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	<title>O &#8211; Farmácias MonizSilva</title>
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	<description>Angola com Saúde</description>
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		<title>Obesidade</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a OMS, a obesidade é uma doença em que o excesso de gordura corporal acumulada pode atingir graus capazes de afectar a saúde. É uma doença crónica, com enorme prevalência nos países desenvolvidos, atinge homens e mulheres de todas as etnias e de todas as idades, reduz a qualidade de vida e  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com a OMS, a obesidade é uma doença em que o excesso de gordura corporal acumulada pode atingir graus capazes de afectar a saúde.<br /> É uma doença crónica, com enorme prevalência nos países desenvolvidos, atinge homens e mulheres de todas as etnias e de todas as idades, reduz a qualidade de vida e tem elevadas taxas de morbilidade e mortalidade, por isso acarreta múltiplas consequências graves para a saúde.<br /> Existem diferentes tipos de obesidade: A obesidade andróide, abdominal ou visceral &#8211; quando o tecido adiposo se acumula na metade superior do corpo, sobretudo no abdómen. É típica do homem obeso. A obesidade visceral está associada a complicações metabólicas, como a diabetes tipo 2 e a dislipidémia e, a doenças cardiovasculares, como a hipertensão arterial, a doença coronária e a doença vascular cerebral, bem como à síndroma do ovário poliquístico e à disfunção endotelial (ou seja deterioração do revestimento interior dos vasos sanguíneos). A associação da obesidade a estas doenças está dependente da gordura intra-abdominal e não da gordura total do corpo. E a obesidade do tipo ginóide &#8211; quando a gordura se distribui, principalmente, na metade inferior do corpo, particularmente na região glútea e coxas. É típica da mulher obesa.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Osteoartrose</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A osteoartrose (mais conhecida como artrose) é um dos principais problemas reumatológicos, por ser uma das doenças mais comuns e incapacitantes do homem moderno. É a doença reumática mais frequente, representando a primeira causa de dor crónica, absentismo ao trabalho e invalidez. Segundo os dados disponíveis, a osteoartrose é causa de cerca de 30 a  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A osteoartrose (mais conhecida como artrose) é um dos principais problemas reumatológicos, por ser uma das doenças mais comuns e incapacitantes do homem moderno. É a doença reumática mais frequente, representando a primeira causa de dor crónica, absentismo ao trabalho e invalidez. Segundo os dados disponíveis, a osteoartrose é causa de cerca de 30 a 40% das consultas em ambulatórios de reumatologia, o que a torna um problema maior de saúde pública.</p>
<p>A artrose acontece quando o organismo deixa de conseguir reparar as múltiplas agressões e lesões sofridas pelas articulações. Ou seja, a artrose provoca a lesão da cartilagem articular e conduz à diminuição da sua qualidade e quantidade, resultando na diminuição da sua espessura. Ela pode mesmo desaparecer, nas formas mais evoluídas e as superfícies ósseas passarem a roçar uma na outra a cada movimento.</p>
<p>O tempo de degradação da cartilagem é variável e pode levar algumas dezenas de anos. Em casos mais raros, principalmente ao nível da anca e do joelho, essa destruição pode ser rápida e durar apenas alguns meses.</p>
<p>A artrose é a doença articular mais frequente do Homem moderno, aumenta com o avançar da idade e é causa frequente de dor e incapacidade, com grande impacto socioeconómico.</p>
<p>Os principais sintomas da osteoartrose são a dor, a rigidez, a limitação dos movimentos e, em fases mais avançadas, as deformações. As dores agravam-se ao longo do dia, com os movimentos e com os esforços e melhoram quando o doente repousa, em particular quando se deita. Regra geral, os doentes com osteoartrose não têm dores durante a noite e dormem bem, embora em alguns casos muito avançados de artroses das ancas e dos joelhos, as dores possam, também surgir durante a noite. A rigidez surge sobretudo, ao iniciar os movimentos, como por exemplo, no doente que está sentado e se levanta e surge, também, de manhã ao acordar. A rigidez da osteoartrose é de curta duração, não ultrapassando os 30 minutos. A limitação de movimentos pode surgir precocemente, ao contrário do que acontece com as deformações que, em regra, são tardias.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Obnubilação</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/obnubilacao</link>
		
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Alteração do estado da consciência. É mais frequente na epilepsia e nas síndromes pós-comocionais que resultam de um abalo do organismo provocado por um choque directo ou indirecto e desencadeiam uma série de perturbações funcionais, sem lesão orgânica manifesta. Estado de apatia, de torpor com obscurecimento e lentidão do pensamento são as principais características da  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Alteração do estado da consciência. É mais frequente na epilepsia e nas síndromes pós-comocionais que resultam de um abalo do organismo provocado por um choque directo ou indirecto e desencadeiam uma série de perturbações funcionais, sem lesão orgânica manifesta. Estado de apatia, de torpor com obscurecimento e lentidão do pensamento são as principais características da obnubilação.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Osteopetrose</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/osteopetrose</link>
		
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Doença que consiste numa perturbação hereditária que causa o aumento da densidade dos ossos e, consequentemente, vai provocar anomalias esqueléticas. Também conhecida por “doença dos ossos de mármore”. A formação do osso está a cargo dos osteoclastos, enquanto a degradação está a cargo dos osteoclastos; do equilíbrio da actividade de ambas as células resulta um  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Doença que consiste numa perturbação hereditária que causa o aumento da densidade dos ossos e, consequentemente, vai provocar anomalias esqueléticas. Também conhecida por “doença dos ossos de mármore”. A formação do osso está a cargo dos osteoclastos, enquanto a degradação está a cargo dos osteoclastos; do equilíbrio da actividade de ambas as células resulta um osso e esqueleto saudável. A ausência ou diminuição da actividade dos osteoclastos produz a osteopetrose.<br /> As manifestações clínicas variam de formas severas no período neonatal até formas clínicas relativamente assintomáticas cujo diagnóstico ocorre por acaso.<br /> O diagnóstico baseia-se na clínica e nas imagens radiológicas, sendo aconselhável a procura das mutações específicas. Assim, pode-se identificar o subtipo exacto desta doença e, logo, fazer-se prognóstico, tratamento e aconselhamento genético.<br /> O tratamento é, fundamentalmente, sintomático, ainda que as formas severas podem necessitar transplante de medula óssea.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Obsessão</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/obsessao</link>
		
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trata-se de uma mania, um pensamento fixo recorrente, do qual a pessoa somente consegue se libertar com ajuda profissional. Caracteriza-se pela presença de ideias, de imagens ou de impulsos recorrentes, não desejados, invasores que parecem sem sentido, estranhos, indecentes ou aterradores (obsessões) e, ao mesmo tempo, uma urgência ou uma compulsão para fazer algo que  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Trata-se de uma mania, um pensamento fixo recorrente, do qual a pessoa somente consegue se libertar com ajuda profissional.<br /> Caracteriza-se pela presença de ideias, de imagens ou de impulsos recorrentes, não desejados, invasores que parecem sem sentido, estranhos, indecentes ou aterradores (obsessões) e, ao mesmo tempo, uma urgência ou uma compulsão para fazer algo que liberte da incomodidade causada pela obsessão. Pensamento de preocupação permanente de carácter penoso, que se impõe naturalmente ao espírito do indivíduo.<br /> O doente reconhece que a doença é a sua fonte de angústia e, inclusive, que a sua dimensão é absurda.<br /> Entre as obsessões mais frequentes estão as preocupações pela contaminação, pela dúvida, pela perda e pela agressividade. Caracteristicamente, as pessoas com uma perturbação obsessivo-compulsiva sentem-se impulsionadas a efectuar rituais (actos repetitivos, com um propósito, intencionais). Os rituais utilizados para controlar uma obsessão incluem lavar-se ou limpar-se para se libertar da contaminação, verificações repetitivas para suprimir as dúvidas, guardar as coisas para que não se percam e evitar as pessoas que pudessem ser objecto de agressão. De um modo geral, os rituais consistem na lavagem excessiva das mãos ou na verificação repetitiva para se assegurar de ter fechado a porta. Outros rituais são mentais, como o cálculo repetitivo ou fazer afirmações para diminuir o perigo. A obsessão compulsiva é diferente da personalidade obsessivo-compulsiva.<br /> Em geral as pessoas com perturbações obsessivo-compulsivas estão conscientes de que as suas obsessões não reflectem riscos reais. Reconhecem que o seu comportamento físico e mental é excessivo ao ponto de chegar a ser insólito. Daí a diferença entre a obsessão compulsiva e as perturbações psicóticas, nas quais as pessoas perdem contacto com a realidade.<br /> A obsessão compulsiva afecta com a mesma frequência nas mulheres e nos homens. Cerca de um terço das pessoas com uma obsessão compulsiva encontra-se em estado depressivo quando se diagnostica a perturbação. No conjunto, dois terços sofrem de depressão em algum momento.</p>
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		<title>Osteoporose</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/osteoporose</link>
		
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A osteoporose é uma doença óssea sistémica - generalizada a todo o esqueleto, que por si só não causa sintomas, caracterizada por uma densidade mineral óssea (DMO) diminuída e alterações da microarquitectura e da resistência ósseas que causam aumento da fragilidade óssea e, consequentemente, aumento do risco de fracturas. Se não for prevenida precocemente, ou  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A osteoporose é uma doença óssea sistémica &#8211; generalizada a todo o esqueleto, que por si só não causa sintomas, caracterizada por uma densidade mineral óssea (DMO) diminuída e alterações da microarquitectura e da resistência ósseas que causam aumento da fragilidade óssea e, consequentemente, aumento do risco de fracturas.<br /> Se não for prevenida precocemente, ou se não for tratada, a perda de massa óssea vai aumentando progressivamente, de forma assintomática, sem manifestações, até à ocorrência de uma fractura.<br /> A osteoporose é considerada uma doença assintomática, uma vez que habitualmente não ocorrem sintomas clínicos de osteoporose antes da ocorrência de uma fractura.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Obstipação</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/obstipacao</link>
		
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Também chamada de prisão de ventre é uma perturbação em que a pessoa tem evacuações incómodas ou pouco frequentes e as quais provocam dores e desconforto. É considerada obstipação quando o paciente tem menos de uma defecação em cada três dias ou quando o doente se esforça frequentemente para expulsar fezes duras. O indivíduo normal  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Também chamada de prisão de ventre é uma perturbação em que a pessoa tem evacuações incómodas ou pouco frequentes e as quais provocam dores e desconforto.<br /> É considerada obstipação quando o paciente tem menos de uma defecação em cada três dias ou quando o doente se esforça frequentemente para expulsar fezes duras. O indivíduo normal tem mais de três dejecções por semana.<br /> É de extrema importância procurar identificar as possíveis causas de obstipação, apesar de se saber que existe um número muito significativo de casos em que a causa é idiopática.<br /> Existem dois tipos mais comuns de obstipação: aguda e crónica. A primeira surge de forma repentina e pode estar associada a alterações recentes do estilo de vida, sendo que a segunda consiste numa situação que já se arrasta no tempo e pode ser resultado de uma dieta pobre em fibras e de uma vida sedentária.<br /> Muitas vezes a causa da prisão de ventre aguda não é mais do que uma alteração recente na dieta ou uma redução na actividade física (por exemplo, quando uma pessoa fica acamada durante 1 ou 2 dias por estar doente). Por vezes, a prisão de ventre aguda pode ser causada por problemas graves, como uma obstrução do intestino grosso, um fornecimento deficiente de sangue ao mesmo e uma lesão nervosa ou da espinal medula.<br /> São causas frequentes da prisão de ventre crónica uma escassa actividade física e uma dieta pobre em fibra. Outras causas podem ser uma glândula tiróide hipoactiva (hipotiroidismo), valores altos de cálcio no sangue (hipercalcemia) e a doença de Parkinson. Uma diminuição das contracções do intestino grosso (cólon inactivo) e das contracções concomitantes com a defecação conduzem também à prisão de ventre crónica. Os factores psicológicos são causas habituais de prisão de ventre aguda e crónica.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Otite</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/otite</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Otite é o termo médico usado para definir as infecções do ouvido. Esta infecção pode ocorrer no ouvido externo ou médio e ser aguda ou crónica.O ouvido, cujas funções são a audição e equilíbrio, possui três divisões. A primeira o ouvido externo, onde está o canal auditivo, a segunda o ouvido médio, onde se encontram  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Otite é o termo médico usado para definir as infecções do ouvido. Esta infecção pode ocorrer no ouvido externo ou médio e ser aguda ou crónica.</p>
<p>O ouvido, cujas funções são a <a href="http://www.atlasdasaude.pt/publico/content/audicao" target="_blank">audição</a> e equilíbrio, possui três divisões. A primeira o ouvido externo, onde está o canal auditivo, a segunda o ouvido médio, onde se encontram o tímpano, a bigorna, o martelo e o estribo e a última o ouvido interno, onde se concentram o estribo, o nervo auditivo e o caracol (também conhecido por cóclea).</p>
<p>A infecção do ouvido externo é chamada otite externa e do ouvido médio é chamada otite média.</p>
<p><strong style="line-height: 1.538em;">Otite média</strong><br /><span style="line-height: 1.538em;">A otite média é uma inflamação persistente da mucosa do ouvido médio. Surge, normalmente, após gripes, constipações e infecções de garganta, já que os vírus e bactérias que infectam o nariz e a garganta atingem o ouvido médio através da trompa de Eustáquio.</span></p>
<p>É uma das doenças mais comuns durante a infância. Em média, aos 12 meses de idade, cerca de 2/3 das crianças já registaram pelo menos um episódio de otite média aguda e, aos 3 anos cerca de 46% já registaram 3 ou mais episódios. Os maiores picos de incidência ocorrem normalmente entre os 6 e 11 meses (pico mais importante) e os 4 e 5 anos de idade. Mas pode ocorrer em pessoas de qualquer idade.</p>
<p>Neste tipo de otite, o tímpano fica inflamado e pode inchar. Caso rebente, forma uma secreção líquida de sangue e pus, habitualmente acompanhada por dor intensa. Portanto, a dor de ouvidos é o sintoma mais frequente, mas pode também manifestar-se por perda de audição temporária, febre, náuseas, vómitos e secreção de pus no ouvido.</p>
<p>O agente infeccioso que provoca a otite com maior frequência é o <em>streptococcus pneumoniae</em>. A vacina antipneumocócica conjugada, que não integra o Programa Nacional de Vacinação, diminui o número de casos de otite nas crianças.</p>
<p><strong style="line-height: 1.538em;">Otite externa</strong><br /><span style="line-height: 1.538em;">A otite externa é mais frequentemente causada pela infecção por bactérias e fungos. Na maior parte das vezes, eles penetram através de lesões na pele que cobre o canal auditivo externo provocadas por objectos (cotonetes, por exemplo), por atritos ao coçar ou secar o ouvido e pelo contacto com água contaminada (mar, piscina, banhos).</span></p>
<p>O contacto frequente com a água pode facilitar a remoção da cera que serve de protecção ao canal auditivo. Por isso, a otite externa também é conhecida como otite dos nadadores. Provoca dor intensa e diminuição da audição. Em alguns casos, podem aparecer secreção e comichão. O diagnóstico é feito considerando os sintomas e por meio do exame otológico que permite visualizar o interior do ouvido.</p>
<p><strong style="line-height: 1.538em;">Otite média aguda</strong><br /><span style="line-height: 1.538em;">A otite média é a segunda doença infecciosa mais comum na infância, após as infecções das vias aéreas superiores. A otite média aguda é uma infecção por bactérias ou vírus que provocam inflamação e/ou obstruções e que, se não for tratada pode levar à perda total da audição.</span></p>
<p>Costuma ocorrer durante ou logo após gripes, constipações, infecções da garganta ou respiratórias. Os vírus e bactérias, normalmente infectando o nariz e faringe, seguem pelo canal auditivo e causam uma acumulação de pus dentro do ouvido médio. A pressão exercida por esta secreção provocará dor, febre e diminuição da audição. Algumas vezes chega a ser tão intensa que leva à ruptura da membrana timpânica e á saída de secreção purulenta misturada com sangue pelo canal exterior (otite média aguda supurada).</p>
<p>Os principais sintomas são, portanto, a dor muito forte, diminuição da audição, febre, falta de apetite e secreção local. O diagnóstico baseia-se no levantamento dos sintomas e no exame do ouvido com aparelhos específicos como o otoscópio.</p>
<p><strong style="line-height: 1.538em;">Otite média crónica</strong><br /><span style="line-height: 1.538em;">A otite média crónica é uma infecção duradoura do ouvido provocada por uma lesão permanente (perfuração) do tímpano. A perfuração do tímpano pode ser causada por uma otite média aguda, pela obstrução da trompa de Eustáquio, por uma lesão causada por um objecto que entre no ouvido, pelas alterações bruscas da pressão atmosférica ou pelas queimaduras provocadas pelo calor ou por produtos químicos.</span></p>
<p>Habitualmente, estas otites têm uma duração de 3 meses ou mais e é a principal responsável pela falta de audição nas crianças.</p>
<p>Os sintomas dependem da parte do tímpano que estiver perfurada. Se o tímpano apresentar uma perfuração central (um orifício no centro), a otite média crónica pode agravar-se depois de uma infecção do nariz e da garganta, como na constipação comum, ou depois de ter entrado água no ouvido médio durante o banho ou ao nadar. Geralmente, estes agravamentos são causados por bactérias e provocam um corrimento indolor de pus, que pode cheirar mal, proveniente do ouvido. As exacerbações persistentes podem provocar a formação de protuberâncias chamadas pólipos, que se estendem desde o ouvido médio, atravessam a perfuração e chegam ao canal auditivo. A infecção persistente pode destruir partes dos ossículos, os pequenos ossos do ouvido médio que comunicam os sons captados pelo ouvido externo ao ouvido interno, provocando uma perda auditiva de tipo condutivo.</p>
<p>O tratamento da otite média crónica inclui o controlo da infecção (utilizando em geral gotas tópicas), uma protecção contra a entrada de água no ouvido e até mesmo o tratamento cirúrgico. A cirurgia visa evitar novas infecções e secundariamente tentar recuperar a audição que restou daquele ouvido.</p>
<p><strong style="line-height: 1.538em;">Otite média serosa</strong><br /><span style="line-height: 1.538em;">A otite média serosa evolui de forma aguda e manifesta-se por uma súbita sensação de peso ou pressão no ouvido, caracterizando-se pela presença de secreção inflamatória (serosa), embora a causa da inflamação não seja uma infecção, mas uma falha funcional ou uma obstrução da trompa de Eustáquio, o canal que drena as secreções e regula e pressão interna do ouvido médio. As causas mais frequentes da falha funcional ou obstrução das trompas de Eustáquio são as constipações repetidas, as vegetações adenóides e as alterações bruscas da pressão externa, muito habituais na prática de actividades submarinas e nos desportos de altitude. Geralmente ocorre perda auditiva e otites agudas de repetição.</span></p>
<p><strong style="line-height: 1.538em;">Recomendações e prevenção das otites</strong></p>
<p>• Evite o uso de cotonetes, pois podem retirar a cera protetora do ouvido ou empurrá-la para dentro do canal auditivo ou até mesmo ferir;<br />• Utilize protectores macios nos ouvidos para evitar a entrada de água quando nadar;<br />• Limpe, com frequência, as secreções nasais provocadas por gripes e constipações, por forma a evitar que estas se acumulem no nariz e na garganta, especialmente nos bébés e crianças pequenas;<br />• Nunca amamentar o seu bébé deitado. Esta posição favorece a entrada de líquidos no seu canal auditivo que predispõe a infecções;<br />• Não introduzir objectos para limpar ou coçar o ouvido que possam ferir a pele;<br />• Para secar as orelhas utilize uma toalha macia enrolada na ponta do dedo e com cuidado;<br />• Cuidado com a automedicação, procure sempre o conselho do seu médico ou farmacêutico e não siga sugestões de conhecidos para aliviar as dores de ouvidos. Tenha em atenção que leite do peito, ervas, azeite, entre outras “Mezinhas”, NÂO devem ser colocados dentro do ouvido);<br />• Procure atendimento médico sempre que apresentar dores de ouvidos, comichão intensa ou diminuição de audição.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Obstipação na gravidez</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/obstipacao-na-gravidez</link>
		
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É frequente ocorrer obstipação no 2º e 3º trimestre de gravidez à qual se atribui vários fatores: níveis elevados de progesterona que ocasionam relaxamento da musculatura intestinal; compressão resultante do aumento do volume do útero e, pela terapêutica com sais de ferro. A estes fatores associam-se outras alterações como a redução de atividade física.Caso a  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É frequente ocorrer obstipação no 2º e 3º trimestre de gravidez à qual se atribui vários fatores: níveis elevados de progesterona que ocasionam relaxamento da musculatura intestinal; compressão resultante do aumento do volume do útero e, pela terapêutica com sais de ferro. A estes fatores associam-se outras alterações como a redução de atividade física.</p>
<p>Caso a obstipação não responda a mudanças alimentares, a grávida pode tomar laxantes de volume para prevenir a doença hemorroidária que pode desenvolver-se em consequência. No entanto, é necessário precaução com o tipo de laxante que pode estimular a atividade uterina.</p>
<p>Prof. Doutora Maria Augusta Soares</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Ovário, Cancro do</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/ovario-cancro-do</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cancro do ovário é a doença maligna mais mortal dos órgãos reprodutores femininos. A elevada taxa de mortalidade é atribuída ao facto de que, quando o cancro do ovário é detectado, já está em geral disseminado. Por isso pode atingir um tamanho considerável antes de provocar sintomas. A causa permanece desconhecida, embora se creia  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cancro do ovário é a doença maligna mais mortal dos órgãos reprodutores femininos. A elevada taxa de mortalidade é atribuída ao facto de que, quando o cancro do ovário é detectado, já está em geral disseminado. Por isso pode atingir um tamanho considerável antes de provocar sintomas.<br /> A causa permanece desconhecida, embora se creia que factores hereditários podem ter influência no desenvolvimento da doença, pois o cancro do ovário afecta com frequência vários membros da mesma família. A doença ocorre em qualquer idade, sendo mais predominante depois da menopausa, nas idades compreendidas entre os 50 e os 70 anos. As mulheres que nunca tiveram filhos apresentam uma incidência um pouco superior à média, enquanto as mulheres que tomaram contraceptivos orais correm um menor risco, que se reduz a metade.<br /> De um modo geral, o cancro do ovário em fase inicial é assintomático, mas, à medida que o tumor vai crescendo, pode dar um vago desconforto abdominal e gases. Com a evolução do cancro, ocorrem com frequência distensão e dor abdominais e perda de peso. Em certos casos, raros, pode haver sangramento vaginal.<br /> Assim, por precaução as mulheres de idade superior a 40 anos devem submeter-se com intervalos de um ou dois anos a um cuidadoso exame ginecológico, que inclui palpação dos ovários, pois qualquer aumento ovárico levanta a suspeita de cancro. Quando se suspeita de cancro do ovário, deve recorrer-se à ecografia para detectar a eventual presença de uma massa.</p>
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<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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