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	<title>Doenças Infecciosas &#8211; Farmácias MonizSilva</title>
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	<description>Angola com Saúde</description>
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		<title>Amigdalite: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/amigdalite-causas-sintomas-e-prevencao-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2019 17:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Infecciosas]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A amigdalite é a inflamação das amígdalas. Amígdalas são uma espécie de gânglios linfáticos localizados na parte lateral da garganta e na parte de trás da boca. Elas ajudam a manter bactérias e outros germes longe de locais em que possam causar infecções. O tipo de amigdalite depende da forma de como ela é contraída. Os principais  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="paragraph"><strong>A amigdalite é a inflamação das amígdalas. Amígdalas são uma espécie de gânglios linfáticos localizados na parte lateral da garganta e na parte de trás da boca. Elas ajudam a manter bactérias e outros germes longe de locais em que possam causar infecções.</strong></p>
<p class="paragraph">O tipo de amigdalite depende da forma de como ela é contraída. Os principais tipos são:</p>
<p class="subtitle"><strong>Amigdalite bacteriana: </strong>Causada pela infecção de bactérias, a manifestação mais comum dessa forma da doença é a amigdalite estreptocócica, é causada pela bactéria Streptococcus pyogenes, mais conhecida como estreptococo do grupo A. As amigdalites bacterianas exigem um tratamento mais específico, com antibióticos.</p>
<p class="subtitle"><strong>Amigdalite viral: </strong>A amigdalite viral é o tipo mais comum, sendo causada pela infecção de vírus nas amígdalas. Para essa manifestação da doença, o tratamento pode ser feito em casa à base de medicamentos e cuidados simples.</p>
<h3></h3>
<h3><span style="color: #800000;">FACTORES DE RISCO</span></h3>
<p class="paragraph">Alguns factores são considerados de risco para o desenvolvimento de amigdalite. Tais como:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Idade: Pessoas mais jovens costumam ter mais chances de apresentar a doença do que pessoas mais velhas. Geralmente, amigdalite aparece em crianças e pré-adolescentes.</li>
<li>Exposição a vírus e bactérias também pode levar à amigdalite, especialmente em crianças que frequentem creches e escolas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #800000;">CAUSAS</span></h3>
<p class="paragraph">Amigdalite é geralmente causada por vírus, mas também pode haver infecção bacteriana. A bactéria mais comum entre as causas de amigdalite é a <em>Streptococcus pyogenes</em>, mais conhecida como estreptococo do grupo A, também responsável por outras condições, a exemplo da faringite.</p>
<div>
<div id="ad-textlink2" data-mad="" data-mad-adunit="/21636860837/MinhaVida/Default/tudo-sobre" data-mad-size="['fluid']" data-mad-auto-refresh-limit="0">Outras bactérias também podem estar envolvidas no desenvolvimento da doença, como a associação de bactérias anaeróbias (angina de Vincent), Neisseria gonorrhoeae, Mycoplasma pneumoniae, Chlamydia pneumoniae e Corynebacterium diphtheriae.</div>
</div>
<div>
<div data-mad="" data-mad-adunit="/21636860837/MinhaVida/Default/tudo-sobre" data-mad-size="['fluid']" data-mad-auto-refresh-limit="0"></div>
</div>
<h3 data-fontsize="32" data-lineheight="32"></h3>
<h3 data-fontsize="32" data-lineheight="32"></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;">SINTOMAS</span></h3>
<p class="paragraph">Os sintomas da amigdalite podem incluir:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Amígdalas inchadas e vermelhas</li>
<li>Placas brancas ou amareladas nas amígdalas</li>
<li>Dor de garganta</li>
<li>Dificuldade e dor ao engolir</li>
<li>Febre</li>
<li>Nódulos linfáticos no pescoço</li>
<li>Mau hálito</li>
<li>Dor de cabeça.</li>
</ul>
<h3 data-fontsize="32" data-lineheight="32"></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;">DIAGNÓSTICO</span></h3>
<p class="paragraph">Para diagnosticar amigdalite, o médico irá primeiro perguntar sobre os sintomas e o histórico médico. Em seguida, ele irá examinar a garganta e o pescoço do seu filho, procurando por coisas como vermelhidão, manchas brancas nas amígdalas e nódulos linfáticos inchados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;">TRATAMENTO</span></h3>
<p class="paragraph">O tratamento para amigdalite é feito basicamente com medicamentos. Se for uma amigdalite simples, o médico poderá prescrever remédios anti-inflamatórios, que irão combater a inflamação, além de proporcionar alívio da dor. No entanto, em outros casos é preciso fazer o tratamento a base de antibióticos. Quando a condição é crónica ou recorrente, é frequentemente recomendado um procedimento cirúrgico para remover as amígdalas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;">PREVENÇÃO</span></h3>
<p class="paragraph">Algumas medidas podem ajudar a prevenir o desenvolvimento da amigdalite. Tais como:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Lave as mãos frequentemente. Elas são a principal porta de entrada para muitos vírus e bactérias</li>
<li>Evite compartilhar itens de uso pessoal, como talheres e escovas de dente</li>
<li>Evite compartilhar alimentos, copos, garrafas ou utensílios</li>
<li>Substitua a escova de dentes após ter sido diagnosticada com amigdalite.</li>
</ul>
<p class="paragraph">Para evitar a propagação de uma infecção bacteriana ou viral para outras pessoas:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Mantenha-se em casa enquanto estiver doente</li>
<li>Pergunte ao seu médico quando pode voltar a trabalhar ou estudar</li>
<li>Tussa ou espirre em um tecido ou, quando necessário, em seu cotovelo</li>
<li>Lave as mãos depois de espirrar ou tossir.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Sarampo: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/sarampo-causas-sintomas-e-prevencao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2018 07:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Infecciosas]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sarampo é uma doença infecto-contagiosa causada por um vírus chamado Morbillivirus. A doença é uma das principais responsáveis pela mortalidade infantil em países sub-desenvolvidos. Não há tipos de sarampo, somente fases de apresentação e complicações relacionadas à doença. CAUSAS Não há uma causa específica para o sarampo. O vírus ainda circula por não ter uma população completamente  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="paragraph"><strong>O sarampo é uma doença infecto-contagiosa causada por um vírus chamado Morbillivirus. A doença é uma das principais responsáveis pela mortalidade infantil em países sub-desenvolvidos. Não há tipos de sarampo, somente fases de apresentação e complicações relacionadas à doença.</strong></p>
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<div>
<h3 data-mad-adunit="/1085151/_ros_text_link_native" data-mad-size="['fluid']" data-mad-auto-refresh-limit="0"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-19008" src="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/MS-Blog-22-Doen%C3%A7a-Desidrata%C3%A7%C3%A3o-Water.jpg" alt="" width="432" height="310" /></h3>
<h3 data-mad-adunit="/1085151/_ros_text_link_native" data-mad-size="['fluid']" data-mad-auto-refresh-limit="0"><span style="color: #800000;">CAUSAS</span></h3>
</div>
<p class="paragraph">Não há uma causa específica para o sarampo. O vírus ainda circula por não ter uma população completamente imune. Os surtos de sarampo ocorrem devido a fluxos de pessoas suscetíveis ao sarampo, ou seja, que não foram vacinadas, e também à diminuição da cobertura vacinal nos últimos anos.</p>
<p class="paragraph">O contágio é diretamente de pessoa a pessoa, por meio das secreções do nariz e da boca expelidas pelo doente ao tossir, respirar ou falar.</p>
<p class="paragraph">Por isso, quem reconhece os sintomas do sarampo precisa consultar um médico. Se a doença for confirmada, deve evitar o contato com pessoas não infectadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #800000;">SINTOMAS</span></h3>
<p>Altamente contagioso, o sarampo é propagado por meio das secreções mucosas (como a saliva, por exemplo) de indivíduos doentes para outros não-imunizados. O período de incubação dura em média 10 dias, mas pode variar de 7 a 18 dias. Isto significa que esta é a média de tempo desde a data da exposição ao vírus até o aparecimento dos sintomas.</p>
<p class="paragraph">Os sintomas iniciais apresentados pelo doente são:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Febre</li>
<li>Tosse persistente</li>
<li>Conjuntivite</li>
<li>Fotofobia</li>
</ul>
<p class="paragraph">Do 2° ao 4° dia desse período, os sintomas iniciais agravam-se, e ainda surgem outros sinais de sarampo:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Manchas vermelhas</li>
<li>Prostração</li>
</ul>
<p class="paragraph">As manchas avermelhadas geralmente progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias. Além disso, pode causar infecção nos ouvidos, pneumonia, diarreia, convulsões e lesões no sistema nervoso.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-19039" src="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/MS-27-Doença-Vacina-Febre.jpg" alt="MS-27-Doença-Vacina-Febre" width="492" height="352" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #800000;">DIAGNÓSTICO</span></h3>
<p>O diagnóstico é basicamente clínico, ou seja, confirmado pelo próprio médico. Porém, o sarampo pode ser diagnosticado com exames laboratoriais específicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #800000;">TRATAMENTO</span></h3>
<p class="paragraph">Não existe tratamento específico para o sarampo, apenas para os sintomas. O tratamento dos sintomas consiste em:</p>
<ul class="paragraph bullet">
<li>Hidratação</li>
<li>Alimentação Saudável</li>
<li>Suplementação de Vitamina A e medicamentos sintomáticos para febre, náuseas e vómitos.</li>
</ul>
<p class="paragraph">Além de tudo, uma pessoa que está infetada com sarampo deve ficar de repouso por todo o período de infecção, pelo menos até quatro dias após o aparecimento das manchas, que é quando a transmissão pode ocorrer de maneira mais fácil. Em caso de complicações, o médico pode aumentar esse período.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #800000;">PREVENÇÃO</span></h3>
<p class="paragraph">A vacinação é o meio mais eficaz de prevenção contra o sarampo. A primeira imunização contra o sarampo ocorre aos 12 meses, com a vacina tríplice viral. Já aos 15 meses, o bebé deve tomar a vacina tetra viral, as mesmas são oferecidas nos postos de saúde.</p>
<p class="paragraph">As duas doses da vacina são recomendadas para garantir a imunidade e evitar surtos, já que aproximadamente 15% das crianças vacinadas apenas com a primeira dose não desenvolvem imunidade.</p>
<p class="paragraph">Para crianças que ainda não foram vacinadas, uma prevenção é evitar o contato com pessoas que apresentam os sintomas de sarampo.</p>
<p class="paragraph">Além disso, adultos e adolescentes de até 29 anos que não foram vacinados ou não tiveram sarampo anteriormente podem se vacinar nos postos de saúde.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Poliomielite: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/poliomielite-causas-sintomas-e-prevencao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 07:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Infecciosas]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Poliomielite é uma doença viral que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. Apesar de também ser chamada de paralisia infantil, a doença pode afetar tanto crianças quanto adultos. A poliomielite foi praticamente erradicada em países industrializados com a vacinação de crianças, mas o vírus causador, no entanto, ainda pode ser  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Poliomielite é uma doença viral que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. Apesar de também ser chamada de paralisia infantil, a doença pode afetar tanto crianças quanto adultos.</strong></p>
<p>A poliomielite foi praticamente erradicada em países industrializados com a vacinação de crianças, mas o vírus causador, no entanto, ainda pode ser encontrado em países da África e da Ásia.</p>
<p>No mundo todo, o cenário da doença também melhorou radicalmente. O número de casos da doença em todo o globo caiu 99% desde 1988, passando de 350 mil para 406 notificados em 2013, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Tipos de Poliomielite:</strong></h3>
<p>A infecção pelo poliovírus não leva, necessariamente, à paralisia infantil. Existem dois tipos principais da doença:</p>
<ul>
<li>Poliomielite paralítica</li>
<li>Poliomielite não-paralítica</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>A poliomielite é uma doença causada pela infecção do poliovírus, que se espalha por contato direto pessoa a pessoa e também por contato com muco, catarro ou fezes infectadas.</p>
<p>O vírus entra por meio da boca e do nariz e se multiplica na garganta e no trato intestinal. Daqui, alcança a corrente sanguínea e pode atingir o cérebro. Quando a infecção ataca o sistema nervoso, destrói os neurónios motores e provoca paralisia nos membros inferiores. A pólio pode, inclusive, levar o indivíduo à morte se forem infectadas as células nervosas que controlam os músculos respiratórios e de deglutição.</p>
<p>O período de incubação do vírus, ou seja, tempo que leva entre a infecção e surgimento dos primeiros sintomas, varia de cinco a 35 dias, mas a média é de uma a duas semanas.</p>
<p>O poliovírus pode ser transmitido por meio de água e alimentos contaminados ou pelo contato direto com uma pessoa infectada. A doença é tão contagiosa que pode ser contagiosa pelo o ar, principalmente por pessoas que convivem com portadores do vírus. Quem tem poliomielite pode transmitir a doença semanas após a infecção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;"><strong>FACTORES DE RISCO</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma pessoa está em maior risco de contrair poliomielite se não foi devidamente imunizada contra a doença. Em áreas com más condições de saneamento básico e com ausência de programas de imunização, a população torna-se mais vulnerável ao poliovírus, principalmente crianças até os cinco anos de idade – daí o nome “paralisia infantil”. Mulheres grávidas, idosos e pessoas com sistema imunológico enfraquecido, como portadores de HIV, são especialmente suscetíveis a contrair a doença.</p>
<p>Sem a vacina, outros fatores também podem aumentar o risco, como:</p>
<ul>
<li>Viajar para uma área onde a poliomielite é comum</li>
<li>Viver ou cuidar de alguém que possa estar infectado com o poliovírus</li>
<li>Ter extraído as amígdalas por amigdalectomia</li>
<li>Stresse extremo ou a atividade física extenuante após ter sido exposto ao vírus, uma vez que o esgotamento pode deprimir o sistema imunológico e tornar o corpo mais vulnerável à infecção.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p>Embora a poliomielite possa causar paralisia e até mesmo a morte, a maioria das pessoas infectadas com o poliovírus não fica doente e não manifesta sintomas, de modo que a doença passa muitas vezes despercebida.</p>
<h3>Poliomielite não-paralítica:</h3>
<p>A maior parte das pessoas que foram infectadas pelo poliovírus apresenta o tipo não-paralítico da doença. Muitas vezes a pessoa não manifesta nenhum sintoma, e quando os sinais da doença aparecem, eles geralmente são muito similares aos sintomas da gripe e de outras doenças virais leves ou moderadas. Os sinais e sintomas, que costumam durar de um a dez dias, incluem:</p>
<ul>
<li>Febre</li>
<li>Garganta inflamada</li>
<li>Dor de cabeça</li>
<li>Vómitos</li>
<li>Fadiga</li>
<li>Dor nas costas ou rigidez muscular</li>
<li>Dor de garganta</li>
<li>Dor ou rigidez nos braços e nas pernas</li>
<li>Fraqueza muscular ou sensibilidade</li>
<li>Meningite</li>
</ul>
<h3></h3>
<h3>Poliomielite paralítica:</h3>
<p>Em casos raros, a infecção pelo poliovírus leva à poliomielite paralítica, a forma mais grave da doença. Poliomielite abortiva, como também é chamada, recebe diferentes nomes dependendo da parte do corpo afetada: a medula espinhal (poliomielite espinhal), o tronco cerebral (poliomielite bulbar) ou ambos (poliomielite bulbospinal).</p>
<p>Sinais da poliomielite paralítica, como febre e dor de cabeça iniciais, muitas vezes imitam os da poliomielite não-paralítica. Dentro de uma semana, no entanto, os sintomas específicos de poliomielite paralítica aparecem, incluindo:</p>
<ul>
<li>Perda dos reflexos</li>
<li>Dores musculares graves ou fraqueza</li>
<li>Membros soltos e flácidos, muitas vezes pior em um lado do corpo.</li>
</ul>
<h3></h3>
<h3>Síndrome pós-pólio:</h3>
<p>Síndrome pós-pólio é um conjunto de sinais e sintomas incapacitantes que afetam algumas pessoas vários anos após a poliomielite (uma média de 35 anos). Os sintomas mais comuns dessa síndrome incluem:</p>
<ul>
<li>Fraqueza muscular progressiva</li>
<li>Dor nas articulações</li>
<li>Fadiga geral e exaustão</li>
<li>Atrofia muscular</li>
<li>Dificuldade para respirar ou deglutir</li>
<li>Distúrbios respiratórios relacionados ao sono, como a apneia do sono</li>
<li>Intolerância ao frio</li>
<li>Problemas cognitivos, tais como dificuldades de concentração e de memória</li>
<li>Depressão ou oscilações de humor.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;"><strong>DIAGNÓSTICO</strong></span></h2>
<p>Os médicos muitas vezes conseguem reconhecer poliomielite por meio da observação dos sintomas, tais como dor e rigidez no pescoço, reflexos anormais, lentos ou inexistentes e dificuldade de deglutição e respiração. Para confirmar o diagnóstico, uma amostra de secreções da garganta, fezes ou líquido cefalorraquidiano &#8211; um líquido incolor que envolve o cérebro e a medula espinhal &#8211; é enviada para análise laboratorial, em que é confirmada a presença do poliovírus ou não.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;"><strong>TRATAMENTO</strong></span></h2>
<p>Não existe cura para poliomielite, por isso o foco do tratamento reside em diminuir a sensação de desconforto, acelerar a recuperação e garantir a qualidade de vida do paciente. O tratamento deve ser iniciado o quanto antes para evitar complicações, mesmo porque, se uma pessoa infectada com o vírus não for atendida ao primeiro sinal da doença, ela estará sob risco aumentado de morte. Cuidados caseiros e acompanhados pelo médico podem ajudar na recuperação do paciente com pólio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-fontsize="32" data-lineheight="32"><span style="color: #800000;"><strong>PREVENÇÃO</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>A imunização contra a pólio, feita com vacinas, previne efetivamente a poliomielite na grande maioria das pessoas. Fique atento às campanhas nacionais de vacinação, que acontecem anualmente.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-18758" src="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/12/vacina-criança.jpg" alt="vacina-criança" width="542" height="341" srcset="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/12/vacina-criança-320x202.jpg 320w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/12/vacina-criança-700x441.jpg 700w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/12/vacina-criança.jpg 750w" sizes="(max-width: 542px) 100vw, 542px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Febre Amarela: Causas, Sintomas e Tratamento</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/febre-amarela</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 19:55:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Infecciosas]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A febre amarela é uma doença infecciosa causada por um vírus e transmitida por mosquitos. A infecção pode ser categorizada de duas formas: febre amarela urbana, quando é transmitida pelo Aedes aegypti; ou febre amarela silvestre, quando transmitida pelo Haemagogus e Sabethe. A doença é considerada aguda e hemorrágica e recebe este nome, pois causa  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A febre amarela é uma doença infecciosa causada por um vírus e transmitida por mosquitos. A infecção pode ser categorizada de duas formas: febre amarela urbana, quando é transmitida pelo Aedes aegypti; ou febre amarela silvestre, quando transmitida pelo Haemagogus e Sabethe.</strong></p>
<p>A doença é considerada aguda e hemorrágica e recebe este nome, pois causa amarelidão do corpo (icterícia) e hemorragia em diversos graus. O vírus é tropical e mais comum na América do Sul e na África. Apesar de ser considerado um vírus perigoso, a maioria das pessoas não apresentam sintomas e evoluem para a cura. A febre amarela pertence à classificação das arboviroses, , tendo várias diferenças entre a dengue e ao Zika vírus, apesar de pertencerem à família dos Flavivírus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>CAUSAS</strong></h2>
<p>A febre amarela costuma ser transmitida por mosquitos, principalmente o Aedes aegypti (em áreas urbanas) e o Haemagogus (em áreas rurais). O mosquito é infectado ao picar uma pessoa ou animais com a doença e então desenvolve a doença e passa a transmiti-la para quem ele picar. Existem dois ciclos da febre amarela:</p>
<ul>
<li>Febre amarela silvestre: em que mosquitos destas regiões se infectam picando primatas com a doença e podem transmitir a um humano que visite este habitat</li>
<li>Febre amarela urbana: em que um humano infectado anteriormente pela febre amarela silvestre a transmite para mosquitos urbanos, como o Aedes aegypti, que a espalham.</li>
</ul>
<p>É importante alertar que em ambos os casos a doença é a mesma, a diferenciação do ciclo de transmissão apenas ajuda nas estratégias para evitar a disseminação da febre amarela. A pessoa permanece em estado de viremia, ou seja, capaz de transmitir o vírus para mosquitos, por até 7 dias após ter sido picada. Normalmente o vírus causa sintomas em pessoas que nunca tiveram a doença ou que nunca tomaram a vacina contra febre amarela. Não há relatos de transmissão de febre amarela direta entre pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>FACTORES DE RISCO</strong></h2>
<p>Pessoas que nunca entraram em contato com a febre amarela ou nunca se vacinaram contra ela correm o risco de contrair a doença ao viajarem para locais em que a doença é ativa, mesmo que não haja casos recentes reportados nestas regiões. O risco é maior para as pessoas com mais de 60 anos de idade e qualquer pessoa com imunodeficiência grave devido a HIV/AIDS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>SINTOMAS</strong></h2>
<p>Muitas pessoas que contraem a febre amarela não apresentam sintomas, e quando os apresentam, os mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Febre</li>
<li>Dores musculares em todo o corpo, principalmente nas costas</li>
<li>Dor de cabeça</li>
<li>Perda de apetite</li>
<li>Náuseas e vómito</li>
<li>Olhos, face ou língua avermelhada</li>
<li>Fotofobia</li>
<li>Fadiga e fraqueza.</li>
</ul>
<h3>&#8220;Os sintomas nesta fase aguda da doença costumam durar entre três e quatro dias e passam sozinhos.&#8221;</h3>
<p>No entanto, uma pequena percentagem de pessoas pode desenvolver sintomas mais graves cerca de 24 horas após a recuperação dos sintomas mais simples. Nesta fase chamada de tóxica, o vírus pode atingir diversos órgãos e sistemas, mas principalmente o fígado e rins. Os sintomas dessa fase são:</p>
<ul>
<li>Retorno da febre alta</li>
<li>Icterícia, devido ao dano que o vírus causa no fígado</li>
<li>Urina escura</li>
<li>Dores abdominais</li>
<li>Sangramentos na boca, nariz, olhos ou estômago.</li>
</ul>
<h3>&#8220;Em casos mais graves o paciente pode apresentar delírios, convulsões e até entrar em coma.&#8221;</h3>
<p>Dependendo do dano causado no organismo, esta fase da febre amarela pode levar a morte no intervalo entre sete e dez dias. Por isso, pessoas que são diagnosticadas com febre amarela devem estar atentas ao aparecimento dos sintomas iniciais e observar se os sintomas mais graves se manifestarem, para busca de ajuda médica. Os sintomas da febre amarela podem ser confundidos com malária, leptospirose, hepatite viral e dengue hemorrágica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>DIAGNOSTICO</strong></h2>
<p>O diagnóstico da febre amarela é feito com base nos sintomas, histórico médico e de exposição a mosquitos possivelmente infectados. Caso o médico suspeite de febre amarela, existe um exame de sangue que pode detectar a presença do vírus ou de anticorpos que indiquem sua infecção anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>TRATAMENTO</strong></h2>
<p>Não existe medicamento para combater o vírus da febre amarela. O tratamento é apenas sintomático e requer cuidados na assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado. Nas formas graves, o paciente deve ser atendido numa Unidade de Terapia Intensiva.</p>
<p>Normalmente o tratamento visa a melhora dos sintomas e em casos mais graves é realizado o atendimento em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para reposição do sangue perdido nas hemorragias, diálise para os rins afetados e controle geral das complicações. Devido ao risco da doença se desenvolver de forma hemorrágica, é importante evitar o uso de aspirina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>PREVENÇÃO</strong></h2>
<p>A vacinação é considerada pela Organização Mundial da Saúde a forma mais importante de prevenir a febre amarela. Tanto que é a vacinação frequente que impede que a doença de espalhe mesmo em áreas endémicas. É preciso que ao menos 80% da população seja imunizada contra um vírus para prevenir a doença nestas regiões. No caso de pessoas com mais de 60 anos que nunca foram vacinadas, o médico deve levar em conta os riscos da vacinação, que incluem o risco de eventos adversos nessa faixa etária ou decorrentes de comorbidades. Gestantes e lactantes são contraindicadas a tomar esta vacina, assim como pessoas imunossuprimidas.</p>
<p>A febre amarela urbana pode ser prevenida pela eliminação do mosquito transmissor, no caso, o Aedes aegypti. As larvas do Aedes nascem e se criam em água parada. Por isso, evitar esses focos da reprodução desse vetor é a melhor forma de prevenir a febre amarela. Veja como eliminar o risco:</p>
<p><strong>Evite o acumulo de água</strong>: O mosquito coloca seus ovos em água limpa, mas não necessariamente potável. Por isso é importante jogar fora pneus velhos, virar garrafas com a boca para baixo e, caso o quintal seja propenso à formação de poças, realizar a drenagem do terreno. Também é necessário lavar a vasilha de água do bicho de estimação regularmente e manter fechadas tampas de caixas de água e cisternas.</p>
<p><strong>Coloque areia nos vasos de plantas</strong>: O uso de pratos nos vasos de plantas pode gerar acumulo de água. Há três alternativas: eliminar esse prato, lavá-lo regularmente ou colocar areia. A areia conserva a humidade e ao mesmo tempo evita que e o prato se torne um criadouro de mosquitos.</p>
<p><strong>Coloque desinfectante nos ralos</strong>: Ralos pequenos de cozinhas e banheiros raramente tornam-se foco de Aedes devido ao constante uso de produtos químicos, como champô, sabão e água sanitária. Entretanto, alguns ralos são rasos e conservam água estagnada em seu interior. Nesse caso, o ideal é que ele seja fechado com uma tela ou que seja higienizado com desinfectante regularmente.</p>
<p><strong>Limpe as calhas</strong>: Grandes reservatórios, como caixas d&#8217;água, são os criadouros mais produtivos de Aedes, mas as larvas do mosquito podem ser encontradas em pequenas quantidades de água também. Para evitar até essas pequenas poças, calhas e canos devem ser checados todos os meses, pois um leve entupimento pode criar reservatórios ideais para o desenvolvimento do Aedes aegypti.</p>
<p><strong>Coloque tela nas janelas</strong>: Colocar telas em portas e janelas ajuda a proteger sua família contra o mosquito. O problema é quando o criadouro está localizado dentro da residência. Nesse caso, a estratégia não será bem sucedida. Por isso, não se esqueça de que a eliminação dos focos da doença é a maneira mais eficaz de proteção.</p>
<p><strong>Lagos caseiros e aquários</strong>: Assim como as piscinas, a possibilidade de laguinhos caseiros e aquários se tornarem focos de doenças deixou muitas pessoas preocupadas, porém, peixes são grandes predadores de formas aquáticas de mosquitos. O cuidado maior deve ser dado, portanto, às piscinas que não são limpas com frequência.</p>
<p><strong>Seja consciente com seu lixo</strong>: Não despeje lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos. Assim você garante que eles ficarão desobstruídos, evitando acúmulo e até mesmo enchentes. Em casa, deixe as latas de lixo sempre bem tampadas.</p>
<p><strong>Uso de inseticidas e larvicidas</strong>: Tanto os larvicidas quanto os inseticidas distribuídos aos estados e municípios pela Secretaria de Vigilância em Saúde têm eficácia comprovada, sendo preconizados por um grupo de especialistas da Organização Mundial da Saúde.</p>
<p><strong>Uso de repelente</strong>: O uso de repelentes, principalmente em viagens ou em locais com muitos mosquitos, é um método importante para se proteger contra a as doenças transmitidas pelo Aedes. Recomenda-se, porém, o uso de produtos industrializados. Os repelentes caseiros, como andiroba, cravo-da-índia, citronela e óleo de soja não possuem grau de repelência forte o suficiente para manter o mosquito longe por muito tempo. Além disso, a duração e a eficácia do produto são temporárias, sendo necessária diversas reaplicações ao longo do dia, o que muitas pessoas não costumam fazer.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Meningite: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/meningite</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 19:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Infecciosas]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A meningite é uma doença causada pela inflamação das meninges, que são as membranas que protegem o cérebro e a medula espinal. Essa inflamação é habitualmente o resultado de uma infeção do líquido que se encontra em torno do cérebro e da medula espinal. Quando as meninges estão inflamadas pode ocorrer lesão do cérebro ou  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A meningite é uma doença causada pela inflamação das meninges, que são as membranas que protegem o cérebro e a medula espinal. Essa inflamação é habitualmente o resultado de uma infeção do líquido que se encontra em torno do cérebro e da medula espinal. Quando as meninges estão inflamadas pode ocorrer lesão do cérebro ou da medula. A meningite na criança é um importante problema de saúde pública e, apesar dos avanços feitos nas últimas décadas, a morbilidade e a mortalidade associadas a esta doença têm-se mantido praticamente inalteradas. </strong></p>
<p>De facto, a maioria dos casos, cerca de 70%, ocorre antes dos 5 anos. Apesar dos progressos em termos de tratamento antibiótico, a taxa de mortalidade inerente a esta infeção permanece elevada, entre 5 e 15%, e as sequelas permanentes, como surdez e alterações do desenvolvimento psicomotor, ocorrem em cerca de 25% dos sobreviventes. Dentro das infeções importa distinguir as diferentes estirpes de meningite:</p>
<ul>
<li>Meningites bacterianas, nas quais as bactérias mais frequentemente envolvidas são a Neisseria meningitidis (meningococo), o Streptococcus pneumoniae (pneumococo) e o Haemophilus influenzae tipo b e que são infeções graves que podem ser fatais.</li>
<li>Meningites virais, as mais comuns e que tendem ser menos graves e que são causadas por vírus como os enterovirus ou o herpes simplex.</li>
<li>Meningites fúngicas, mais raras e que podem ocorrer a partir de inalação de fungos no meio ambiente ou em doentes afetados por diabetes, cancro ou infeção pelo vírus VIH/SIDA.</li>
<li>Meningites causadas por parasitas, importantes nos países menos desenvolvidos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>Embora as causas da meningite sejam diversas, as infeções bacterianas e virais são, de facto, as mais comuns. As meningites bacterianas são, de um modo geral, adquiridas a partir do meio ambiente pelas vias respiratórias e, como tal, são muito contagiosas. Outras causas possíveis são o trauma com fratura do crânio, a cirurgia cerebral, alguns tipos de cancro, as otites e mastoidites ou o uso de algumas drogas.</p>
<p>O tipo de bactérias que causa meningite varia nos diferentes grupos etários. Os estreptococos e a E. coli são comuns no recém-nascido, nos primeiros 5 anos predomina o Haemophilus influenzae tipo B e nas crianças mais velhas surgem o meningococo e o pneumococo. No adulto, cerca de 80% das meningites são também causadas pelo meningococo e o pneumococo. Em Portugal, durante a última década, o número de casos de meningite meningocócia foi de 2-3/100000 habitantes.</p>
<p>De um modo geral, nos países desenvolvidos, a Neisseria meningitidis e o Streptococcus pneumoniae são responsáveis por cerca de 95% dos casos de meningite bacteriana. A doença invasiva por Haemophilus influenzae é causada por estirpes pertencentes, na maioria dos casos, ao tipo b. Após o início da vacinação universal a incidência da doença invasiva por este agente sofreu um decréscimo franco; no entanto, tem-se vindo a assistir a um aumento relativo da doença por H.influenzae não-b.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>FACTORES DE RISCO</strong></span></h2>
<p>Alguns fatores são considerados de risco para a meningite. Fique a conhecê-los:</p>
<ul>
<li>Meningite viral costuma afetar crianças de até cinco anos, mas a forma bacteriana da doença geralmente atinge adultos na casa dos 20. Na verdade, o grupo de risco, quando é classificado pela idade, varia de acordo com a causa da doença. Meningite causada pela bactéria Listeria monocytogenes costuma vitimizar muitos idosos também</li>
<li>Viver em grandes centros urbanos e frequentar ambientes fechados e cheios de pessoas também podem aumentar os riscos de contrair meningite. Se uma pessoa vive em alguma base militar, orfanato ou albergue, as chances de ela apresentar a doença são maiores também</li>
<li>Mulheres grávidas têm maiores chances de contrair listeriose e também a meningite bacteriana causada por Listeria monocytogenes</li>
<li>Pessoas com baixa imunidade correm maiores riscos de apresentar meningite também, a exemplo de portadores de Aids ou diabetes e usuários de drogas injetáveis.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p>Nem sempre é fácil reconhecer os sintomas de uma meningite e, em alguns casos, a doença progride sem quaisquer sintomas. Nas fases iniciais, os sintomas são semelhantes aos de uma gripe mas a doença pode evoluir rapidamente e ser fatal em poucas horas. No caso da meningite meningocócica, o período de incubação oscila entre 1 e 10 dias, mas, em geral, não ultrapassa os 4 dias. Inicialmente, a meningite pode manifestar-se por</p>
<ul>
<li>Vómitos</li>
<li>Náuseas</li>
<li>Dores musculares</li>
<li>Febre</li>
<li>Cefaleias</li>
<li>Extremidades frias</li>
<li>Erupções cutâneas que persistem sob pressão.</li>
</ul>
<p>Uma forma simples de avaliar a importância destas erupções cutâneas é fazendo pressão com um copo de vidro. Se a erupção desaparecer durante a pressão, não está relacionada com meningite. Se persistir é fundamental recorrer a um médico. Nos bebés, a meningite pode manifestar-se por choro, fontanelas mais salientes, dificuldade em acordar, membros flácidos ou muito rígidos, recusa alimentar, respiração difícil e erupção cutânea. Em crianças mais velhas, verifica-se rigidez do pescoço, dores articulares, sonolência ou estado confusional, fotofobia, calafrios com extremidades frias e erupção cutânea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>DIAGNOSTICO</strong></span></h2>
<p>O diagnóstico baseia-se na história clínica, no exame médico e alguns exames complementares. Destes, os mais importantes são as análises ao sangue, a tomografia computorizada e a punção lombar, que permite colher e analisar o líquido cefalo-raquidiano que circula em torno do cérebro e a medula espinal, sob as meninges. Este é, de longe, o exame mais importante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">TRATAMENTO</span></strong></h2>
<p>O tratamento depende da idade, da gravidade da doença, do agente causal e da presença de outras doenças associadas. As meningites virais resolvem-se rapidamente sem qualquer tratamento. Nas meningites bacterianas, o tratamento é fundamental e envolve internamento, antibióticos, corticóides e medicamentos de suporte para a febre e outros sintomas. Este tipo de meningite pode invadir a corrente sanguínea causando um quadro de infeção generalizada (septicemia). A meningite bacteriana deve ser considerada uma emergência médica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>PREVENÇÃO</strong></span></h2>
<p>Existem diversas vacinas que previnem a meningite por meningoco, pneumococo e Haemophilus e que são administradas na infância. Algumas estão inseridas no plano nacional de vacinações. O médico deverá ser sempre consultado no planeamento das diversas vacinas disponíveis para a prevenção da meningite.</p>
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		<title>Cólera: Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/colera-causas-sintomas-e-prevencao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 19:55:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Infecciosas]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cólera é uma forma de diarreia infecciosa aguda que, se não for tratada, pode causar a morte em poucas horas. Trata-se de uma infeção do intestino delgado causada por uma bactéria (Vibrio cholerae). Esta bactéria é capaz de produzir uma toxina que estimula o intestino delgado a segregar grandes quantidades de um líquido rico  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A cólera é uma forma de diarreia infecciosa aguda que, se não for tratada, pode causar a morte em poucas horas. Trata-se de uma infeção do intestino delgado causada por uma bactéria (Vibrio cholerae). Esta bactéria é capaz de produzir uma toxina que estimula o intestino delgado a segregar grandes quantidades de um líquido rico em sais e minerais, causando diarreias muito graves. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que, em cada ano, ocorram 3 a 5 milhões de casos de cólera, causando entre 100.000 a 120.000 mortes.</strong></p>
<p>A cólera transmite-se através da ingestão de água, mariscos ou outros alimentos contaminados pelos excrementos de pessoas infetadas. Esta doença surge, habitualmente, em determinadas zonas da Ásia, Médio Oriente, África e América Latina, ocorrendo os surtos de doença nos meses de calor. A incidência é mais elevada entre as crianças. A cólera pode ser causada por outras espécies da bactéria Vibrio. Nestes casos, a diarreia costuma ser muito menos grave do que a da cólera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>CAUSAS</strong></span></h2>
<p>Como se referiu, trata-se de uma infeção do intestino delgado causada pela bactéria Vibrio cholerae ou por outras espécies da mesma bactéria. Como as bactérias são sensíveis ao ácido clorídrico do estômago, as pessoas com deficiência deste ácido são mais susceptíveis a esta doença. Aqueles que vivem em zonas onde a cólera é frequente tendem a desenvolver gradualmente uma proteção (imunidade) natural contra a infeção. A transmissão de cólera é fecal-oral e se dá basicamente por meio de água e alimentos contaminados pelas fezes ou pela manipulação de alimentos por pessoas infectadas. A infecção pela bactéria costuma acontecer após uma pessoa consumir água, frutos do mar, frutas e legumes crus e alguns grãos contaminados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">FACTORES DE RISCO</span></strong></h2>
<p>Todas as pessoas são susceptíveis à cólera. Uma vez tendo contraída a doença, você se torna imune a ela. Por isso, crianças nascidas de mulheres que já tiveram cólera herdam a imunidade das mães, geralmente por meio da amamentação. Alguns fatores podem tornar uma pessoa mais vulnerável à doença ou mais propensa a manifestar os sinais e sintomas mais graves da cólera. Estes são:</p>
<p><strong>Más condições sanitárias</strong>: A cólera pode surgir em ambientes que não disponham de condições sanitárias e higiénicas adequadas, com ausência de saneamento básico e de abastecimento de água potável, por exemplo. Essas condições são comuns em acampamentos e em outros locais de grande aglomeração humana, como campos de refugiados e em áreas pobres e devastadas pela fome, por guerra ou por desastres naturais.</p>
<p><strong>Ácido do estômago reduzido ou inexistente</strong>: A bactéria da cólera não sobrevive em um ambiente com pH muito ácido. Por isso, o ácido produzido pelo estômago muitas vezes serve como um tipo de defesa contra a infecção. No entanto, pessoas com baixos níveis de ácido do estômago, como crianças, idosos e pessoas que tomam anti ácidos, não dispõem dessa proteção, o que os coloca imediatamente em risco alto de contrair cólera.</p>
<p><strong>Exposição</strong>: Uma pessoa tem mais chances de desenvolver cólera se viver no mesmo lugar que uma pessoa infectada.</p>
<p><strong>Tipo sanguíneo</strong>: Por razões que ainda não são totalmente claras, as pessoas com sangue tipo O são duas vezes mais propensas a desenvolver cólera do que pessoas de outros tipos sanguíneos.</p>
<p><strong>Frutos do mar crus ou mal cozidos</strong>: Embora os surtos de cólera em larga escala não ocorram nos países industrializados, alimentar-se de mariscos oriundos de águas conhecidas por abrigar as bactérias aumenta muito o risco de uma pessoa contrair cólera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></h2>
<p>Em cerca de 75% a 80% dos casos não ocorrem quaisquer sintomas, embora a bactéria esteja presente nas fezes durante 7 a 14 dias após a infeção. Por esse facto, estas pessoas infetadas e sem sintomas podem ser uma fonte de contágio para outros. Nos restantes casos, ocorre uma diarreia aquosa aguda e muito intensa que pode causar um quadro grave de desidratação. Esta, sem tratamento, pode ser fatal.</p>
<p>Os sintomas iniciam-se, em média, um a três dias após a infeção. A diarreia é habitualmente súbita, indolor e aquosa e pode acompanhar-se de vómitos. Nos casos mais graves as perdas de líquidos podem ser de um litro por hora, embora como regra a quantidade perdida seja muito menor.</p>
<p>Nos casos mais graves, a grande diminuição de água e sal provoca uma desidratação acentuada, com sede intensa, cãibras musculares, debilidade e uma produção mínima de urina. A perda de líquidos nos tecidos causa um quadro com olhos muito encovados e com a pele das extremidades muito enrugada. Se este quadro não for tratado, os graves desequilíbrios no volume sanguíneo e a maior concentração de sais podem conduzir a insuficiência renal, choque e coma. Os sintomas costumam desaparecer ao fim de 3 a 6 dias. Os indivíduos afetados libertam-se, geralmente, do microrganismo em duas semanas, mas alguns convertem-se em portadores permanentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">DIAGNÓSTICO</span></strong></h2>
<p>O diagnóstico de cólera é feito pela história clínica e pelo exame médico, sendo confirmado laboratorialmente pelo isolamento da bactéria em amostras de líquido provenientes do recto ou das fezes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #800000;"><strong>TRATAMENTO</strong></span></h2>
<p>Cerca de 80% dos casos podem ser tratados de modo eficaz recorrendo apenas à rehidratação oral. Nos doentes gravemente desidratados que não podem beber, recorre se à administração de líquidos por via endovenosa.</p>
<p>O objetivo principal do tratamento é restituir a quantidade de líquidos perdidos através da diarreia e dos vómitos. Assim que os vómitos cessarem e o apetite voltar, é permitida a ingestão de alimentos sólidos.</p>
<p>O tratamento precoce com tetraciclina ou outro antibiótico elimina as bactérias e costuma interromper a diarreia em 48 horas. Se estas medidas forem rapidamente instituídas, a mortalidade é inferior a 1%. Caso contrário, ela pode ultrapassar os 50%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #800000;">PREVENÇÃO</span></strong></h2>
<p>O fornecimento de água potável e um correto saneamento básico são essenciais para prevenir esta doença e outras que sejam transmitidas pela água. As vacinas orais são uma medida adicional de controlo mas não devem substituir as medidas referidas. A purificação dos abastecimentos de água e a correta eliminação dos excrementos humanos revelam-se essenciais para controlar a cólera.</p>
<p>Outras precauções devem incluir a utilização de água fervida e a não ingestão de legumes crus ou peixe e mariscos mal cozinhados. É igualmente importante a lavagem frequente das mãos, o consumo de água engarrafada e preferir fruta descascada. O tratamento imediato com o antibiótico tetraciclina pode ajudar a prevenir a doença entre aqueles que partilham a sua casa com alguém com cólera. O risco para os viajantes é reduzido, mesmo em países onde ocorrem epidemias de cólera, desde que se respeitem as medidas de higiene pessoal e alimentar.</p>
<p>Em situações que se prevê um risco elevado, poderá recorrer-se à vacinação. Esta vacina existe no mercado português, é uma vacina oral e consiste na administração de duas ou três doses antes da exposição. Pode ser administrada a crianças com idade superior a dois anos. Contudo, é importante reforçar que ela fornece somente uma proteção parcial.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tem Dores de Garganta?</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/tem-dores-de-garganta</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2017 18:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Infecciosas]]></category>
		<category><![CDATA[Outras Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Certamente que já sentiu a sensação incómoda do ardor que uma dor de garganta provoca. As manifestações variam entre sintomas mais leves, como o incómodo persistente em toda a zona da faringe à laringe, e sintomas mais graves, como a dificuldade em engolir alimentos sólidos, líquidos ou até mesmo a saliva. Tenha atenção que quando  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Certamente que já sentiu a sensação incómoda do ardor que uma dor de garganta provoca. As manifestações variam entre sintomas mais leves, como o incómodo persistente em toda a zona da faringe à laringe, e sintomas mais graves, como a dificuldade em engolir alimentos sólidos, líquidos ou até mesmo a saliva.</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><em>Tenha atenção que quando os sintomas da dor de garganta atingem dificuldade em engolir a própria saliva, e persistem, convém consultar o médico para despistar um eventual cenário de maior gravidade.</em></h2>
<p>A garganta é composta por um conjunto de elementos sendo as amígdalas e a faringe os locais mais atacados e os que provocam maior sensação de dor quando estão inflamados. No entanto, quando dói, apesar de ser incómodo, é sinal que o organismo está a funcionar ao reter ali agentes irritantes que poderiam vir a causar danos adicionais. <em><strong>As dores de garganta podem ser acompanhadas de outros sintomas gripais como nariz a pingar e febre.</strong></em></p>
<p><a href="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/05/garganta-sadia-garganta-inflamada.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-16467" src="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/05/garganta-sadia-garganta-inflamada.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/05/garganta-sadia-garganta-inflamada-200x133.jpg 200w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/05/garganta-sadia-garganta-inflamada-300x200.jpg 300w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/05/garganta-sadia-garganta-inflamada-400x267.jpg 400w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/05/garganta-sadia-garganta-inflamada-500x334.jpg 500w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/05/garganta-sadia-garganta-inflamada-600x400.jpg 600w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/05/garganta-sadia-garganta-inflamada.jpg 640w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>PRINCIPAIS CAUSAS</h2>
<p>A maioria das dores de garganta é causada por infecções virais no trato respiratório. Apenas uma pequena percentagem dos problemas de garganta são causadas por infecções bacterianas. Mas também pode ser causada por factores como:<br />
&#8211; Humidade<br />
&#8211; Poluição no ar<br />
&#8211; Alergias<br />
&#8211; <a href="https://monizsilva.co.ao/reduza-consumo-tabaco/">O consumo exagerado de tabaco</a><br />
&#8211; A reduzida ingestão de água<br />
&#8211; Esforço constante da sua voz<br />
&#8211; A ingestão de bebidas demasiado frias ou demasiado quentes, pode contribuir para tornar as mucosas da garganta mais vulneráveis à entrada de <a href="https://monizsilva.co.ao/o-que-sao-virus-e-bacterias/">vírus e bactérias</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>COMO PREVENIR</h2>
<p>Há que ter em conta que as dores de garganta podem ter diversas origens e cada pessoa reage de forma diferente. A maioria das situações é provocada por infecções virais, típicas de <a href="https://monizsilva.co.ao/fortaleca-seu-sistema-imunitario/">gripes e constipações</a>. Aqui estão algumas dicas que poderão ajudar:</p>
<p>&#8211; Evite tudo o que lhe possa causar inchaço e irritações, como fumar, ambientes poluídos, falar muito alto, alterações de temperatura.<br />
&#8211; Reduza o número de cigarros que fuma e evite o fumo de outros fumadores.<br />
&#8211; Respire através do nariz. O seu nariz é um excelente filtro de bactérias e outros agentes irritantes.<br />
&#8211; Coma bem. Os frutos e os vegetais contêm vitaminas fundamentais para ajudar a reforçar o seu sistema imunitário.<br />
&#8211; Engula regularmente. A nossa saliva ajuda a &#8220;limpar&#8221; a garganta.<br />
&#8211; Beba muita água. A água ajudará a aliviar a sensação de garganta seca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>COMO TRATAR</h2>
<p>As sugestões apresentadas acima também podem ajudar na fase de tratamento. Depois, convém avaliar qual a origem da infecção. Bacteriana ou Víral, algo que você deve fazer com o seu médico. Aqui ficam algumas sugestões:</p>
<p>&#8211; Beba muitos líquidos, à temperatura ambiente, para manter um nível elevado de hidratação no seu organismo.<br />
&#8211; Tente respirar através do nariz. Se o seu nariz estiver congestionado, convém também fazer tratamento para descongestionar.<br />
&#8211; <a href="https://monizsilva.co.ao/alivie-efeitos-alcool-com-alimentacao/">Evite beber álcool</a>. A ingestão de álcool pode causar mais irritação do que alívio da dor de garganta.<br />
– Engula frequentemente. Engolir é um dos sintomas dolorosos mas é uma das melhores coisas que pode fazer porque a saliva é um lubrificante natural, ajudando a aliviar a dor de garganta.<br />
– Se já passou por isso, e utilizou alguma pastilha recomendada pelo médico ou <a href="/farmacias">farmacêutico</a>, recorra ao mesmo método num primeiro passo.</p>
<h2 style="text-align: center;">Se os sintomas persistirem, ao fim de dois dias, ou se notar que evoluem de forma negativa, consulte o médico.</h2>
<p style="text-align: left;">Tenha sempre atenção aos sintomas nas dores de garganta para evitar <a href="/saude/doencas">infecções graves e dolorosas</a>. Não corra riscos e consulte sempre o seu médico.</p>
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		<title>Febre Tifóide &#8211; Causas, Sintomas e Prevenção</title>
		<link>https://monizsilva.co.ao/febre-tifoide</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 18:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Infecciosas]]></category>
		<category><![CDATA[Info]]></category>
		<category><![CDATA[insight-doencas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A febre tifóide é uma doença infecciosa, mais frequente em regiões com deficiente saneamento básico. Ocorre através da ingestão de água ou de alimentos contaminados com fezes de indivíduos infectados. É uma infeção bacteriana altamente contagiosa que pode afetar vários órgãos do corpo. Altamente contagiosa, ela pode ser considerada grave ou até fatal se  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-background-position:left top;--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-padding-top:20px;--awb-padding-bottom:20px;--awb-border-sizes-top:0px;--awb-border-sizes-bottom:0px;--awb-flex-wrap:wrap;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height" style="--awb-bg-size:cover;--awb-margin-bottom:0px;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-column-wrapper-legacy"><div class="fusion-text fusion-text-1"><p class="p-large-text"><span class="fusion-dropcap dropcap dropcap-boxed" style="--awb-background:#b20000;">A</span> febre tifóide é uma doença infecciosa, mais frequente em regiões com deficiente saneamento básico. Ocorre através da ingestão de água ou de alimentos contaminados com fezes de indivíduos infectados. É uma infeção bacteriana altamente contagiosa que pode afetar vários órgãos do corpo. Altamente contagiosa, ela pode ser considerada grave ou até fatal se deixada sem tratamento.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-2 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-background-position:left top;--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-padding-top:40px;--awb-border-sizes-top:0px;--awb-border-sizes-bottom:0px;--awb-flex-wrap:wrap;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last" style="--awb-bg-size:cover;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-column-wrapper-legacy"><div class="fusion-title title fusion-title-1 sep-underline sep-solid fusion-title-center fusion-title-text fusion-title-size-one"><h1 class="fusion-title-heading title-heading-center" style="margin:0;">CAUSAS</h1></div><div class="fusion-text fusion-text-2"><p>É provocada pela a bactéria <em>Salmonella Typhi</em> que penetra no organismo através do tubo digestivo. Embora o contágio se costume efectuar através do <a href="/saude/nutricao">consumo de líquidos ou alimentos contaminados</a>, também pode ser realizado por contacto directo com os pacientes ou portadores saudáveis que não respeitem as devidas normas de higiene.</p>
<p>A acidez gástrica é o primeiro mecanismo de defesa do organismo contra a bactéria, mas quando consegue resistir à acidez do estômago, a <em>Salmonella Typhi</em> chega ao intestino delgado, onde compete com as bactérias da flora normal intestinal. Se sobreviver, a bactéria invade a parede intestinal e alcança a circulação sanguínea. A presença desta no sangue determina o início dos sintomas.</p>
</div><div class="fusion-image-element fusion-image-align-center in-legacy-container" style="text-align:center;--awb-caption-title-font-family:var(--h2_typography-font-family);--awb-caption-title-font-weight:var(--h2_typography-font-weight);--awb-caption-title-font-style:var(--h2_typography-font-style);--awb-caption-title-size:var(--h2_typography-font-size);--awb-caption-title-transform:var(--h2_typography-text-transform);--awb-caption-title-line-height:var(--h2_typography-line-height);--awb-caption-title-letter-spacing:var(--h2_typography-letter-spacing);"><div class="imageframe-align-center"><span class=" fusion-imageframe imageframe-none imageframe-2 hover-type-none"><a href="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/causas-febre-tifoide.jpg" class="fusion-lightbox" data-rel="iLightbox[8a3bb16a14691268fe4]" data-title="causas-febre-tifoide" title="causas-febre-tifoide"><img decoding="async" width="1100" height="733" alt="causas-febre-tifoide" src="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/causas-febre-tifoide.jpg" class="img-responsive wp-image-17243" srcset="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/causas-febre-tifoide-200x133.jpg 200w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/causas-febre-tifoide-400x267.jpg 400w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/causas-febre-tifoide-600x400.jpg 600w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/causas-febre-tifoide-800x533.jpg 800w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/causas-febre-tifoide.jpg 1100w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 800px" /></a></span></div></div><div class="fusion-text fusion-text-3"><p class="p-image-cite">Más condições de saneamento e tratamento de água.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-3 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-background-position:left top;--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-padding-top:40px;--awb-border-sizes-top:0px;--awb-border-sizes-bottom:0px;--awb-flex-wrap:wrap;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last" style="--awb-bg-size:cover;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-column-wrapper-legacy"><div class="fusion-title title fusion-title-2 sep-underline sep-solid fusion-title-center fusion-title-text fusion-title-size-one"><h1 class="fusion-title-heading title-heading-center" style="margin:0;">SINTOMAS</h1></div><div class="fusion-text fusion-text-4"><p>A maioria das pessoas infectadas pela <em>Salmonella typhi</em> permanece assintomática durante o período de incubação, usualmente 10 a 14 dias após ingestão de água ou alimentos contaminados, embora seja possível (em 10 a 20 por cento dos casos) a ocorrência de diarreia transitória.</p>
<p>Após esse período surge a febre, inicialmente baixa, mas torna-se progressivamente mais alta. Também é comum nesta fase a ocorrência simultânea de dor de cabeça (cefaleia intensa frontal ou difusa), dores pelo corpo, dor no abdómen, fadiga, perda de apetite, náuseas e alteração do trânsito intestinal – diarreia ou prisão de ventre. É também frequente a queixa de dor de garganta transitória e, por vezes, o surgimento de tosse seca.</p>
<p>Para além destas, existem outras manifestações que aparecem cerca de uma semana após o início dos sinais e sintomas, entre as quais se destacam um aumento do tamanho do   fígado, o aparecimento de uma camada esbranquiçada na superfície da língua (língua saburrosa) e a erupção cutânea de pequenas manchas rosadas que revestem o abdómen e, por vezes, se estendem ao tórax, persistindo alguns dias.</p>
<p><a href="/saude/doencas">Embora a doença</a> costume desaparecer ao fim de quatro semanas sem originar complicações, existem casos em que, sobretudo quando não se procede ao devido tratamento, surgem complicações graves, por vezes mortais, entre as quais é possível destacar as hemorragias e perfurações intestinais, que podem originar uma peritonite e choque cardiovascular.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-4 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-padding-top:40px;--awb-flex-wrap:wrap;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-3 fusion_builder_column_1_2 1_2 fusion-one-half fusion-column-first" style="--awb-bg-size:cover;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );margin-right: 4%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-column-wrapper-legacy"><div class="fusion-title title fusion-title-3 sep-underline sep-solid fusion-title-center fusion-title-text fusion-title-size-one"><h1 class="fusion-title-heading title-heading-center" style="margin:0;">FACTORES DE RISCO</h1></div><div class="fusion-text fusion-text-5"><p>A doença tem distribuição mundial, sendo mais frequente nos países em desenvolvimento, onde as <strong>condições de saneamento básico são inexistentes ou inadequadas</strong>. Estima-se a ocorrência de 12 a 33 milhões de casos por ano no mundo, com aproximadamente 600 mil óbitos.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-4 fusion_builder_column_1_2 1_2 fusion-one-half fusion-column-last" style="--awb-bg-size:cover;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-column-wrapper-legacy"><div class="fusion-title title fusion-title-4 sep-underline sep-solid fusion-title-center fusion-title-text fusion-title-size-one"><h1 class="fusion-title-heading title-heading-center" style="margin:0;">DIAGNÓSTICO</h1></div><div class="fusion-text fusion-text-6"><p>A confirmação do diagnóstico de febre tifóide é feita através de isolamento da bactéria, feito geralmente a partir de sangue, fezes, urina ou biopsia das lesões de pele. O isolamento de amostras da bactéria é fundamental, pois torna possível determinar a sua susceptibilidade aos anti-microbianos.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-5 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last" style="--awb-bg-size:cover;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-column-wrapper-legacy"><div class="fusion-image-element fusion-image-align-center in-legacy-container" style="text-align:center;--awb-caption-title-font-family:var(--h2_typography-font-family);--awb-caption-title-font-weight:var(--h2_typography-font-weight);--awb-caption-title-font-style:var(--h2_typography-font-style);--awb-caption-title-size:var(--h2_typography-font-size);--awb-caption-title-transform:var(--h2_typography-text-transform);--awb-caption-title-line-height:var(--h2_typography-line-height);--awb-caption-title-letter-spacing:var(--h2_typography-letter-spacing);"><div class="imageframe-align-center"><span class=" fusion-imageframe imageframe-none imageframe-3 hover-type-none"><a href="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/mapa-risco-febre-tifoide.jpg" class="fusion-lightbox" data-rel="iLightbox[058fccb5467ab5b5097]" data-title="mapa-risco-febre-tifoide" title="mapa-risco-febre-tifoide"><img decoding="async" width="1280" height="753" alt="mapa-risco-febre-tifoide" src="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/mapa-risco-febre-tifoide.jpg" class="img-responsive wp-image-17242" srcset="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/mapa-risco-febre-tifoide-200x118.jpg 200w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/mapa-risco-febre-tifoide-400x235.jpg 400w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/mapa-risco-febre-tifoide-600x353.jpg 600w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/mapa-risco-febre-tifoide-800x471.jpg 800w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/mapa-risco-febre-tifoide-1200x706.jpg 1200w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/mapa-risco-febre-tifoide.jpg 1280w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 800px" /></a></span></div></div><div class="fusion-text fusion-text-7"><p class="p-image-cite">Zonas de maior risco de Febre Tifoide marcadas a vermelho, Melhorsaude.org</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-5 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-background-position:left top;--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-padding-top:40px;--awb-border-sizes-top:0px;--awb-border-sizes-bottom:0px;--awb-flex-wrap:wrap;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-6 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last" style="--awb-bg-size:cover;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-column-wrapper-legacy"><div class="fusion-title title fusion-title-5 sep-underline sep-solid fusion-title-center fusion-title-text fusion-title-size-one"><h1 class="fusion-title-heading title-heading-center" style="margin:0;">TRATAMENTO</h1></div><div class="fusion-text fusion-text-8"><p>O tratamento baseia-se na administração de <strong>antibióticos activos</strong> contra o microrganismo causador da febre tifóide, medicamentos anti-piréticos e anti-inflamatórios, que deve ser complementado com as medidas de apoio para melhorar o estado geral, como repouso, uma dieta ligeira e reposição de líquidos.</p>
<p>Nos casos leves e/ou moderados, o médico pode recomendar que o tratamento seja feito em casa, com antibióticos orais. Os casos mais graves devem ser internados para hidratação e administração venosa de antibióticos de forma a prevenir e tratar oportunamente as eventuais complicações e, também, para manter o paciente isolado, de modo a evitar a propagação da infecção.</p>
<p>Por vezes, é necessário recorrer à realização de uma intervenção cirúrgica de emergência, por exemplo em caso de perfuração intestinal. Caso não surjam complicações, o tratamento costuma ter três ou quatro semanas de duração.</p>
</div><div class="fusion-reading-box-container reading-box-container-1" style="--awb-title-color:#333333;--awb-margin-top:0px;--awb-margin-bottom:0px;"><div class="reading-box" style="background-color:#ffd9b3;border-width:1px;border-color:#ff8000;border-style:solid;"><div class="reading-box-additional">
<p>Sem tratamento adequado, a febre tifóide pode ser fatal em até 15 por cento dos casos. Para além disso, cerca de 2 a 5% das pessoas, mesmo quando tratadas, tornam-se portadoras crónicas e podem eliminar a bactéria nas fezes durante até mais de um ano. Esta situação é particularmente frequente em menores de 5 anos, idosos e mulheres com doenças biliares.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-6 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-background-position:left top;--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-padding-top:40px;--awb-border-sizes-top:0px;--awb-border-sizes-bottom:0px;--awb-flex-wrap:wrap;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-7 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last" style="--awb-bg-size:cover;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-column-wrapper-legacy"><div class="fusion-title title fusion-title-6 sep-underline sep-solid fusion-title-center fusion-title-text fusion-title-size-one"><h1 class="fusion-title-heading title-heading-center" style="margin:0;">PREVENÇÃO</h1></div><div class="fusion-text fusion-text-9"><p>O fundamental da prevenção desta doença consiste na realização de um controlo bacteriano da água de consumo, uma medida realizada regularmente nos países desenvolvidos, mas que nos países em vias de desenvolvimento ainda não é, infelizmente, muito comum, o que justifica o facto de a febre tifóide ser uma doença endémica nesses países.</p>
<p><strong>Quando se viaja para estes países, é essencial adoptar várias medidas de precaução, tais como beber água previamente fervida, submetida a um processo de desinfecção, comer apenas alimentos cozinhados e não consumir frutas e verduras com casca</strong>.</p>
<p>A selecção de alimentos seguros é crucial. Em geral, a aparência, o cheiro e o sabor dos alimentos não ficam alterados pela contaminação com agentes infecciosos. Por isso, deve alimentar-se em locais que tenham condições adequadas ao preparo higiénico de alimentos. A alimentação na rua, com vendedores ambulantes, constitui um risco elevado. O consumo de alimentos como leite, manteiga, queijo e peixes são considerados de alto risco, pois possuem o pH ideal para o crescimento da <em>Salmonella typhi</em>.</p>
<p>Por outro lado, as pessoas que pretendam viajar para áreas endémicas e as que nelas vivem devem vacinar-se contra a febre tifóide. Existem vacinas deste tipo, de administração oral ou parentérica, normalmente administradas em duas doses, embora actualmente exista uma vacina administrada numa única dose que, à semelhança das restantes, proporciona imunidade durante um ano.</p>
</div><div class="fusion-image-element fusion-image-align-center in-legacy-container" style="text-align:center;--awb-caption-title-font-family:var(--h2_typography-font-family);--awb-caption-title-font-weight:var(--h2_typography-font-weight);--awb-caption-title-font-style:var(--h2_typography-font-style);--awb-caption-title-size:var(--h2_typography-font-size);--awb-caption-title-transform:var(--h2_typography-text-transform);--awb-caption-title-line-height:var(--h2_typography-line-height);--awb-caption-title-letter-spacing:var(--h2_typography-letter-spacing);"><div class="imageframe-align-center"><span class=" fusion-imageframe imageframe-none imageframe-4 hover-type-none"><img decoding="async" width="1100" height="778" alt="prevencao-febre-tifoide" title="prevencao-febre-tifoide" src="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/prevencao-febre-tifoide.jpg" class="img-responsive wp-image-17244" srcset="https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/prevencao-febre-tifoide-200x141.jpg 200w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/prevencao-febre-tifoide-400x283.jpg 400w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/prevencao-febre-tifoide-600x424.jpg 600w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/prevencao-febre-tifoide-800x566.jpg 800w, https://monizsilva.co.ao/wp-content/uploads/2017/04/prevencao-febre-tifoide.jpg 1100w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 800px" /></span></div></div><div class="fusion-text fusion-text-10"><p class="p-image-cite">Lavar sempre as mãos.</p>
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		<title>Campanha contra a Febre-Amarela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Nov 2016 23:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Infecciosas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Chefe de Departamento de Controlo de Grandes Endemias, Gomes Txipilica, informou em Saurimo que duzentos e setenta e sete mil e 508 cidadãos entre adultos, jovens e crianças já foram imunizados contra a febre-amarela na Lunda Sul, desde o início da campanha até a presente data. A propósito da campanha de vacinação contra a  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Chefe de Departamento de Controlo de Grandes Endemias, Gomes Txipilica, informou em Saurimo que duzentos e setenta e sete mil e 508 cidadãos entre adultos, jovens e crianças já foram imunizados contra a febre-amarela na Lunda Sul, desde o início da campanha até a presente data.</strong></p>
<p>A propósito da campanha de vacinação contra a febre-amarela, Gomes Txipilica disse que durante o período de vacinação foram imunizadas 148 mil 822 crianças de seis meses a 14 anos de idade, 95 mil 259 adultos, 23 mil 156 idosos e 10 mil 271 grávidas.</p>
<p>Segundo o responsável, a campanha decorreu de forma positiva, porque a população foi bem mobilizada e está a afluir em massa aos postos de vacinação. O objectivo é atíngir 460 mil e 155 pessoas.</p>
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		<title>Vacina Contra a Febre-Amarela!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 23:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Infecciosas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trezentas e noventa e seis mil e 793 pessoas dos municípios da Cahama e Cuanhama, província do Cunene, foram imunizados contra a febre-amarela, durante a campanha de vacinação massiva decorrida de 22 de Junho a 22 de Julho. A informação foi prestada pelo director provincial em exercício da Saúde, Félix Belarmino Satyohamba, quando apresentava o  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Trezentas e noventa e seis mil e 793 pessoas dos municípios da Cahama e Cuanhama, província do Cunene, foram imunizados contra a febre-amarela, durante a campanha de vacinação massiva decorrida de 22 de Junho a 22 de Julho.</strong></p>
<p>A informação foi prestada pelo director provincial em exercício da Saúde, Félix Belarmino Satyohamba, quando apresentava o balanço provisório da campanha, referindo que o 330.716 são do município do Cuanhama (89 porcento do previsto) e, 66 mil e 077 da Cahama alcançando a cifra de 95 porcento.</p>
<p>Félix Belarmino Satyohamba informou que a campanha teve uma previsão inicial de 396.793 pessoas a vacinar nos dois municípios, com uma disponibilidade de 479 mil doses de vacinas, contou, para além dos técnicos da saúde, com a colaboração dos efectivos das Forças Armadas, Polícia Nacional, Igrejas, administrações locais e do poder tradicional.</p>
<p>O responsável afirmou que a situação da febre-amarela na região actualmente está controlada, com o registo nulo de novos casos desde os finais do mês de Maio.</p>
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