p>
<p><strong>Tipos</strong><br />
Existem três tipos de lúpus. Vamos conhecê-los:</p>
<p><strong>Lúpus discóide</strong>: A inflamação é sempre limitada à pele. Este tipo pode ser identificado a partir do surgimento de lesões cutâneas avermelhadas que costumam aparecer no rosto, na nuca ou também no couro cabeludo.</p>
<p><strong>Lúpus sistémico</strong>: A inflamação ocorre no organismo, comprometendo vários órgãos ou sistemas do corpo não sendo restrito a pele. Algumas pessoas com lúpus discóide podem evoluir para a forma sistémica. Os sintomas causados por este tipo da doença dependem do local da inflamação como rins, coração, pulmões e até ao sangue, além das lesões cutâneas e às articulações.</p>
<p><strong>Lúpus induzido por drogas</strong>: Algumas drogas ou medicamentos podem provocar uma inflamação temporária enquanto do seu uso e provocar sintomas que são muito parecidos com os do lúpus sistémico. As manifestações desaparecem com o parar do uso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>CAUSAS</strong></h2>
<p>O lúpus ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói alguns tecidos saudáveis do corpo. Não se sabe exatamente o causa esse comportamento anormal, mas pesquisas indicam que a doença seja resultado de uma combinação de fatores, como genética e meio ambiente.</p>
<p>Esses mesmos estudos mostram que pessoas com pré-disposição ao lúpus podem desenvolver a doença ao entrar em contato com algum elemento do meio ambiente capaz de estimular o sistema imunológico a agir de forma errada. O que a ciência ainda não sabe é quais são todos esses componentes. Os pesquisadores, no entanto, têm alguns palpites:</p>
<ul>
<li>Luz solar: a exposição à luz do sol pode iniciar ou agravar uma inflamação pré-existente a desenvolver lúpus</li>
<li>Medicamentos: lúpus também pode estar relacionado ao uso de determinados antibióticos, medicamentos usados para controlar convulsões e também para pressão alta. Pessoas com sintomas parecidos com os do lúpus geralmente param de apresentar quando interrompem o uso.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>FACTORES DE RISCO</strong></h2>
<p>Veja o que pode facilitar a incidência de lúpus:</p>
<ul>
<li>Sexo biológico: a doença é mais comum em mulheres do que em homens</li>
<li>Idade: a maior parte dos diagnósticos acontece entre os 15 e os 40 anos, apesar de poder surgir em todas as idades</li>
<li>Etnia: lúpus é mais comum em pessoas afro-americanas, hispânicas e asiáticas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>SINTOMAS</strong></h2>
<p>Os sintomas do lúpus podem surgir de repente ou se desenvolver lentamente. Eles também podem ser moderados ou graves, temporários ou permanentes. A maioria dos pacientes com lúpus apresenta sintomas moderados, que surgem esporadicamente, em crises, nas quais os sintomas se agravam por um tempo e depois desaparecem. Os sintomas podem também variar de acordo com as partes do seu corpo que forem afetadas pelo lúpus. Os sinais mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Fadiga</li>
<li>Febre</li>
<li>Dor nas articulações</li>
<li>Rigidez muscular e inchaço</li>
<li>Lesões na pele que surgem ou pioram quando expostas ao sol</li>
<li>Dificuldade para respirar</li>
<li>Dor no peito ao inspirar profundamente</li>
<li>Sensibilidade à luz do sol</li>
<li>Dor de cabeça, confusão mental e perda de memória</li>
<li>Linfonodos aumentados</li>
<li>Queda de cabelo</li>
<li>Feridas na boca</li>
<li>Desconforto geral, ansiedade, mal-estar.</li>
</ul>
<p>Outros sintomas de lúpus dependem de qual é a parte do corpo afetada:</p>
<ul>
<li>Cérebro e sistema nervoso: cefaleia, dormência, formigamento, convulsões, problemas de visão, alterações de personalidade</li>
<li>Trato digestivo: dor abdominal, náuseas e vómito</li>
<li>Coração: ritmo cardíaco anormal (arritmia)</li>
<li>Pulmão: tosse com sangue e dificuldade para respirar</li>
<li>Pele: coloração irregular da pele, dedos que mudam de cor com o frio (fenómeno de Raynaud).</li>
</ul>
<h3>&#8220;Alguns pacientes têm apenas sintomas de pele. Esse tipo é chamado de lúpus discóide&#8221;</h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>DIAGNOSTICO</strong></h2>
<p>É difícil realizar o diagnóstico para lúpus, pois os sintomas variam muito de pessoa para pessoa, mudam com o passar de tempo, sobrepõem-se uns aos outros e confundem-se com os sintomas de outras doenças. O médico realizará um exame físico e auscultará seu tórax com um estetoscópio. Um som anormal chamado atrito pericárdio ou atrito pleural poderá ser escutado. Um exame do sistema nervoso também pode ser realizado. Os exames usados para diagnosticar o lúpus incluem:</p>
<ul>
<li>Exames de anticorpos, incluindo teste de anticorpos antinucleares</li>
<li>Hemograma completo</li>
<li>Radiografia do tórax</li>
<li>Biopsia renal</li>
<li>Exame de urina.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>TRATAMENTO</strong></h2>
<p>Existe tratamento mas não há cura definitiva para o lúpus, assim como outas doenças como diabetes e pressão alta. O principal objetivo do tratamento é controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença. A doença branda pode ser tratada com:</p>
<ul>
<li>Anti-inflamatórios não esteróides para artrite e pleurisia</li>
<li>Protetor solar para as lesões de pele</li>
<li>Corticoide tópico para pequenas lesões cutâneas</li>
<li>Uma droga antimalárica (hidroxicloroquina) e corticoides de baixa dosagem para os sintomas de pele e artrite.</li>
</ul>
<p>Sintomas graves ou que acarretem risco de morte (como a anemia hemolítica, amplo envolvimento cardíaco ou pulmonar, doença renal ou envolvimento do sistema nervoso central) frequentemente necessitam de um tratamento mais agressivo com especialistas. O tratamento para lúpus mais grave inclui:</p>
<ul>
<li>Alta dosagem de corticoides ou medicamentos para diminuir a resposta do sistema imunológico do corpo (imunossupressores)</li>
<li>Drogas citotóxicas (drogas que bloqueiam o crescimento celular) quando não houver melhora com corticoides ou quando os sintomas piorarem depois de interromper o uso. Esses medicamentos têm efeitos colaterais graves, por isso o médico deverá monitorizar o uso com muita frequência.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>PREVENÇÃO</strong></h2>
<p>Não há formas conhecidas para se prevenir lúpus.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Depressão: Causas, Sintomas e Tratamento</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/depressao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 19:56:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[Outras Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. No sentido patológico, entre os sintomas, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.   CAUSAS A depressão  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. No sentido patológico, entre os sintomas, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>CAUSAS</strong></h2>
<p>A depressão é na realidade uma ampla família de doenças, por isso denominada Síndrome. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. Outros processos que ocorrem dentro das células nervosas também estão envolvidos.</p>
<p>Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais, muitas vezes, são consequência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o stress pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética. A prevalência (número de casos numa população) da depressão é estimada em 19%, o que significa que aproximadamente uma em cada cinco pessoas no mundo apresenta o problema em algum momento da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>FACTORES DE RISCO</strong></h2>
<p>Pessoas que acabaram de perder um ente querido, pessoas stressadas no trabalho, dependentes de álcool ou drogas, são mais susceptíveis em desenvolver uma depressão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>SINTOMAS</strong></h2>
<p>Os sintomas de depressão mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Humor depressivo ou irritabilidade</li>
<li>Ansiedade e angústia</li>
<li>Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas</li>
<li>Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis</li>
<li>Desinteresse, falta de motivação e apatia</li>
<li>Falta de vontade e indecisão</li>
<li>Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio</li>
<li>Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa auto-estima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte.</li>
<li>A pessoa pode desejar morrer, planear uma forma de morrer ou tentar suicídio</li>
<li>Interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom &#8220;cinzento&#8221; para si, os outros e o seu mundo</li>
<li>Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento</li>
<li>Diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual)</li>
<li>Perda ou aumento do apetite e do peso</li>
<li>Insónia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo)</li>
<li>Dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>DIAGNOSTICO</strong></h2>
<p>Um método interessante desenvolvido por uma equipe de médicos suíços em 2012, com base em um teste rápido que permite um clínico geral detectar a depressão por meio de duas perguntas simples: “No último mês, você sentiu-se muitas vezes triste, deprimido ou sem esperança? ” e “Você já sentiu a falta de interesse e de prazer na maioria das atividades que normalmente você gosta?”.</p>
<p>O teste é considerado positivo (a pessoa sofre de depressão), quando o paciente respondeu positivamente a, pelo menos, duas perguntas. Segundo os médicos que desenvolveram este teste, estas duas perguntas podem detectar depressão em nove de cada dez casos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>TRATAMENTO</strong></h2>
<p>Como se trata de uma família grande de “depressões” com múltiplas causalidades, antes de se iniciar qualquer tratamento é necessário que seja feita uma investigação etiológica rigorosa. Após o levantamento das causas envolvidas pode-se fazer um planeamento terapêutico adequado. Existem diversas “ferramentas“ terapêuticas. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício. A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente.</p>
<p>Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios de depressão. A psicoterapia ajuda o paciente, mas não previne novos episódios, nem cura a depressão. A técnica auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar a sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo stress.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>PREVENÇÃO</strong></h2>
<p>A prevenção da depressão pode ser feita com algumas medidas:</p>
<ul>
<li>Exercícios físicos diários se possível</li>
<li>Técnicas de relaxamento</li>
<li>Rituais religiosos e religiosidade</li>
<li>Arte-terapia</li>
<li>Lazer</li>
<li>Qualidade de sono</li>
<li>Alimentação saudável e balanceada</li>
<li>Prevenção e cuidados de outras doenças físicas, se existirem.</li>
</ul>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Febre Amarela: Causas, Sintomas e Tratamento</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/febre-amarela</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 19:55:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Infecciosas]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A febre amarela é uma doença infecciosa causada por um vírus e transmitida por mosquitos. A infecção pode ser categorizada de duas formas: febre amarela urbana, quando é transmitida pelo Aedes aegypti; ou febre amarela silvestre, quando transmitida pelo Haemagogus e Sabethe. A doença é considerada aguda e hemorrágica e recebe este nome, pois causa  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A febre amarela é uma doença infecciosa causada por um vírus e transmitida por mosquitos. A infecção pode ser categorizada de duas formas: febre amarela urbana, quando é transmitida pelo Aedes aegypti; ou febre amarela silvestre, quando transmitida pelo Haemagogus e Sabethe.</strong></p>
<p>A doença é considerada aguda e hemorrágica e recebe este nome, pois causa amarelidão do corpo (icterícia) e hemorragia em diversos graus. O vírus é tropical e mais comum na América do Sul e na África. Apesar de ser considerado um vírus perigoso, a maioria das pessoas não apresentam sintomas e evoluem para a cura. A febre amarela pertence à classificação das arboviroses, , tendo várias diferenças entre a dengue e ao Zika vírus, apesar de pertencerem à família dos Flavivírus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>CAUSAS</strong></h2>
<p>A febre amarela costuma ser transmitida por mosquitos, principalmente o Aedes aegypti (em áreas urbanas) e o Haemagogus (em áreas rurais). O mosquito é infectado ao picar uma pessoa ou animais com a doença e então desenvolve a doença e passa a transmiti-la para quem ele picar. Existem dois ciclos da febre amarela:</p>
<ul>
<li>Febre amarela silvestre: em que mosquitos destas regiões se infectam picando primatas com a doença e podem transmitir a um humano que visite este habitat</li>
<li>Febre amarela urbana: em que um humano infectado anteriormente pela febre amarela silvestre a transmite para mosquitos urbanos, como o Aedes aegypti, que a espalham.</li>
</ul>
<p>É importante alertar que em ambos os casos a doença é a mesma, a diferenciação do ciclo de transmissão apenas ajuda nas estratégias para evitar a disseminação da febre amarela. A pessoa permanece em estado de viremia, ou seja, capaz de transmitir o vírus para mosquitos, por até 7 dias após ter sido picada. Normalmente o vírus causa sintomas em pessoas que nunca tiveram a doença ou que nunca tomaram a vacina contra febre amarela. Não há relatos de transmissão de febre amarela direta entre pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>FACTORES DE RISCO</strong></h2>
<p>Pessoas que nunca entraram em contato com a febre amarela ou nunca se vacinaram contra ela correm o risco de contrair a doença ao viajarem para locais em que a doença é ativa, mesmo que não haja casos recentes reportados nestas regiões. O risco é maior para as pessoas com mais de 60 anos de idade e qualquer pessoa com imunodeficiência grave devido a HIV/AIDS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>SINTOMAS</strong></h2>
<p>Muitas pessoas que contraem a febre amarela não apresentam sintomas, e quando os apresentam, os mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Febre</li>
<li>Dores musculares em todo o corpo, principalmente nas costas</li>
<li>Dor de cabeça</li>
<li>Perda de apetite</li>
<li>Náuseas e vómito</li>
<li>Olhos, face ou língua avermelhada</li>
<li>Fotofobia</li>
<li>Fadiga e fraqueza.</li>
</ul>
<h3>&#8220;Os sintomas nesta fase aguda da doença costumam durar entre três e quatro dias e passam sozinhos.&#8221;</h3>
<p>No entanto, uma pequena percentagem de pessoas pode desenvolver sintomas mais graves cerca de 24 horas após a recuperação dos sintomas mais simples. Nesta fase chamada de tóxica, o vírus pode atingir diversos órgãos e sistemas, mas principalmente o fígado e rins. Os sintomas dessa fase são:</p>
<ul>
<li>Retorno da febre alta</li>
<li>Icterícia, devido ao dano que o vírus causa no fígado</li>
<li>Urina escura</li>
<li>Dores abdominais</li>
<li>Sangramentos na boca, nariz, olhos ou estômago.</li>
</ul>
<h3>&#8220;Em casos mais graves o paciente pode apresentar delírios, convulsões e até entrar em coma.&#8221;</h3>
<p>Dependendo do dano causado no organismo, esta fase da febre amarela pode levar a morte no intervalo entre sete e dez dias. Por isso, pessoas que são diagnosticadas com febre amarela devem estar atentas ao aparecimento dos sintomas iniciais e observar se os sintomas mais graves se manifestarem, para busca de ajuda médica. Os sintomas da febre amarela podem ser confundidos com malária, leptospirose, hepatite viral e dengue hemorrágica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>DIAGNOSTICO</strong></h2>
<p>O diagnóstico da febre amarela é feito com base nos sintomas, histórico médico e de exposição a mosquitos possivelmente infectados. Caso o médico suspeite de febre amarela, existe um exame de sangue que pode detectar a presença do vírus ou de anticorpos que indiquem sua infecção anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>TRATAMENTO</strong></h2>
<p>Não existe medicamento para combater o vírus da febre amarela. O tratamento é apenas sintomático e requer cuidados na assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado. Nas formas graves, o paciente deve ser atendido numa Unidade de Terapia Intensiva.</p>
<p>Normalmente o tratamento visa a melhora dos sintomas e em casos mais graves é realizado o atendimento em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para reposição do sangue perdido nas hemorragias, diálise para os rins afetados e controle geral das complicações. Devido ao risco da doença se desenvolver de forma hemorrágica, é importante evitar o uso de aspirina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>PREVENÇÃO</strong></h2>
<p>A vacinação é considerada pela Organização Mundial da Saúde a forma mais importante de prevenir a febre amarela. Tanto que é a vacinação frequente que impede que a doença de espalhe mesmo em áreas endémicas. É preciso que ao menos 80% da população seja imunizada contra um vírus para prevenir a doença nestas regiões. No caso de pessoas com mais de 60 anos que nunca foram vacinadas, o médico deve levar em conta os riscos da vacinação, que incluem o risco de eventos adversos nessa faixa etária ou decorrentes de comorbidades. Gestantes e lactantes são contraindicadas a tomar esta vacina, assim como pessoas imunossuprimidas.</p>
<p>A febre amarela urbana pode ser prevenida pela eliminação do mosquito transmissor, no caso, o Aedes aegypti. As larvas do Aedes nascem e se criam em água parada. Por isso, evitar esses focos da reprodução desse vetor é a melhor forma de prevenir a febre amarela. Veja como eliminar o risco:</p>
<p><strong>Evite o acumulo de água</strong>: O mosquito coloca seus ovos em água limpa, mas não necessariamente potável. Por isso é importante jogar fora pneus velhos, virar garrafas com a boca para baixo e, caso o quintal seja propenso à formação de poças, realizar a drenagem do terreno. Também é necessário lavar a vasilha de água do bicho de estimação regularmente e manter fechadas tampas de caixas de água e cisternas.</p>
<p><strong>Coloque areia nos vasos de plantas</strong>: O uso de pratos nos vasos de plantas pode gerar acumulo de água. Há três alternativas: eliminar esse prato, lavá-lo regularmente ou colocar areia. A areia conserva a humidade e ao mesmo tempo evita que e o prato se torne um criadouro de mosquitos.</p>
<p><strong>Coloque desinfectante nos ralos</strong>: Ralos pequenos de cozinhas e banheiros raramente tornam-se foco de Aedes devido ao constante uso de produtos químicos, como champô, sabão e água sanitária. Entretanto, alguns ralos são rasos e conservam água estagnada em seu interior. Nesse caso, o ideal é que ele seja fechado com uma tela ou que seja higienizado com desinfectante regularmente.</p>
<p><strong>Limpe as calhas</strong>: Grandes reservatórios, como caixas d&#8217;água, são os criadouros mais produtivos de Aedes, mas as larvas do mosquito podem ser encontradas em pequenas quantidades de água também. Para evitar até essas pequenas poças, calhas e canos devem ser checados todos os meses, pois um leve entupimento pode criar reservatórios ideais para o desenvolvimento do Aedes aegypti.</p>
<p><strong>Coloque tela nas janelas</strong>: Colocar telas em portas e janelas ajuda a proteger sua família contra o mosquito. O problema é quando o criadouro está localizado dentro da residência. Nesse caso, a estratégia não será bem sucedida. Por isso, não se esqueça de que a eliminação dos focos da doença é a maneira mais eficaz de proteção.</p>
<p><strong>Lagos caseiros e aquários</strong>: Assim como as piscinas, a possibilidade de laguinhos caseiros e aquários se tornarem focos de doenças deixou muitas pessoas preocupadas, porém, peixes são grandes predadores de formas aquáticas de mosquitos. O cuidado maior deve ser dado, portanto, às piscinas que não são limpas com frequência.</p>
<p><strong>Seja consciente com seu lixo</strong>: Não despeje lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos. Assim você garante que eles ficarão desobstruídos, evitando acúmulo e até mesmo enchentes. Em casa, deixe as latas de lixo sempre bem tampadas.</p>
<p><strong>Uso de inseticidas e larvicidas</strong>: Tanto os larvicidas quanto os inseticidas distribuídos aos estados e municípios pela Secretaria de Vigilância em Saúde têm eficácia comprovada, sendo preconizados por um grupo de especialistas da Organização Mundial da Saúde.</p>
<p><strong>Uso de repelente</strong>: O uso de repelentes, principalmente em viagens ou em locais com muitos mosquitos, é um método importante para se proteger contra a as doenças transmitidas pelo Aedes. Recomenda-se, porém, o uso de produtos industrializados. Os repelentes caseiros, como andiroba, cravo-da-índia, citronela e óleo de soja não possuem grau de repelência forte o suficiente para manter o mosquito longe por muito tempo. Além disso, a duração e a eficácia do produto são temporárias, sendo necessária diversas reaplicações ao longo do dia, o que muitas pessoas não costumam fazer.</p>
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		<title>Dores nas Costas: Causas, Sintomas e Tratamento</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/dores-nas-costas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 19:55:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[Outras Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor nas costas é um sintoma que está entre as queixas mais comuns do dia a dia da população. Estima-se que todas as pessoas terão pelo menos um episódio de dor nas costas na vida. Esta dor pode ser leve ou intensa, rápida ou constante. Existem várias causas, fatores de risco e formas de  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A dor nas costas é um sintoma que está entre as queixas mais comuns do dia a dia da população. Estima-se que todas as pessoas terão pelo menos um episódio de dor nas costas na vida. Esta dor pode ser leve ou intensa, rápida ou constante. Existem várias causas, fatores de risco e formas de prevenção para a dor nas costas. A dor nas costas pode originar na coluna vertebral, músculos, nervos ou a partir de outras estruturas na região. Ela também pode ter origem em outros órgãos e se irradiar para as costas, como: cólica renal ou ovariana, infecções, enfarto do miocárdio e outros problemas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>A dor nas costas é uma doença complexa da qual ainda desconhecemos todas as causas. Há inúmeros fatores que podem desencadear essas os sintomas:</p>
<ul>
<li> Problemas musculares (por exemplo, contratura muscular, estiramento de músculos)</li>
<li>Má posição ou erros de postura do dia-a-dia</li>
<li>Desvios posturais, como lordose cervical, lordose lombar e cifose dorsal</li>
<li>Falsos movimentos</li>
<li>Problemas psicológicos como o stress ou um choque psicológico</li>
<li>Osteoporose</li>
<li>Artose (na região da cartilagem)</li>
<li>Artrite</li>
<li>Gravidez (por causa do ganho de peso)</li>
<li>Lesões de disco intervertebral</li>
<li>Obesidade e sedentarismo</li>
<li>Quedas, acidentes e fraturas</li>
<li>Irregularidades na composição na estrutura da coluna</li>
<li>Exercícios físicos mal feitos</li>
<li>Hérnia de disco</li>
</ul>
<p>Uma condição particularmente rara, mas que merece atenção, é a chamada “Síndrome da Cauda Equina”. Essa é uma condição neurológica que afeta nervos que enviam informações para as regiões inferiores do corpo (região lombar e pernas) e pode estar relacionada com dor nas costas. Além disso, infecções da coluna espinhal, embora raras também, podem gerar dor, normalmente acompanhada de febre.</p>
<p>Um recente estudo conduzido pelo Instituto de Bioengenharia da Catalunha relacionou a dor nas costas com a falta de nutrientes na coluna. Um desses nutrientes é a glicose. O excesso de pressão nos discos articulares da coluna reduz a quantidade de glicose e eleva a de ácido lático, que interrompe a nutrição das células e começa o processo degenerativo, ocasionando dor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #000000;">FACTORES DE RISCO</span></strong></h2>
<p>Embora a dor nas costas possa atingir qualquer indivíduo em qualquer idade, alguns grupos são mais propensos a desenvolver esse tipo de condição. Alguns fatores de risco podem aumentar as chances de dores nas costas:</p>
<ul>
<li>Pessoas que exercem trabalhos físicos extenuantes ou que manipulam cargas muito pesadas.</li>
<li>Pessoas de idade avançada têm mais chances de desenvolvimento de dores nas costas. Isso é devido a um desgaste natural dos elementos da coluna (ossos e cartilagens), tornando mais propensa a aparição de dores.</li>
<li>Tabagismo: dados publicados no periódico American Journal of Medicine aponta que fumantes, sobretudo os mais jovens, são mais propensos a apresentarem dores lombares. Embora as causas não estejam completamente elucidadas, acredita-se que haja uma diminuição do fluxo de sangue para a espinha, além de um aumento no risco de osteoporose e um aumento na circulação de substâncias que causam dor no organismo do fumante.</li>
<li>Mulheres podem apresentar mais dores nas costas devido aos hormónios femininos, principalmente o estrógeno. Além disso, mulheres após a menopausa têm mais risco de desenvolverem osteoporose, que é um dos fatores que causa dor nas costas.</li>
<li>Obesidade: pessoas obesas têm risco aumentado devido ao sobrepeso que está sobre a coluna.</li>
<li>Sedentarismo: pessoas sedentárias e que não têm a musculatura das costas fortalecidas têm mais chances de sofrerem de dores nas costas.</li>
<li>Pessoas stressadas e muito ansiosas sofrem mais de dores nas costas. O stress causa a libertação de hormónios que aumentam a percepção à dor, além disso, causa tensão muscular. A tensão muscular causa redução da circulação sanguínea e, consequentemente, resíduos ácidos não são retirados do local. Esse acumulo causa a dor e incómodo.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p>Os sintomas da dor nas costas são em geral:</p>
<ul>
<li>Dores musculares na região das costas</li>
<li>Rigidez da coluna</li>
<li>Dor persistente após um longo período levantado ou sentado, após execução de exercício físico ou manipulação de cargas pesadas</li>
<li>Flexibilidade reduzida</li>
<li>Incapacidade de manter a coluna reta</li>
<li>Sensação de “estalo” nas costas</li>
</ul>
<p>Em alguns casos, dor nas costas pode se irradiar para outras regiões, como coxas e pernas. Nessa situação, a causa mais comum é compressão do nervo que pode estar associada à hérnia de disco. Os sintomas da dor nas costas podem ser agudos (presente por menos de 4-6 semanas) ou crónicos (superior a 6 semanas). As dores crónicas são mais raras e, nesses casos, um médico deve ser consultado. A maior parte das dores nas costas são resolvidas naturalmente em 4 a 6 semanas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>DIAGNOSTICO</strong></span></h2>
<p>Normalmente não são necessários testes específicos para se diagnosticar dor nas costas. O médico pode examinar o paciente e verificar se há alguma irregularidade com a coluna. Caso haja suspeita de alguma doença mais grave, exames de sangue e urina podem ser necessários para comprovar se há ou não algum outro fator que cause a doença (como infecções).</p>
<p>Exames de imagem, como raio-X auxiliam na visualização da coluna e permite que o médico avalie se há alguma alteração nas estruturas ósseas, como fraturas, deslocamentos, hérnias etc. A ressonância nuclear magnética e tomografia computadorizada permite analisar tendões, músculos, nervos, ligamentos e discos vertebrais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<h2><span style="color: #000000;"><strong>TRATAMENTO</strong></span></h2>
<p>Dependendo do tipo de dor nas costas e da intensidade, o médico pode adotar algum tratamento específico.</p>
<p><strong>Tratamento medicamentos</strong>: Uma dor nas costas pode ter diversas causas, de modo que o tratamento varia de acordo com o diagnóstico estabelecido pelo médico. Por isso, somente um especialista capacitado pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e nunca se auto-medique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita.</p>
<p><strong>Fisioterapia e exercícios físicos</strong>: O fisioterapeuta pode aplicar uma série de tratamentos e técnicas no paciente com dor nas costas, como calor, frio, estimulação eléctrica e técnicas de relaxamento muscular. Exercícios físicos também ajudam nos sintomas, uma vez que fortalece a musculatura, aumentam a flexibilidade e regulam a postura. Outra abordagem é o uso de uma máquina de descompressão da coluna. Uma cinta é acoplada ao paciente e proporciona tração na região da coluna, levando à descompressão dos discos vertebrais.</p>
<p><strong>Cirurgia</strong>: Em alguns casos os pacientes podem necessitar de cirurgia, como em casos em que há compressão de nervos ou problemas anatómicos. Os tipos de cirurgia envolvem:</p>
<ul>
<li>Fusão de vértebras para eliminar a dor, que pode ser feito através pinos de metal.</li>
<li>Remoção parcial de um disco vertebral, principalmente em casos de compressão de nervos.</li>
<li>Remoção parcial de uma vértebra, quando também há casos de compressão de estruturas moles da coluna.</li>
</ul>
<p><strong>Terapias alternativas</strong>: Hoje em dia, diversas terapias alternativas estão disponíveis. Massagens, acupunctura e quiropraxia são tratamentos complementares e auxiliares para pacientes com desordens neuromusculares. Técnicas de relaxamento, yoga e terapia cognitiva também ajudam o paciente, sobretudo nos casos em que a dor nas costas tem fundo emocional. Para as dores nas costas crónicas, é importante consultar um médico, pois ele dispõe de diversos tratamentos e adaptará a terapia em função da causa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #000000;">PREVENÇÃO</span></strong></h2>
<p>Siga os seguintes cuidados para prevenir a dor nas costas:</p>
<ul>
<li>Faça uma auto-massagem para relaxar as costas</li>
<li>Se um objeto é muito pesado, procure ajuda</li>
<li>Afaste seus pés para conseguir uma ampla base de apoio</li>
<li>Fique o mais próximo possível do objeto que você está tentando levantar</li>
<li>Dobre em seus joelhos, e não sua cintura</li>
<li>Contraia os músculos da barriga se você for levantar o objeto ou abaixá-lo</li>
<li>Levante-se usando os músculos das pernas</li>
<li>Evite ficar em pé por longos períodos de tempo. Se for necessário para o seu trabalho, tente usar um banco. Alterne descansando cada pé sobre ele</li>
<li>Não abuse dos saltos altos</li>
<li>No trabalho, especialmente se estiver usando um computador, certifique-se que sua cadeira tem as costas retas, com assento ajustável, apoios de braços e seja giratória.</li>
<li>Se você dirigir uma longa distância, a cada duas horas pare, desça, se alongue e ande por três a cinco minutos antes de seguir viagem. Traga o seu lugar o mais à frente possível, para evitar flexão</li>
</ul>
<p>O <a href="https://monizsilva.co.ao/pratique-treino-de-escadas">exercício</a> é importante para a prevenção de dores nas costas no futuro. Através do exercício, você pode:</p>
<ul>
<li>Melhorar a sua postura, ter uma reeducação postural</li>
<li>Fortalecer as costas e melhorar a flexibilidade</li>
<li>Perder peso</li>
</ul>
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		<title>Cancro do Pulmão: Causas, Sintomas e Tratamento</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/cancro-do-pulmao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 19:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cancro de pulmão é um dos tipos de cancro mais comuns. É agressivo e tem as maiores taxas de mortalidade de cancro no mundo. Atinge ambos os sexos, mas com maior incidência em homens do que em mulheres e a faixa etária frequentemente acometida é de 60 anos a 70 anos. O cancro de  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O cancro de pulmão é um dos tipos de cancro mais comuns. É agressivo e tem as maiores taxas de mortalidade de cancro no mundo. Atinge ambos os sexos, mas com maior incidência em homens do que em mulheres e a faixa etária frequentemente acometida é de 60 anos a 70 anos. O cancro de pulmão desenvolve-se a partir do crescimento desordenado das células provocando o aparecimento de um tumor. Este tumor tem a capacidade de se disseminar para outras partes do corpo.</strong></p>
<p>Os diferentes tipos de cancro de pulmão podem aparecer também em diferentes tipos de células que pertencem ao órgão, por exemplo, células dos brônquios, dos bronquíolos ou dos alvéolos e são divididos em carcinoma de pequenas células e carcinoma de células não pequenas, o mais comum, subdividido ainda em adenocarcinomas e os carcinomas epidermóide.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>O hábito de fumar ou de estar exposto ao cigarro mesmo não sendo fumante (conhecido como fumo passivo) é uma das principais causas do cancro de pulmão. Dados mostram que 9 dentre 10 casos de cancro de pulmão são devidos ao cigarro. O fumo do cigarro é repleta de agentes causadores de cancro, os carcinógenos. Esses compostos, quando em contato com as células do tecido pulmonar, causam lesões que levam ao surgimento da massa tumoral. Quanto maior o período da exposição, ou seja, quanto mais tempo e mais cigarros a pessoa fumar, maior será a lesão e os riscos de cancro. Além do fumo, há outros agentes químicos que atuam como carcinógenos e lesionam as células pulmonares. Dentre eles:</p>
<ul>
<li>Arsénio</li>
<li>Asbestos</li>
<li>Poluentes, pesticidas e herbicidas</li>
<li>Radônio</li>
<li>Solventes químicos, cloreto de vinila</li>
<li>Metais como crómio, níquel, cádmio</li>
<li>Berílio</li>
</ul>
<p>A exposição a esses compostos normalmente se dá em trabalhadores de mineração, lavouras ou laboratórios químicos. Por fim, cientistas têm mostrado que causas genéticas podem também ser a causa do cancro de pulmão, especialmente em não fumantes e fumantes passivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>FACTORES DE RISCO</strong></span></h2>
<p>O principal fator de risco para o desenvolvimento do cancro de pulmão é o tabagismo. Estima-se que 90% dos casos de cancro são associados com a prática de tabagismo. Aparentemente, indivíduos que tem no histórico familiar parentes de primeiro grau com cancro de pulmão apresentam risco levemente aumentado para o desenvolvimento da doença. A exposição à poluição do ar, infecções pulmonares de repetição, deficiência e excesso de vitamina A, doença pulmonar obstrutiva crónica e fatores genéticos também favorecem o desenvolvimento deste tipo de cancro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p>Na fase inicial, o cancro de pulmão não apresenta sintomas e quando os sintomas se manifestam a doença pode estar em estágio avançado. Os sintomas podem ser variados e dependem do estágio da doença e dos outros locais em que as metástases se espalharam. Os sintomas mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Tosse</li>
<li>Falta de ar</li>
<li>Perda de peso</li>
<li>Tosse com sangue</li>
<li>Cansaço</li>
<li>Dor torácica</li>
<li>Náuseas</li>
<li>Vómitos</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>DIAGNÓSTICO</strong></span></h2>
<p>É difícil estabelecer o diagnóstico precoce da doença, quando realizado o paciente já é sintomático e pode estar com metástases espalhadas em outras regiões do corpo. Exames de imagem para o estadiamento da doença e a broncoscopia (endoscopia respiratória) deve ser realizada para avaliar a árvore traqueobrônquica e, eventualmente, permitir a biopsia. A biopsia permite a identificação do tipo de cancro para definir o melhor tratamento.</p>
<p>Existe um método que auxilia no diagnóstico precoce, indicado para pacientes acima de 55 anos e fumantes que é a tomografia computadorizada de baixa radiação. Nesses casos, as chances de o tratamento ser cirúrgico e as taxas de cura são altas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">TRATAMENTO</span></strong></h2>
<p>O melhor tratamento para cada caso é indicado após resultado da biopsia, pois cada subtipo do cancro de pulmão é tratado de forma específica, dependendo do tipo do cancro, do estágio da doença e das condições gerais do paciente. O tratamento pode ser cirúrgico, com quimioterapia ou radioterapia, que podem ser isolados ou em combinação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>PREVENÇÃO</strong></span></h2>
<p>A grande maioria dos casos de cancro de pulmão são associados com o tabagismo, sendo assim, a maioria dos casos poderiam ser evitados com a diminuição do vício de fumar. Uma vez que o consumo de derivados do tabaco está na origem de 90% dos casos, independentemente do tipo, não fumar é o primeiro cuidado para prevenir a doença. Uma <a href="https://monizsilva.co.ao/como-emagrecer-com-saude">dieta saudável</a> com consumo de frutas e verduras também é recomendado e ao primeiro sinal de sintomas deve procurar ajuda médica.</p>
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