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	<title>H &#8211; Farmácias MonizSilva</title>
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		<title>Hipertrofia Benigna da Próstata (HBP)</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Consiste num aumento da glândula e é conhecido pelo nome de hipertrofia benigna da próstata, muitas vezes referida pela sigla HBP. Com o aumento da esperança de vida, tem aumentado o número de doentes prostáticos. Em Portugal, realizam-se anualmente cerca de 10.000 operações por HBP.À medida que o homem envelhece, a próstata sofre dois principais  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Consiste num aumento da glândula e é conhecido pelo nome de hipertrofia benigna da próstata, muitas vezes referida pela sigla HBP. Com o aumento da esperança de vida, tem aumentado o número de doentes prostáticos. Em Portugal, realizam-se anualmente cerca de 10.000 operações por HBP.</p>
<p><span style="line-height: 1.538em;">À medida que o homem envelhece, a <a href="http://www.atlasdasaude.pt/publico/content/prostata" target="_blank">próstata</a> sofre dois principais períodos de crescimento. O primeiro ocorre na puberdade, quando a próstata duplica o seu tamanho. A partir dos 30 anos de idade a próstata recomeça a crescer. É este segundo crescimento que, anos mais tarde, pode resultar na HBP.</span></p>
<p><span style="line-height: 1.538em;">Embora a próstata cresça durante toda a vida do homem, esse aumento não costuma causar problemas, a não ser tardiamente. A HBP raramente causa sintomas antes dos 40 anos, mas cerca de metade dos homens com 60 anos e 90% dos homens com 80 anos têm sintomas devidos a HBP.</span></p>
<p><strong style="line-height: 1.538em;">Sintomas</strong><br /><span style="line-height: 1.538em;">Os sintomas de HBP devem-se não só a obstrução da uretra, como também a gradual perda da função da bexiga, que resulta no seu esvaziamento incompleto. Em algumas situações extremas, o homem pode mesmo entrar em retenção urinária completa, não conseguindo urinar.</span></p>
<p><span style="line-height: 1.538em;">Os sintomas de HBP variam, mas os mais comuns são:</span></p>
<p>&#8211; Micções mais frequentes, especialmente durante a noite;<br /><span style="line-height: 1.538em;">&#8211; Jacto urinário fraco, hesitante ou interrompido e sensação de urgência miccional, por vezes com pequenas perdas involuntárias de urina.</span></p>
<p><span style="line-height: 1.538em;">Uma HBP pode causar problemas maiores com o decorrer do tempo. A retenção urinária parcial, com resíduo miccional progressivamente crescente, pode levar a infecções urinárias, incontinência, pedras na bexiga e lesões no rim.</span></p>
<p><span style="line-height: 1.538em;">Se a bexiga ficar definitivamente lesada o tratamento da HBP pode ser ineficaz, mesmo com a cirurgia. Quando a HBP é tratada em estádios precoces há não só maior probabilidade de sucesso como também menor risco de se desenvolverem complicações.</span></p>
<p><strong style="line-height: 1.538em;">Diagnóstico</strong><br /><span style="line-height: 1.538em;">Quando há suspeita de HBP deve-se recorrer a um urologista, médico especializado em doenças do aparelho urinário e do aparelho genital masculino, que pedirá alguns exames, que ajudam a identificar o problema e a decidir qual o tratamento necessário. Os exames variam de doente para doente, mas os mais comuns são os seguintes:</span></p>
<p><span style="line-height: 1.538em;">Toque rectal &#8211; é geralmente o primeiro exame a ser realizado. O urologista insere um dedo enluvado através do reto e sente a próstata para ter uma ideia sobre o tamanho e a consistência da glândula. É um método com elevada acuidade para diferenciar um crescimento prostático benigno de um crescimento maligno.</span></p>
<p><span style="line-height: 1.538em;">Ecografias &#8211; provavelmente o urologista vai pedir uma ecografia da próstata. Poderá mesmo pedir ecografias dos rins e da bexiga, para saber se a HBP está a ter alguma repercussão sobre o aparelho urinário ou para saber se existe eventual patologia associada. A ecografia prostática deverá ser feita com uma sonda transretal. Com este método, em que uma sonda é introduzida através do reto, conseguem-se imagens do interior da próstata, ou seja, da porção da próstata que não é estudada pelo toque rectal.</span></p>
<p><span style="line-height: 1.538em;">Fluxometria urinária &#8211; outro exame que provavelmente é pedido é a análise do fluxo miccional. Com a bexiga bem cheia, o homem urina para um aparelho, que registará e medirá as características do jacto urinário. Um fluxo reduzido sugere obstrução urinária.</span></p>
<p><span style="line-height: 1.538em;">Medição do resíduo urinário pós-miccional &#8211; resíduo urinário pós-miccional é a quantidade de urina que fica na bexiga imediatamente depois de uma micção. A avaliação do resíduo é geralmente feita por ecografia, muitas vezes realizada simultaneamente com a fluxometria urinária. A presença pós-miccional de mais de 50 cc de urina é anormal. A medição do resíduo é um exame extremamente importante, pois a existência de um resíduo elevado significa que existe enfraquecimento da força de contracção da bexiga.</span></p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Hipertrofia gengival</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/hipertrofia-gengival</link>
		
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Doentes submetidos a terapêutica que ocasiona crescimento gengival apresentam mais dificuldade na remoção da placa pelo que devem ser observados pelo médico, sendo da responsabilidade do farmacêutico identificar estes casos e recomendar a consulta médica.O aumento de volume das gengivas está descrito pela ação dos seguintes medicamentos com respetiva prevalência: fenitoína &gt; ciclosporina &gt; antagonistas  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Doentes submetidos a terapêutica que ocasiona crescimento gengival apresentam mais dificuldade na remoção da placa pelo que devem ser observados pelo médico, sendo da responsabilidade do farmacêutico identificar estes casos e recomendar a consulta médica.</p>
<p>O aumento de volume das gengivas está descrito pela ação dos seguintes medicamentos com respetiva prevalência: fenitoína &gt; ciclosporina &gt; antagonistas dos canais do cálcio, particularmente nifedipina. Este aumento de volume dificulta a remoção da placa bacteriana predispondo para a gengivite.</p>
<p>Os fármacos indutores de hipertrofia gengival apresenta-se a baixo:</p>
<ul>
<li><span style="font-size: 13.008px; line-height: 1.538em;">Ácido valpróico;</span></li>
<li><span style="font-size: 13.008px; line-height: 1.538em;">Barbitúricos;</span></li>
<li><span style="font-size: 13.008px; line-height: 1.538em;">Bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridínicos (nifedipina);</span></li>
<li><span style="font-size: 13.008px; line-height: 1.538em;">Carbamazepina;</span></li>
<li><span style="font-size: 13.008px; line-height: 1.538em;">Ciclosporina;</span></li>
<li><span style="font-size: 13.008px; line-height: 1.538em;">Fenitoína.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: 13.008px; line-height: 20.0063px;">Prof. Doutora Maria Augusta Soares</span></p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Hipocondria</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/hipocondria</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A hipocondria é uma perturbação psiquiátrica em que o indivíduo, embora saudável, está preocupado, tem medo ou está convencido, de forma angustiante e obsessiva, há mais de meio ano, que tem uma doença grave, tendo-se para tal baseado numa interpretação errada de sintomas físicos. Calcula-se que a prevalência da hipocondria nas consultas de clínica geral  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A hipocondria é uma perturbação psiquiátrica em que o indivíduo, embora saudável, está preocupado, tem medo ou está convencido, de forma angustiante e obsessiva, há mais de meio ano, que tem uma doença grave, tendo-se para tal baseado numa interpretação errada de sintomas físicos.<br /> Calcula-se que a prevalência da hipocondria nas consultas de clínica geral se situe entre os quatro e os nove por cento, sendo que pode surgir em qualquer idade, mas é mais frequente que o seu aparecimento ocorra no início da idade adulta. A evolução é geralmente crónica, com sintomas flutuantes, registando-se algumas vezes remissão completa.<br /> Não existe tratamento farmacológico específico para esta situação, embora o recurso a psico-fármacos, aliado a apoio psicológico, possa ajudar ultrapassar esta perturbação.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Hipoglicemia</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/hipoglicemia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Designa o baixo nível de glicose no sangue. As causas podem ser variadas (consumo de álcool, jejum, alimentação insuficiente, esforço físico, consumo de medicamentos, etc.) e surgir em qualquer idade e indivíduo. No entanto, as formas mais comuns, moderada ou severa, ocorrem como uma complicação no tratamento da diabetes mellitus com insulina ou medicamentos orais.  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Designa o baixo nível de glicose no sangue. As causas podem ser variadas (consumo de álcool, jejum, alimentação insuficiente, esforço físico, consumo de medicamentos, etc.) e surgir em qualquer idade e indivíduo. No entanto, as formas mais comuns, moderada ou severa, ocorrem como uma complicação no tratamento da diabetes <span style="font-style: italic;">mellitus</span> com insulina ou medicamentos orais.<br /> Embora a hipoglicemia possa causar uma variedade de sintomas, o problema principal decorre do fornecimento inadequado de glicose como combustível ao cérebro, com prejuízo resultante nas suas funções. Os desajustes nas funções cerebrais podem ser desde um vago mal-estar até ao coma e, mais raramente, a morte.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Hepatite E</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/hepatite-e</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A hepatite E resulta da infecção pelo vírus da hepatite E (VHE), é transmitida de pessoa a pessoa, através da água e de alimentos contaminados com matéria fecal. A gravidade da infecção pelo VHE é maior que a provocada pelo vírus da hepatite A, mas a recuperação ocorre ao fim de pouco tempo. A doença  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hepatite E resulta da infecção pelo vírus da hepatite E (VHE), é transmitida de pessoa a pessoa, através da água e de alimentos contaminados com matéria fecal.<br /> A gravidade da infecção pelo VHE é maior que a provocada pelo vírus da hepatite A, mas a recuperação ocorre ao fim de pouco tempo.<br /> A doença pode ser fulminante, a taxa de mortalidade oscila entre os 0,5 a quatro por cento, e os casos ocorridos durante a gravidez são bastante mais graves, podendo atingir taxas de mortalidade na ordem dos 20 por cento se o vírus for contraído durante o terceiro trimestre. Existem também registos de partos prematuros, com taxas de mortalidade infantil que atingem os 33 por cento. Nas crianças, a co-infecção com os vírus A e E pode resultar numa doença grave, incluindo a falência hepática aguda.<br /> Segundo a Organização Mundial de Saúde a doença tem uma maior taxa de incidência entre os adultos dos 15 aos 40 anos mas, a baixa taxa registada entre as crianças pode dever-se ao facto de a hepatite E, normalmente não provocar quaisquer sintomas nos mais novos. Logo, os sintomas habituais entre os jovens e os adultos, dos 15 aos 40 anos, são a icterícia (que pode manter-se durante várias semanas), falta de apetite, náuseas, vómitos, febre, dores abdominais, aumento do volume do fígado e mal-estar geral.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
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		<title>Hirsutismo</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/hirsutismo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O hirsutismo é o crescimento excessivo de pêlo em zonas onde as mulheres habitualmente não o têm, já que o pêlo nestas zonas depende dos androgénios (hormonas masculinas), determinado por um conjunto de factores, normalmente de natureza endócrina ou tumoral que obrigam a uma abordagem médica. Estas zonas são o lábio superior, a zona das  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O hirsutismo é o crescimento excessivo de pêlo em zonas onde as mulheres habitualmente não o têm, já que o pêlo nestas zonas depende dos androgénios (hormonas masculinas), determinado por um conjunto de factores, normalmente de natureza endócrina ou tumoral que obrigam a uma abordagem médica.<br /> Estas zonas são o lábio superior, a zona das patilhas, o queixo, o pescoço, as auréolas mamárias, o tórax, a área em volta do umbigo, as virilhas, as coxas ou as costas.<br /> Pode manifestar-se como queixa isolada, ou como parte de um quadro clínico mais complicado.<br /> É possível melhorar o hirsutismo leve com simples alterações do estilo de vida. Uma alimentação saudável, a prática de exercício físico diário e a perda de peso de forma controlada (nas mulheres com excesso de peso) podem melhorar o hirsutismo. Nos casos mais agudos, é aconselhável recorrer a tratamentos com medicamentos, sempre sob controlo médico, que podem ser complementados com tratamentos cosméticos.<br /> O hirsutismo não deve ser confundido com a hipertricose.</p>
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<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<item>
		<title>Hepatite G</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/hepatite-g</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A hepatite G é provocada pelo vírus VHG e estima-se ser responsável por 0,3 por cento de todas as hepatites víricas. Desconhecem-se, ainda, todas as formas de contágio possíveis, mas sabe-se que a doença é transmitida, sobretudo, pelo contacto sanguíneo. Não foi ainda possível determinar com exactidão – dado que a descoberta da doença e  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hepatite G é provocada pelo vírus VHG e estima-se ser responsável por 0,3 por cento de todas as hepatites víricas. Desconhecem-se, ainda, todas as formas de contágio possíveis, mas sabe-se que a doença é transmitida, sobretudo, pelo contacto sanguíneo.<br /> Não foi ainda possível determinar com exactidão – dado que a descoberta da doença e do vírus que a provoca foram recentes –, as consequências da infecção com o vírus da hepatite G.<br /> A infecção aguda é geralmente “suave” e transitória e 90 a 100 por cento dos infectados tornam-se portadores crónicos mas podem nunca vir a sofrer de uma doença hepática. Até agora não foi possível comprovar que a infecção pelo VHG conduza a casos de cirrose ou de cancro no fígado.<br /> As pessoas infectadas pelo vírus da hepatite G não apresentam quaisquer sintomas, segundo os estudos realizados até à data.</p>
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<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>Hodgkin, Doença de</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/hodgkin-doenca-de</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A doença de Hodgkin, ou linfoma de Hodgkin, pertence a um grupo de neoplasias denominadas linfomas (termo genérico para designar os carcinomas que se desenvolvem no sistema linfático). Na doença de Hodgkin, as células do sistema linfático tornam-se anómalas e começam a dividir-se e a crescer a um ritmo demasiado rápido e de forma descontrolada  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A doença de Hodgkin, ou linfoma de Hodgkin, pertence a um grupo de neoplasias denominadas linfomas (termo genérico para designar os carcinomas que se desenvolvem no sistema linfático).<br /> Na doença de Hodgkin, as células do sistema linfático tornam-se anómalas e começam a dividir-se e a crescer a um ritmo demasiado rápido e de forma descontrolada e desordenada. Dado que o tecido linfático está presente em diversas regiões do organismo, a doença de Hodgkin pode ter origem em praticamente qualquer parte. Esta doença pode ocorrer num único nódulo linfático, num grupo de nódulos linfáticos ou ainda noutras partes do sistema linfático, como a medula óssea ou o baço. Este tipo de cancro quando se dissemina, fá-lo de forma relativamente ordenada: de um grupo de nódulos linfáticos para outro. Por exemplo, se a doença de Hodgkin surgir em nódulos linfáticos do pescoço alastra primeiro para os nódulos situados acima das clavículas e só depois para os nódulos linfáticos debaixo dos braços e no tórax. Por fim, pode disseminar-se para qualquer outra parte do organismo.<br /> Desconhecem-se as causas da doença de Hodgkin e os médicos raramente conseguem explicar por que é que umas pessoas são afectadas e outras não. Existem, porém, algumas certezas: a doença de Hodgkin não é contagiosa, ou seja, não se &#8220;apanha&#8221; esta doença de outra pessoa. Sabe-se igualmente que a doença de Hodgkin ocorre com maior frequência em pessoas entre os 15 e os 34 anos e depois dos 55 anos e é mais comum nos homens do que nas mulheres. Os irmãos e irmãs dos doentes com linfoma de Hodgkin têm uma probabilidade superior à média de vir a desenvolver a doença. Por outro lado, pensa-se que o vírus de Epstein-Barr, um agente infeccioso, que pode estar associado a uma probabilidade acrescida de desenvolver a doença de Hodgkin.<br /> Entre os sintomas deste tipo de linfoma encontram-se o aumento de volume dos gânglios linfáticos (nomeadamente no pescoço, virilhas e axila ou em zonas profundas do peito e abdómen), dores abdominais e nos ossos, arrepios, fadiga, suores nocturnos, perda de peso e febre sem causa aparente.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/hodgkin-doenca-de">Hodgkin, Doença de</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://monizsilva.co.ao">Farmácias MonizSilva</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Herpes Genital</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/herpes-genital</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O herpes genital é uma doença crónica, recorrente e sexualmente transmissível provocada pelo vírus Herpes simplex.Sinais e sintomas: Manifesta-se pelo aparecimento de pequenas manchas vermelhas na área genito-anal e sobre as quais surgem pequenas bolhas que rompem originando feridas que se cobrem de crostas.Estas lesões acompanham-se de sensação de queimadura, ardência ou picada. Uma a  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O herpes genital é uma doença crónica, recorrente e sexualmente transmissível provocada pelo vírus <em>Herpes simplex</em>.</p>
<p><strong>Sinais e sintomas:</strong> Manifesta-se pelo aparecimento de pequenas manchas vermelhas na área genito-anal e sobre as quais surgem pequenas bolhas que rompem originando feridas que se cobrem de crostas.</p>
<p>Estas lesões acompanham-se de sensação de queimadura, ardência ou picada. Uma a duas semanas depois desaparecem espontaneamente sem deixar cicatriz. Evolui por surtos sendo o intervalo entre eles variável.</p>
<p><strong>Contágio:</strong> transmite-se por contato sexual com as lesões presentes na pele e/ou mucosas. No entanto, o vírus pode ser transmitido mesmo quando as lesões não estão presentes.</p>
<p>As pessoas com herpes labial podem transmitir o vírus no sexo oral.</p>
<p><strong>Tratamento e prevenção:</strong> Há medicamentos que tratam as lesões de herpes promovendo a cicatrização, prolongam os intervalos entre os surtos e diminuem significativamente o risco de transmissão. Ainda não há nenhum medicamento que cure definitivamente a infeção.</p>
<p>O preservativo é útil na prevenção, exceto se as lesões herpéticas se localizam fora da área por ele protegida.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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		<title>HPV &#8211; Vírus do Papiloma Humano</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/abcdoencas/hpv-virus-do-papiloma-humano</link>
		
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 08:49:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o HPV?O HPV (Vírus do Papiloma Humano) é um vírus capaz de infetar a pele e algumas mucosas, podendo originar o aparecimento de lesões - verrugas. Quando se localizam nos órgãos genitais, chamam-se condilomas acuminados ou verrugas genitais. Atualmente a infeção HPV é a infeção de transmissão sexual mais frequente. Calcula-se que  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é o HPV?</strong><br />O HPV (Vírus do Papiloma Humano) é um vírus capaz de infetar a pele e algumas mucosas, podendo originar o aparecimento de lesões &#8211; verrugas. Quando se localizam nos órgãos genitais, chamam-se condilomas acuminados ou verrugas genitais. Atualmente a infeção HPV é a infeção de transmissão sexual mais frequente. Calcula-se que 10-20% da população sexualmente ativa possa ser portadora do HPV, mas apenas 1% tem condilomas.</p>
<p>Sabe-se que a maioria das infeções pelo HPV são transitórias (curam por si). Conhecem-se mais de cem subtipos diferentes do vírus. Cada subtipo localiza-se numa área diferente do nosso corpo onde podem provocar lesões: uns fixam-se nas mãos, outros nos pés, outros nos genitais.</p>
<p>O diagnóstico desta infeção tem especial importância na mulher, devido à possibilidade de associação do HPV a doença maligna do colo do útero. Esta infeção está também associada ao cancro anal em ambos os sexos.</p>
<p><strong>Como se transmite o HPV?</strong><br />O HPV é transmitido, na maioria dos casos, por contacto direto com a pele infetada, durante as relações sexuais. Após a transmissão do vírus este fica nas camadas mais superficiais da pele e mucosas e aí permanece sem se multiplicar durante meses ou anos, não provocando qualquer lesão -infeção latente. Quando o vírus se multiplica provoca o aparecimento das lesões-infeção clínica. Eventualmente uma criança pode contagiar-se durante o parto se a mãe tiver a infeção.</p>
<p><strong>Como se manifesta o HPV?</strong><br />O condiloma acuminado ou verruga ano-genital é a lesão causada pelo Vírus do Papiloma Humano (HPV). Manifesta-se por pequenas formações em crista de galo, que crescem e confluem originando pequenas “amoras” ou massas de maiores dimensões, com aspeto de couve-flor. Localizam-se na área genital ou perianal, em ambos sexos.</p>
<p><strong>Como se diagnostica o HPV?</strong><br />O diagnóstico dos condilomas acuminados ou verrugas genitais baseia-se na observação das lesões. Não depende da realização de qualquer análise ou exame.</p>
<p>Nas mulheres, a infeção do colo do útero pelo HPV é detetada através de um exame especial, vulgarmente designado “Teste de Papanicolau”ou Citologia. Todas as mulheres devem ser observadas pelo menos 1 ou 2 vezes por ano, numa Consulta de Planeamento Familiar ou de Ginecologia, decidindo o médico quando deve fazer a citologia.</p>
<p><strong>Como se trata a infeção pelo HPV?</strong><br />Não se conhecem ainda medicamentos (antivíricos) capazes de eliminar o HPV do nosso organismo. O tratamento consiste na destruição dos condilomas, quando presentes, através de vários métodos. O tipo de tratamento a efetuar será escolhido pelo médico, de acordo com as condições particulares de cada doente, o número, dimensões e localização das lesões. Pode ser necessário associar mais de uma forma de tratamento.</p>
<p>A destruição das lesões pode ser feita recorrendo a substâncias químicas ou métodos físicos &#8211; podofilino, ácido tricloroacético, crioterapia (pelo frio), eletrocoagulação, laser ou cirurgia clássica. No nosso país está atualmente comercializado um creme de aplicação local pelo próprio doente (Imiquimod).</p>
<p>Mesmo com o tratamento adequado, as lesões podem voltar a manifestar-se (recidivas). Isto sucede em cerca de 60 a 80% dos casos.</p>
<p>Os condilomas podem, também, desaparecer espontaneamente, e reaparecer meses ou anos mais tarde, mesmo sem haver novo contágio.</p>
<p><strong>Gravidez e infeção pelo HPV</strong><br />Nas grávidas com infeção HPV as lesões de condiloma são mais frequentes. As alterações do estado imunitário, que ocorrem normalmente durante a gravidez, fazem com que o vírus passe da fase latente para uma fase de multiplicação mais rápida, provocando o aparecimento ou o aumento de dimensões dos condilomas. No entanto, muitas vezes desaparecem depois do parto.</p>
<p>O tratamento está indicado para prevenir a transmissão da infeção ao recém-nascido, durante o parto. A existência de condilomas nas grávidas não é, só por si, indicação para cesariana.</p>
<p><strong>Prevenção</strong><br />Temos hoje ao dispor, fazendo parte do Plano Nacional de Vacinação, vacinas para o HPV, que devem ser aplicadas antes do início da atividade sexual. As mulheres, com história pessoal passada ou atual de condilomas acuminados, devem receber igualmente a vacina, pois esta poderá protegê-las contra os outros subtipos de HPV. O preservativo diminui a possibilidade de transmissão do HPV durante a relação sexual, embora não a evite completamente.</p>
<p>A observação dos parceiros sexuais permite diagnosticar e tratar as lesões de condiloma, quando visíveis.</p>
<p>Nas mulheres, recomenda-se o exame ginecológico anual com citologia do colo.</p>
<p>Geralmente é impossível saber quando a infeção HPV começou. Muitas vezes a infeção é transitória.</p>
<p>Só um pequeno número de mulheres com infeção HPV está em risco de ter alterações na citologia do colo (papanicolau) ou de vir a ter cancro do colo do útero.</p>
<p>Só é possível tratar o HPV quando existem verrugas. O tratamento baseia-se na destruição das lesões. O preservativo diminui a possibilidade de transmissão do HPV durante a relação sexual.</p>
<p>Nas grávidas com infeção HPV as lesões de condiloma são mais frequentes. O tratamento está indicado para prevenir a transmissão da infeção ao recém-nascido, durante o parto.</p>
<p><strong>Nota</strong>: As informações e conselhos disponibilizados no site <a href="/">Farmácias MonizSilva</a> não substituem o parecer/opinião do seu Médico e/ou Farmacêutico. <a href="/farmacias">Encontre as nossas farmácias aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: @atlasdasaude.pt</p>
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